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quarta-feira, 10 de agosto de 2022

Machismo

“Esse crescimento da mulher na vida social e econômica é altamente positivo”

Há pouco escrevemos neste espaço sobre o racismo, prática filha da ignorância e do orgulho, que ainda persiste na atualidade e que, no seu combate, torna-se necessário o discernimento para evitar a intolerância em contrário, ou seja, contra o racismo ou suposto racismo. Desta feita, o enfoque é o machismo, cultura de predominância do sexo masculino sobre o feminino, que é igualmente inconcebível. Em seu nome, desenvolvem-se distinções injustificáveis em prejuízo da mulher na sociedade brasileira.

Necessário, portanto, a conscientização da população acerca desse grave erro social, responsável por diversas formas de diminuição da mulher, além das ocorrências mais graves de violências físicas e morais, que chegam ao extremo do feminicídio, crime bárbaro cujos números são preocupantes. O princípio da igualdade preconizado pela Constituição Federal, com origem no direito natural, vez que é da natureza a igualdade entre todos os indivíduos, tem inteira aplicação entre os gêneros, sendo descabida qualquer discriminação tendente a conferir superioridade ao gênero masculino, como na diferenciação de remuneração entre homens e mulheres no exercício das mesmas funções laborais.

Como insurgência contra esse estado de coisas surgiu o movimento feminista, de ideologia de esquerda e marcado pelo radicalismo, mais voltado em combater o homem do que promover a mulher. Por falta de autenticidade na busca da igualdade de gêneros, perdeu forças, pouco restando desse movimento.

Na atualidade, com mais discrição e consciência, há manifestações e orientações para o fi m de empoderamento da mulher, certamente para sua libertação de qualquer dependência para com o homem, bem assim para a demonstração de sua capacidade. Com esse pensar ou não, verifica-se o crescente destaque de mulheres no mundo dos negócios, nos altos escalões executivos, no exercício de funções até há pouco restritas a homens. Esse crescimento da mulher na vida social e econômica é altamente positivo, pela sua valiosa contribuição no desenvolvimento do país. Entretanto, não se há de pensar que a igualdade de gêneros deva ser absoluta.

Se o princípio da igualdade promana do direito natural, a própria natureza estabelece distinções entre os sexos, conferindo ao homem maior força física e racionalidade, enquanto a mulher é dotada de maior força moral e maior emotividade. Bem dever que essas diferenças têm sua razão de ser, especialmente para o equilíbrio familiar, em que a esposa e mãe, com seu discernimento superior, contém a impulsividade do varão, serenando situações conflituosas internas e externas à família.

Por outro lado, existem as diferenças físicas, que direcionam o homem ou a mulher para certas atividades, pela aptidão física que é requerida. Assim é que não se mostra adequado à mulher o exercício de atividades que demandem grande força física, porque seu organismo é desprovido desta condição. Do mesmo modo em que há diversas atividades mais apropriadas às mulheres, pela sua aptidão natural, como é o trato com a infância, com a educação das séries iniciais e outras tantas atividades de melhor desempenho pelo sexo feminino.

De modos que não se haverá de ver machismo em toda e qualquer diferenciação de gênero, sendo o princípio da igualdade voltado à supressão de preconceitos e ao respeito às diferenças.

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