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Curitibanense realiza pesquisa sobre AVC

19 Dezembro 2017 00:09:00

Dois a cada mil curitibanenses sofrem com o problema

Kalyane Alves


(FOTO: DIVULGAÇÃO)

Em Curitibanos, duas a cada mil pessoas sofrem com a incidência de Acidente Vascular Cerebral (AVC). Esse dado foi descoberto a partir de uma pesquisa, realizada pela curitibanense Diana Linhares em seu Trabalho de Conclusão de Curso na graduação de Ciências Biológicas.  

Um dos motivos que impulsionou a acadêmica a escolher o tema "Incidência do AVC no município de Curitibanos" foi o fato de a própria mãe passar pelo problema. Segundo Diana, durante a estadia da mãe no hospital, percebeu que muitas pessoas tiveram AVC no mesmo período.

A preocupação maior em relação ao assunto foi a incidência entre pessoas mais jovens. "Selecionei apenas as pessoas na faixa etária de risco, aproximadamente 24.700 habitantes, entre 20 a 94 anos. Fazendo a conta pela quantia de casos no ano de 2016, a cada 1000 habitantes 2 é acometido", descobriu a estudante.


ESTUDO. Mãe de Diana teve AVC e motivou pesquisa. (FOTO: KALYANE ALVES)

O principal objetivo de Diana, após a descoberta, é alertar a população sobre a importância dos cuidados com a saúde. Ela enfatiza que, em caso de AVC, é preciso levar a pessoa o mais rápido possível para o hospital; caso contrário, podem haver graves sequelas e até morte cerebral.

De acordo com o neurologista Rodrigo Pizzatto, há duas classificações para o AVC. O mais comum é o isquêmico, quando ocorre o entupimento de uma artéria do cérebro. Já o hemorrágico é o mais grave, dividido em dois tipos: o intraparenquimatoso, com o sangramento dentro do cérebro, e o subaracnóide, com sangramento na membrana que recobre o cérebro.

Os fatores de risco são hipertensão arterial sistêmica, diabetes, tabagismo, stress, sedentarismo e genéticos associados. "É mais frequente acontecer em pessoas acima de 65 anos; não tão constante, mas relativamente comum em grupos menores também. O jovem entra no grupo de risco principalmente com o tabagismo", ressalta o neurologista.


CUIDADOS. Neurologista afirma que há como prevenir o problema. (FOTO: KALYANE ALVES)

Segundo o neurologista, há períodos, como no Inverno, com mais frequência os AVCs hemorrágicos. A prevenção, de acordo com ele, só não é possível no caso de fator genético. O médico alerta que são sinais de AVC, paralisia de um lado do corpo, dor de cabeça muito intensa, associada a confusão mental e rebaixamento do nível de consciência. "Ao analisar esses sintomas, deve-se levar a pessoa imediatamente para o hospital", reforça Rodrigo.

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