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21 Julho 2019 08:30:00


(Foto: Divulgação) /

Outrora ouvi alguém, sujeito determinado que dispensa aposto - visto que a vida nem sempre necessita de explicações para seguir adiante - dizer que o verbo é o coração da oração e a partir dele as demais classes gramaticais desempenharão uma função específica. Na prática, a confusão é instaurada no momento em que o contexto resolve embaralhar as cartas da compreensão, neste caso, de imediato nada fará muito sentido.

Levei anos para compreender a analogia, de fato, não sei discernir se custou-me mais aprender o verbo, ou entender minha função na oração - ora subordinada, ora coordenada.

A morfologia nos ensina que somos semelhantes as palavras e palavras não são tão somente adjetivos, nem tão pouco apenas numerais. Mais do que isso ela detalha que não estamos limitados a uma única função. Antes disso, somos e sendo, em determinados contextos, naturalmente, desempenhamos funções. Somos pais, mães, filhos, irmãos, amigos, vizinhos, alunos e então, nós escolhemos estar subordinados a alguns cargos. Veja bem, somos antes de estarmos. Não somos porque estamos.

Quando colocamos o verbo no período temos a oportunidade de fazer perguntas pertinentes, às quais nos auxiliam com a leitura de mundo e a interpretação acerca da vida. Claro, nem sempre estamos dispostos a refletir e questionar, motivo pelo qual há frases sem verbos, que comunicam a mensagem perfeitamente, entretanto, frases desprovidas de verbos "jamais" serão orações.

Somos palavras expressas por frases inertes e orações vivas escritas em capítulos diários, em construção. Somos sujeitos da nossa própria ação e em nossas mãos possuímos o poder para escrever e reeditar nossa história. Conjuguemos mais "o verbo". Prefiramos ser a estar. E que nosso verbo seja inundado de gratidão.

Stefani Cavalheiro - Pedagoga e graduanda em Direito./




14 Julho 2019 09:13:00
Autor: Por Reinaldo Domingos - Doutor em Educação Financeira


Reinaldo Domingos - Doutor em Educação Financeira (Foto: Divulgação)

Julho é mês de férias escolares e sabemos que durante esse período os pais costumam se planejar para aproveitar o momento em família. Mas muitas vezes os gastos também podem fugir do controle, por isso é preciso ficar atento diante das muitas oportunidades de lazer. Parques de diversão, idas ao shopping, lanchonetes, viagens, além das programações especiais de férias, podem extrapolar o orçamento e trazer surpresas desagradáveis na volta às aulas. 

Entretanto é possível curtir as férias sem se preocupar tanto com o bolso. Confira algumas orientações para não comprometer as finanças:

Decisão dos sonhos

Estabelecer metas e decidir quais sonhos serão realizados durante as férias são dois passos muito importantes para se planejar financeiramente e fazer com que eles aconteçam. Independentemente do tamanho desse sonho, o planejamento é essencial para que os gastos não ultrapassem o orçamento disponível.

Para que isso aconteça de forma organizada, reunir todos os integrantes da família é essencial, ressaltando que essa reunião deve ser um momento de descontração da família, com a participação e consideração das ideias de todos.

Pesquisar para poupar

Depois da definição dos sonhos, fazer uma boa pesquisa para encontrar passeios mais em conta é a melhor saída. No caso de pacotes de viagens, passagens e hospedagens nos dias de semana costumam ser mais baratas. Veja também os dias de entrada mais barata em cinemas e teatros e utilize a meia entrada.

Incentive as crianças

As férias também podem ser uma ótima oportunidade para introduzir a educação financeira na vida dos filhos. Para isso, nada melhor do que o incentivo de realizar o sonho das férias, seja ele uma viagem, a ida até um parque de diversões ou até mesmo um passeio com os amigos. Ações simples e que fazem diferença nas contas do mês como, por exemplo, tomar banhos menos demorados para economizar energia e água, reciclar o lixo ou lembrar de apagar as luzes, tudo isso pode ajudar a criar um pensamento mais sustentável, além de contribuir para a realização do sonho.

Divirta-se muito gastando pouco

Existem muitas atividades que podem garantir a diversão sem gastar muito ou quase nada. Por exemplo, um piquenique no parque, passeio de bicicleta, dia da leitura, noite do pijama, sessão de cinema em casa, enfim, as possibilidades são inúmeras. Veja qual programa se encaixa melhor nos gostos dos seus filhos e boas férias!



07 Julho 2019 10:31:00
Autor: Joaquim Reichmann - Ortopedista e traumatologista


(Foto: Divulgação)


O hábito regular de exercícios aumenta a resistência e ajuda a prevenir e aliviar dores nos ossos e nas articulações causadas pela compressão vascular - problema comum no Inverno. No entanto, a queda da temperatura faz com que muitos desistam das academias, caminhadas, corridas ou qualquer outra atividade física.

 Não deixe a indisposição tomar conta! Por mais que seja um pouco difícil tomar a iniciativa e se exercitar no frio, é fundamental fazer um esforço. Basta alguns minutos para se acostumar e a sensação de bem-estar no final comprova que a atitude sempre vale a pena.

Aliado a isso, outros fatores demonstram a importância de movimentar-se no Inverno. O fato de as pessoas, muitas vezes, permanecerem encolhidas nas baixas temperaturas pode afetar e tencionar músculos e nervos. Com isso, algumas partes do corpo ficam mais doloridas. Além disso, esse hábito pode afetar a postura e provocar dores na coluna. Nas articulações, o líquido sinovial (um dos elementos que formam o Sistema Locomotor, junto com os ossos, músculos, ligamentos e articulações) fica mais encorpado com o esfriamento do corpo e pode também causar problemas. Apesar de haver poucos estudos sobre o impacto da baixa temperatura no organismo, o Inverno é uma época do ano em que recebemos muitas queixas de desconforto nos ossos, articulações e músculos. Os exercícios são essenciais para prevenir ou aliviar essas tensões.

Os músculos e articulações frequentemente parados provocam aumento nos sintomas de muitos problemas de saúde, pela perda de flexibilidade. Por isso, reforçamos a orientação de manter a prática exercícios físicos em todas as estações do ano. Alongamento diário e caminhadas também são importantes, pois são complementares e recomendadas para a maioria das pessoas, em qualquer idade. Também ajudam a destravar ossos, músculos e nervos, para que o sistema locomotor funcione plenamente e com facilidade. Os exercícios de alongamento são simples e podem ser praticados em qualquer lugar.

Quanto à caminhada, são necessários alguns cuidados. É importante saber que a respiração se altera durante esta atividade no Inverno, porque o ar gelado entra pelo nariz e se choca com a temperatura interna do corpo. Além disso, ficamos mais vulneráveis a lesões musculares e a outras doenças, como gripes e resfriados.

Por fim, é essencial esclarecer que as pessoas que continuam praticando atividades físicas no Inverno também obtêm outros benefícios como a melhora do apetite e do sono, além de apresentar menos riscos de desenvolver diversos tipos de problemas de saúde.


Joaquim Reichmann - Ortopedista e traumatologista 



30 Junho 2019 07:00:00


(Foto: Divulgação) /

Quem investe, multiplica o que tem e tem sempre! O problema é que muita gente pensa que é preciso ter muito dinheiro para começar a investir. Seguindo essa lógica, é provável que a pessoa nunca ache que tem o suficiente para investir.

Começar a investir desde o primeiro dinheiro que recebe, é o primeiro passo para se tornar um grande investidor. Toda maratona começa com o primeiro passo! Se você é estagiário e ainda achava que não tinha dinheiro para investir, mude esse pensamento e comece no seu próximo salário. O estagiário deve separar 10% do valor que ele recebe como estagiário. Mesmo que esse valor pareça muito pouco, a partir de R$ 30,00 é possível investir no Título do Tesouro Direto, pode começar pelo Tesouro Selic. É simples e a cada mês é possível investir o valor que quiser. Não tem uma obrigatoriedade de investir o mesmo valor todos os meses.

Aproveitar esse período da vida que o estagiário tem menos custos, por morar na casa dos pais, ou por não ter filhos, é uma excelente estratégia para construir uma vida financeira saudável. Ao seguir a maioria das pessoas, o estagiário entra no ciclo de gastar tudo o que ganha. Quando recebe aumento, aumenta os gastos e segue esse padrão por toda a vida.

Não importa a quantidade de dinheiro, se você não tiver hábitos inteligentes e saudáveis ao gerir esses recursos, ele entra e sai na mesma velocidade. Fazendo esse simples investimento com 10% do valor do salário, ao final de 1 ano o estagiário terá mais de 1 mês de salário! Imagina se você chega no final do ano e tem mais um salário inteiro para fazer o que quiser! Você pode usar para fazer algo que você deseja muito ou pode deixar esse dinheiro lá. Continue investindo 10% do salário e você vai ver como se tornar um investidor, mesmo com salário de estagiário é totalmente possível.

Criar esse hábito não ajuda apenas a juntar 1 salário a mais no final do ano, esse comportamento de investir 10% do salário todos os meses, deve continuar quando o salário for aumentando e a cada novo progresso, aumenta a sua capacidade de investimento. Esse valor a médio e longo prazo, pode te ajudar a comprar um imóvel, fazer um curso de especialização, abrir um negócio ou fazer algo que você queira verdadeiramente fazer. Esse valor se não for poupado e investido, vai ter sumido facilmente se você não criar esse hábito.

Você só tem a ganhar estabelecendo esse novo hábito que pode ser um grande diferencial entre as pessoas que conseguem realizar os sonhos e os que não conseguem. Simplesmente, comece!


 Aline Soaper - Terapeuta financeira.




23 Junho 2019 09:28:00


Angela Cristina Cabral Kloppel - Estudante universitária 

Vivemos em um mundo onde quase ninguém mais se olha nos olhos. Quase ninguém mais sabe o que é amar. Quase ninguém mais vive, apenas existe. As pessoas estão adoecendo, não só fisicamente, mas mentalmente, devido à pressão do dia a dia, estresse e ansiedade. Acabam por guardar tudo para si mesmas e adoecendo.

A tecnologia está tomando conta e não há mais como pará-la... Cada vez mais pessoas ficam viciadas pelos eletrônicos. Pessoas acabam bebendo e entrando no mundo das drogas por falta de apoio familiar. A natureza está revolta pelo o que o homem destruiu, pelo que ele tomou dela. Isso é sério. O mundo está no fim. E nós mesmos estamos causando isso. Ainda dá tempo de mudar, de fazer sua parte, de ser amável com o próximo e não pensar apenas em si.

Ninguém pode mudar o mundo sozinho. Mas, juntos, somos mais fortes!

Vamos usar a tecnologia na hora que tiver de usar, mas na hora de sentar-se à mesa, conversar com nossos familiares. Vamos tentar olhar as pessoas nos olhos, ouvir o que elas têm a nos dizer. Quem sabe um sorriso não melhore o dia dessa pessoa?

Vamos amar as pessoas como nós mesmos, vamos ajudá-las da maneira que pudermos para assim podermos fazer do mundo um lugar melhor. A depressão acontece por falta de ter com quem conversar. Então, vamos usar mais nossos ouvidos do que o celular. Vamos ser amigos de verdade e não um mero interesseiro, que só quer o indivíduo para os momentos bons, mas se afasta quando este está em más condições...

Sorria mais e pense menos. Cobrança de menos e abraços de mais. Ninguém vive sozinho. Ninguém pode mudar o mundo sozinho. Mas, juntos, somos mais fortes!


16 Junho 2019 10:56:00
Autor: Luiz Sergio Alvarenga - Diretor executivo do Sindirepa Nacional


(Foto: Divulgação)


É fundamental que todo motorista tenha consciência sobre a necessidade da manutenção preventiva do veículo para a segurança no trânsito. De maneira geral, o brasileiro leva o carro para uma oficina somente quando percebe algum problema, como falha mecânica ou elétrica. Trata-se de prática bastante perigosa, porque coloca muitas vidas em risco. Para ilustrar, uma suspensão em mau estado de conservação pode tirar um veículo da trajetória de curva e gerar um capotamento; um sistema de freios comprometido pode não fazer uma frenagem mais brusca em caso de necessidade e provocar uma colisão; pneus com sulcos abaixo do padrão podem perder aderência em caso de pista molhada.

Enquanto a manutenção corretiva é feita somente depois que um componente quebra, a preventiva, como o nome sugere, previne essa necessidade, porque as peças são trocadas antes que se desgastem em demasia. Envolve procedimentos de avaliação e monitoramento, com o objetivo de garantir o bom funcionamento do veículo.

Além de reduzir as chances de envolvimento em acidentes, provocados pelo desgaste natural de componentes do carro, a manutenção preventiva geralmente envolve custos inferiores à corretiva, afinal, um componente quebrado afeta o funcionamento de outras peças do veículo, que a princípio, possivelmente, não precisariam ser trocadas. Por considerar que acidentes são muito improváveis de acontecer com ele, o motorista negligencia medidas de ação preventiva que salvam vidas.

Deixar de substituir pneus 'carecas' por achar que podem aguentar um pouco mais é exemplo. Essa percepção precisa ser mudada, porque nenhuma impressão de 'economia' vale mais que a vida. Vale destacar ainda que um veículo parado em via pública causa a chamada 'onda', isto é, o acúmulo de carros que aumenta enquanto o veículo com pane não for removido da pista, o que resulta em vários problemas, como piora da qualidade do ar, gasto de tempo excessivo no trânsito e atraso na entrega de mercadorias.

Toda a sociedade perde. Diante da ausência de uma legislação específica para a avaliação dos veículos no Brasil, como a Inspeção Técnica Veicular - importante medida para a segurança no trânsito já implantada em mais de 50 países -, cabe ao motorista realizar manutenções periódicas do veículo, conforme recomendações do manual do fabricante, em oficina de confiança.


Luiz Sergio Alvarenga - Diretor executivo do Sindirepa Nacional



09 Junho 2019 14:03:00
Autor: Ana Paula Simões - Ortopedista e traumatologista

Fato é que a maioria de nós não precisa de mapas e previsões meteorológicas para saber a dor que sente


Ana Paula Simões - Ortopedista e traumatologista (Foto: Divulgação)

Se você sente mais dor quando está frio ou chovendo, saiba que não é apenas sua imaginação. Embora os estudos mostrem resultados variáveis, a maioria conclui que mudanças na pressão barométrica e diminuição da temperatura podem sim causar mais dor em algumas pessoas (especialmente portadores de artrite).

Posso dizer informalmente que muitos dos meus pacientes "sentem" uma mudança no clima quando algo dói principalmente se o local já foi operado. Quando o frio e a chuva estão a caminho, parece até previsão do tempo! A mudança no clima para o frio indica uma redução na pressão barométrica ou "baixa pressão" se movendo para determinada região.

Quando o tempo esquenta, ou um "sistema de alta pressão" se move, o aumento da pressão barométrica pode trazer alívio. Curiosamente, vejo isso no mergulho também. Muitas pessoas que se queixam de dor nas articulações sentem conforto quando estão em profundidade durante o mergulho. Uma explicação razoável é o aumento da pressão ambiente.

Lembre-se de quando a vovó dizia: "A chuva está vindo, e eu posso sentir as minhas articulações doloridas" ela realmente sabia disso por causa do que acontece com nosso corpo quando ocorrem as mudanças de pressão barométrica.

Isso significa que a pressão contra o seu corpo cai também, suas articulações e áreas lesionadas podem começar a inchar ou doer. Este inchaço causas aumento da inflamação e exigimos que os hormônios aumentem sua atividade para lidar com essa situação.

Fato é que a maioria de nós não precisa de mapas e previsões meteorológicas para saber a dor que sente, mas talvez possamos tomar medidas para diminuir o sofrimento. Podemos comer corretamente, fazer exercícios e alongamentos, evitar os efeitos negativos das drogas ou álcool, aquecer o corpo e protegê-lo durante a exposição na rua. Se a dor persistir, procure um especialista.



02 Junho 2019 07:00:00

O baixo poder aquisitivo é um dos fatores que vem freando a marcha do comércio e porque não o desenvolvimento do progresso em muitos setores da economia.

Assunto que todos estão cansados de saber, mas o caro leitor que está aí, atrás do óculos, com o jornal a mão: (digo a mão porque a juventude não lê mais jornal a mão, só pelo celular), há de pensar no início, o que entende um "jeca" desse, de economia, vindo lá dos cafundós do Cerro Verde, confrontante com a Barra verde, que isto parece ser assunto só para engravatados e doutores.

O caso é que, faz um bom tempo que essas coisas andam engasgadas na mente da velinha (Olivetti), que para tirar a ferrugem das mandíbulas, resolveu bicar em pedra dura, mesmo com os dentes desgastados. Fica claro que o assunto não é nem de cunho político ou qualquer crítica a fulano e beltrano. Pois, a velhinha é surda e muda a politiqueiros.

Hoje, os grandes jornais do país só falam em armamento e reforma da Previdência, mas tem muita coisa a ser consertada. No caso dos impostos e distribuição de renda.

Dizia um velho deitado que, pelas pequenas coisas se conhece o homem. Homem no caso, é o nosso país que vem muito mal administrado economicamente.

Ideias são ideias. Até hoje, ninguém matou uma ideia. O papel aceita tudo. Me refiro a corrente monetária e aplicação do dinheiro que é a engrenagem principal que move máquina econômica. Por exemplo, se os assalariados e aposentados ganhassem um pouco mais, teriam acesso as compras.

Se o governo baixasse a aposentadoria daqueles que ganham fortunas, teria mais condição de melhorar aos que ganham pouco. Se o aposentado que vai quase todo dia aos postos de saúde apanhar remédios, ganhassem um pouco mais, teriam condição de comprar o remédio nas farmácias. Se juntasse todos os impostos, desde automóveis e muitos outros, os juros abusivos sobre empréstimos, mais a contribuição da Previdência, mais um tanto da dinheirama que gira na Caixa, mais imposto da Telefonia que só rouba crédito de celular, tamparia o rombo da Previdência.


Rogério de Souza Ortiz - Aposentado /




26 Maio 2019 13:08:00


Letícia S. A. Spricigo - Psicóloga CRP 12/17806

Todos nós possuímos uma zona de conforto, um espaço/situação em que nos sentimos mais seguros, tranquilos e confortáveis, da qual, às vezes, pensamos em sair, mas, diante do medo do novo, do desconhecido, do incerto, acabamos ficando e ficando? 

Até planejamos sair depois de determinado acontecimento. Sair daquele trabalho desgastante apenas depois de ter conseguido guardar certa quantidade de dinheiro, ou após ter feito determinada mudança ou compra, ou depois que os filhos estiverem independentes, etc. Ficamos naquela relação tóxica esperando que o outro mude, esperando adquirir independência financeira, ou que os filhos cresçam, ou que a situação torne-se insustentável.

"Passamos a fingir estar tudo bem"

Vamos levando as situações desgastantes por anos e anos, postergando a felicidade e realização pessoal, até um dia desistir, esquecer dos sonhos e objetivos e ficar à mercê do que vier. Passamos a fingir estar tudo bem e acreditar que fizemos tudo que podíamos ter feito por nós mesmos.

Diante de tudo isso, não nos damos conta do quanto a zona de conforto é perigosa! Vamos nos habituando a viver desta forma e não vemos as possibilidades da vida. Nisso, esquecemos que o tempo passa e que essa vida que temos é única, não poderemos vivê-la novamente. Essa é a nossa chance de viver da melhor forma possível e de fazer nosso melhor!

Podemos, sim, acreditar em vida após a morte, todavia, quanto a que vivemos agora, esta é a hora de ser vivida, este é o momento, esta é a oportunidade. Então, devemos nos questionar o que estamos fazendo com nossa vida, para onde nossas escolhas estão nos levando! Será que nossas escolhas estão nos propiciando a capacidade de usar todo nosso potencial e ser nossa melhor versão? Ou será que nossas escolhas estão limitando nossa potencialidade e criatividade? Este é o momento para refletirmos sobre isso.

Não é apenas após passar por um acidente ou doença que poderia ter nos roubado a vida. Não é somente em um leito de hospital, ou apenas na velhice. Não, a oportunidade que temos é agora! Cada dia é um convite à mudança e à evolução, por isso, o hoje chama-se "presente". Portanto, devemos desfrutá-lo e usá-lo para fugir da mesmice, para escapar dos perigos da zona de conforto e sermos tudo aquilo que um dia sonhamos ser!


19 Maio 2019 14:03:00
Autor: Vivien Aucar - Especialista em investimentos

Aprender a investir é essencial para a tranquilidade financeira


Vivien Aucar  (Foto: Divulgação)

O ano de 2019 tem se mostrado bastante desafiador para alocação de recursos. Por um lado, o ambiente internacional passa a contribuir menos com o fim de uma década de injeção de liquidez pelos bancos centrais de países desenvolvidos. Já no Brasil, vivemos uma conjuntura favorável após um longo período de recessão. Porém, é extremamente importante aprovarmos com urgência as reformas necessárias para garantir estabilidade fiscal. Apenas assim o país poderá reconquistar a credibilidade e voltar a receber aportes dos investidores estrangeiros, que sacaram mais de R$ 11 bilhões da bolsa brasileira em 2018.

De acordo com levantamento da consultoria global EPFR, estrategistas do mercado estimam uma entrada potencial de R$ 251 bilhões em ações brasileiras se as alocações dos fundos globais e daqueles voltados para mercados emergentes globais voltassem ao patamar de outubro de 2014.

Diante desse cenário o ponto chave para obter bons retornos sem deixar de se proteger dos riscos é a diversificação da carteira. Os fundos multimercados apresentam grande potencial de retorno com certa proteção. Já os fundos imobiliários são opções para capturar a melhora do ambiente interno. Após anos de queda, o mercado de imóveis vem se recuperando e a demanda tende a subir.

Investir na bolsa também deve ser considerado com o atual cenário de recuperação econômica e a esperança de reformas. Há boas oportunidades na bolsa e em alguns setores, principalmente os ligados a crescimento doméstico, pois, as empresas tiveram que reduzir o endividamento e se tornar mais eficientes para passar pelos anos de crise e se favoreceram agora dos juros mais baixos. Por fim, a previdência privada é uma estratégia interessante para o horizonte de longo prazo, principalmente se considerarmos as vantagens fiscais. Aprender a investir é essencial para a tranquilidade financeira.



12 Maio 2019 08:30:00
Autor: Carlos Chiodini - deputado federal


(Foto: Vitor Jubini/Gazeta Online)


Assunto pertinente e sempre em voga no nosso país, o acesso ao saneamento básico e à água tem sido amplamente discutido em diversas frentes para que os acordos e planos de ação saiam do papel e se transformem em realidade. Como integrante da Comissão Mista da Medida Provisória 868/2018, que busca regulamentar o saneamento e as águas pertencentes à nação brasileira, tenho acompanhado de perto sua tramitação no Congresso Nacional.

Hoje, a regulamentação é exclusivamente de competência dos municípios brasileiros, também sob responsabilidade do governo federal por meio da Agência Nacional das Águas (ANA). Com a nova medida, os contratos de saneamento passariam a ser estabelecidos por licitações, facilitando a criação de parcerias público-privadas. Aproximando à nossa realidade, uma significativa alternativa seria buscarmos aporte de recursos financeiros visando essa universalização, com fundos estruturados em bancos de fomento estaduais e regionais.

Trago essa preocupação que é imprescindível para o avanço das políticas públicas no Brasil. Países vizinhos como o Chile tem 99% de serviço de esgoto e nós, com 209 milhões de habitantes, mais da metade da população não tem acesso à coleta de esgoto, e 35 milhões de pessoas não recebem água tratada em suas casas. Os benefícios que o saneamento traz para a saúde pública e suas derivações são infinitos e necessários para as futuras gerações, como todos já sabem. É preciso agir.

Em que pese, mesmo que Santa Catarina seja um dos melhores estados brasileiros em vários índices de desenvolvimento humano, ainda está aquém na questão do saneamento. Apenas 21% dos efluentes gerados são coletados. É um baixo índice que precisa, urgentemente, alcançar outro patamar. A média brasileira de investimentos por habitante, entre 2004 e 2016, ficou em R$ 200, enquanto o necessário para alcançarmos a universalização do acesso a todos seja em torno de R$ 1.000.

Um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), "Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamentos para todas e todos," é fruto de um acordo global das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável do planeta. É missão, portanto, dos governos, sociedade civil e parceiros alcançar o acesso universal e equitativo ao saneamento, à higiene e à água potável para todos. É nesse desafio que devemos unir esforços. Esta importantíssima agenda com meta para 2030 é um plano de ação que merece total atenção de nós, cidadãos!


Carlos Chiodini



05 Maio 2019 07:00:00


(Foto: Divulgação) /

Passados dias em repouso, minha velhinha (Olivetti) fez questão de voltar a pinicar ou beliscar os Pés de Fumo.

Me fez recordar os saudosos tempos da Aurora da Vida, ainda aos cinco ou seis anos de remota idade, que pai e mãe, ao clarear o dia, esperavam-nos junto ao galpão ou mangueira, com um bule de café bem quente, para tomar o popular Camargo, ou leite apojado da teta da vaca em meia xícara de café. Para quem é inimigo de idade (como eu), se o amigo leitor deseja saber, era no final da era Vargas.

O mesmo prazer de sentir o esplendor do amanhecer, ao ver os raios do sol entre a floresta, se repete até hoje, quando saio cedo ao trabalho. Mas ao limpar os óculos, sua leitura interrompida pergunta: o que tudo isto tem a ver com Pé de Fumo? É que, naquele belo tempo nem se ouvia falar em maconha, sendo hoje na gíria popular para quem não está acostumado saber, é quase o mesmo que pé de cana quem bebe cachaça. Pé de fumo quem consome fumo.

Hoje, muitos jovens estão trocando o dia pela noite ou vice-versa; consumindo fumo até altas horas e dormindo até quase ao meio dia. Não tiram tempo para apreciar o belo espetáculo da natureza ao amanhecer e nascer do sol.

Que futuro triste, ao comparar com nossa idade, a quem viveu os belos dias de uma infância sadia. Como é lindo e belo o amanhecer. Quem muito dorme, pouco se aprende. Além da imaginação, contemplas, adore, ame e admires a natureza do alvorecer ao pôr do sol, se queres ter longos e belos dias.


Rogério de Souza Ortiz 





28 Abril 2019 07:30:00


Seme Arone Junior - Presidente da Associação Brasileira de Estágios 

O Brasil passa por uma crise política e econômica, a qual afetou gravemente o mundo corporativo. De acordo com os dados do estudo "Mercado de Trabalho da Carta de Conjuntura", divulgada recentemente pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), atualmente, temos 12,7 milhões de desempregados. A faixa etária mais afetada é a do grupo entre 18 e 24 anos, os quais, segundo o levantamento, possuem a menor probabilidade de serem contratados e têm a maior chance de serem demitidos.

Assim, enquanto a desocupação entre essa parcela da população ficou em 25,2% no 4º trimestre do ano passado, o percentual total, ou seja, da taxa geral, foi de 11,6%. Para driblar essa realidade e conseguir um espaço nas empresas, o estágio é a melhor opção. Afinal, a atividade vem sendo cada vez mais incorporada dentro das organizações, por trazer energia e renovar as ideias em uma equipe.

"A faixa etária mais afetada é a do grupo entre 18 e 24 anos "

Os empresários percebem o quão difícil é, mesmo com a alta concorrência, encontrar o perfil adequado para integrar seu quadro de colaboradores. Com isso, preferem colher os talentos direto das universidades, para treinálos para futuros cargos. Dessa forma, recrutam iniciantes e possibilitam seu desenvolvimento em sintonia com a missão, visão e cultura da companhia.

Os estudantes, por sua vez, devem começar logo nos primeiros semestres do curso a pesquisar vagas correlatas ao seu perfil. Assim, conseguirão ter uma ideia geral do mercado e decidir qual seguimento é o mais apropriado às suas ambições. Além disso, se formam levando em sua bagagem a tão cobrada experiência e, por conta disso, abrem muitas portas em sua carreira. Portanto, a valorização dessa vivência é fundamental e uma das melhores soluções para o desemprego vivido atualmente por milhares de brasileiros!


21 Abril 2019 10:42:00
Autor: Por Mara Suzana Cerentini Loreto - Reumatologista

O histórico nos dá o risco, ou seja, a chance. Porém, não determina se vai acontecer ou não.


(Foto: Divulgação)

A especialidade da reumatologia tem na sua classificação geral mais de 120 tipos de doenças reumáticas e que se apresentam das mais diferentes formas. As doenças reumáticas acometem desde crianças até idosos. Em média, mulheres são mais afetadas do que os homens, devido às questões hormonais.

O que deve alertar sobre procura de um médico reumatologista é a DOR articular, muscular e/ou na coluna. Dor que incapacita o indivíduo, dor que dura mais de 6 semanas, dor que acorda à noite ou que tenha que fazer uso constante de analgésicos ou anti-inflamatórios são SINAIS DE ALERTA!

 Há ainda outros sinais que podem indicar a necessidade de um especialista da área da reumatologia: febre prolongada de origem indeterminada, fadiga, emagrecimento, perda de função no aparelho osteoarticular, edema articular, alteração dos testes laboratoriais reumatológicos, lesões de pele, dormências, mudança de cor nas mãos, entre outros.

A demora no encaminhamento ao médico especialista acarreta atraso no diagnóstico e tratamento correto. É comum pacientes chegarem ao consultório do especialista convivendo 8 até 10 anos com doenças reumatológicas, sem tratamento.

E quanto a história familiar, até onde a genética influencia? O histórico nos dá o risco, ou seja, a chance. Porém, não determina se vai acontecer ou não. Por exemplo, no caso da espondilite anquilosante, um filho ou irmão de um paciente com a doença tem 75 vezes mais chances de ter a doença do que a população em geral. No caso do lúpus essa chance varia de 20 a 30 vezes e na artrite reumatoide de 2 a 3 vezes.

A prevenção ainda não tem como ser feita, mas o tratamento precoce melhora (em muito) a evolução. E por que reumatologista e não outro profissional? Porque ele é o médico especialista do aparelho locomotor, que tem uma sólida formação clínica, focada nas doenças autoimunes e reumatológicas. É importante que cada indivíduo esteja atento aos seus sinais e sintomas. No caso das articulações quanto mais tempo se espera, maior poderá ser sua incapacidade.

Mara Suzana Cerentini Loreto (Foto: Divulgação)



14 Abril 2019 09:45:00
Autor: Leonardo Torres - Professor


(Foto:Getty Images )


Muitos pais ainda acham que os aparelhos eletrônicos são inofensivos e até auxiliam no desenvolvimento de seus filhos. Sempre escutamos aquela frase: "ele tem somente 2 anos e já sabe mexer em tudo no celular".

O tempo de mastreia no uso de qualquer coisa é o tempo de treino.

Desde pequenos, estamos usando mais e mais aparelhos eletrônicos. As últimas pesquisas demonstram que utilizamos os aparelhos cerca de 9 horas por dia. E quando aponto os números nas salas de aula, meus alunos acabam falando que a pesquisa está errada, que eles utilizam muito mais.

A verdade é que colocar um aparelho eletrônico na mão de uma criança é um alívio para os pais, vovós, babás, etc.. E quando eles percebem que a criança se viciou nos aparelhos, é tarde demais, já que essa prática começa logo na terna infância. Começa muitas vezes até com qualquer choro.

O problema é que hoje, assim como o mundo fora de casa anda perigoso, o mundo dentro de casa, ou seja, o virtual, o da Internet, também pode prejudicar a integridade psicológica e física de nossos filhos. Eles estão cada vez mais influenciados por conteúdos que não são controláveis e muitas vezes perigosos. O massacre de Suzano, por exemplo, foi totalmente viabilizado por meio da Internet. Os desafios da Baleia Azul, da boneca Momo, entre outros, além de afetarem psicologicamente uma criança, podem levá-la à morte.

Quando se coloca um aparelho nas mãos de uma criança, ela para de chorar, de correr, de ser peralta, pois os aparelhos eletrônicos causam o mesmo efeito que uma droga pré-operatória denominada midazolan. Ou seja, interrompese seu desenvolvimento e aprendizado, que passa por essas estripulias. Criase um anestesiamento na criança. Porém, assim como qualquer droga, vicia, causando perda de memória, dificuldade de concentração, de foco, desinteresse por outros estímulos...falta de interação social e, psicologicamente, gera depressão, ansiedade, pânico, etc..

A culpa não é somente dos pais, nem das crianças, mas principalmente de como estamos vivendo. Parece que a sociedade e o mercado querem que os pais cuidem dos filhos como se não tivessem trabalho e trabalhem como se não tivessem filhos. Os direitos de maternidade e paternidade são escassos aqui no Brasil.

A perspectiva igualitária é importante, ou seja, o pai e a mãe devem combinar, a fim de cuidar dos filhos igualmente e se disponibilizar igualmente. Isso não pode ser desculpa para um patriarcado escondido na famosa frase: "eu trabalho e você cuida dos filhos".


Leonardo Torres - Professor



07 Abril 2019 07:00:00


Leticia S. A. Spricigo - Psicóloga CRP 12/17806 

De todos os julgamentos que fazemos, nenhum é tão importante quanto o que fazemos sobre nós mesmos. A autoestima positiva é requisito importante para uma vida satisfatória. 

Vamos entender o que é autoestima. Ela tem dois componentes: o sentimento de competência pessoal e o sentimento de valor pessoal. Em outras palavras, a autoestima é a soma da autoconfiança com o autorespeito. Idealmente falando, todos deveriam desfrutar um alto nível de autoestima, vivenciando tanto a autoconfiança intelectual como a forte sensação de que a felicidade é adequada. Entretanto, infelizmente, uma grande quantidade de pessoas não se sente assim. 

Muitas sofrem de sentimentos de inadequação, insegurança, dúvida, culpa e medo de uma participação plena na vida - um sentimento vago de "eu não sou suficiente". Esses sentimentos nem sempre são reconhecidos e confirmados de imediato, mas eles existem. 

Não conheço ninguém que seja totalmente carente de autoestima positiva, nem que seja incapaz de desenvolver autoestima. Desenvolver a autoestima é desenvolver a convicção de que somos capazes de viver e somos merecedores da felicidade e, portanto, capazes de enfrentar a vida com mais confiança, boa vontade e otimismo, que nos ajudam a atingir nossas metas e a sentirmo-nos realizados. Desenvolver a autoestima é expandir nossa capacidade de ser feliz. 

Uma das características mais significativas da autoestima saudável é que ela é o estado da pessoa que não está em guerra consigo ou com os outros. A importância da autoestima saudável está no fato de que ela é o fundamento da nossa capacidade de reagir ativa e positivamente às oportunidades da vida - no trabalho, no amor e no lazer. 

A autoestima saudável é também o fundamento da serenidade de espírito que torna possível desfrutar a vida. 


31 Março 2019 07:00:00


Leonardo Orsi, Diretor do Segmento de Postos da Linx 

Quem acompanha o mercado de venda direta de combustíveis ao consumidor sabe que a atual política de reajustes não está incomodando apenas quem abastece. Com variações praticamente diárias e poucas alternativas de negociação, os postos têm visto suas margens de lucro diminuírem exponencialmente e a concorrência crescer cada vez mais.

Em um quadro em que é impossível comprar mais por menos, é preciso aumentar a lucratividade com mais vendas, menos desperdício e mais produtividade. E como fazer isso? Com ações coordenadas de valorização do frentista e investimento em tecnologia.

Explico: com um público fiel - aquele que gera receita recorrente -, é possível antecipar cenários e reduzir os impactos de um mercado cada vez mais incerto. Para chegar a isso, é preciso converter o consumidor em um cliente fidelizado. Como, no caso dos postos, a experiência diferenciada está diretamente ligada à eficiência e à rapidez no atendimento, é importante empoderar o responsável pelo relacionamento com o cliente com soluções capazes de oferecer o melhor contato.

"É importante empoderar o responsável pelo relacionamento com o cliente"

Essas mesmas ferramentas precisam reduzir erros e fraudes, além de aumentar a produtividade, desde a bomba até as áreas administrativas. Simples? Nem tanto. Estamos falando, aqui, por exemplo, de ferramentas de gestão inteligente, fluxo de caixa e atendimento, dispositivos interativos e interligados com a automação.

Mas, como eu disse, é preciso pensar em ações coordenadas. O frentista, o usuário principal dessas soluções, tem características muito próprias de modelo de trabalho, escolaridade e padrão de uso de tecnologia. Por isso, toda ferramenta ou solução, nesse caso, precisa partir de premissas específicas.

Sendo assim, se o sistema de gestão não incluir a possibilidade de o frentista levar a máquina de cartão até o carro, segurança e conforto são perdidos. O cliente quer chegar, abastecer, pagar e ir embora. Descer e ir até outro local para pagar é uma quebra à expectativa de experiência. Da mesma forma, uma ferramenta sem navegação intuitiva (ou similar às que o profissional já esteja acostumado, como as mídias sociais) atrito para a produtividade, já que não será usada plenamente.

Como quase tudo hoje em dia, a competitividade dos postos de combustível passa pelo investimento em tecnologia. Mas, como qualquer ferramenta, ela só é efetiva se levar em conta as pessoas.


24 Março 2019 13:00:00
Autor: João Vitor Marcelino - Assessor de Marketing e Imprensa

Procurem desenvolver e exercitar sua capacidade de inovação


João Vitor Marcelino (Divulgação)

Inovação e diversidade são as moedas profissionais do futuro. E o futuro é a porta logo à frente. Se você sabe disso, parabéns: provavelmente é uma pessoa bastante antenada. Se achou isso baboseira, precisamos conversar.

Os ambientes de trabalho estão mudando. As empresas preocupadas com o próprio desenvolvimento começaram a olhar para dentro de maneira mais humana e dinâmica. Os temidos escritórios estão cada vez menos tensos e mais voltados ao cuidado com o colaborador. Salas de entretenimento, horários mais flexíveis, pausas, capacitações e dinâmicas de grupo vêm se tornando parte da rotina desses lugares mais e mais. E isso tudo não é só moda, é o resultado de uma série de estudos. Se você quer prosperar, precisa das duas características que mencionei logo acima. Uma é complementar à outra, todos podem possuí-las e, progressivamente, deixam de ser tornar alguma ladainha pós-moderna para se consolidarem como a realidade daqueles que querem prosperar na vida profissional. Que tal como exemplo o bilionário Nubank, hoje referência internacional em negócios? Ele é a prova viva e perfeita de que a necessidade de equipes heterogêneas e com mentes inquietas para trabalhos cada vez mais funcionais, objetivos e de qualidade não é mais novidade. O Nubank é referência porque, além dos excelentes serviços oferecidos, também tem noções modernas e humanas de como gerir e trabalhar. O que estamos esperando para seguir o exemplo?

Por nos encontrarmos em uma região pacata, por vezes temos a noção comum de que não podemos agir ou se desenvolver como as grandes empresas fazem. Ora, será que não é justamente este mindset (mentalidade) que nos prende?

Deixo o desafio aos leitores: instiguem-se. Procurem desenvolver e exercitar sua capacidade de inovação e orgulhem-se de sua própria diversidade. Não tenham medo de expor e trabalhar sua própria identidade, pois é ela que o faz único e, se usada do jeito certo, o levará muito, muito longe.



17 Março 2019 08:30:00
Autor: Vanessa Queirós Alves - Professora


(Foto: Divulgação)


Na área educacional, nos deparamos, a cada dia, com estudos e formações a respeito da tecnologia e de como ela influencia no processo de aprendizagem de crianças e adolescentes. Por vezes, principalmente a tecnologia digital é vista como "inimiga" no desenvolvimento da aula e na capacidade de concentração e atenção dos alunos. Por outro lado, são crescentes os estudos que demonstram que a tecnologia pode ser aliada da escola e que as instituições não podem ficar à margem do desenvolvimento tecnológico e das novas formas de comunicação e informação.

A expansão que o uso de tecnologia digital, principalmente dos smartphones, tem no contexto mundial é inegável. E isso atinge todas as gerações, de crianças a idosos; é raro não vermos as pessoas utilizando esses recursos diariamente. Porém, a maioria das escolas continua presa a processos tradicionais de ensino, como o excesso de exposição oral, o uso do livro didático com cópias de conteúdos no caderno e a supressão de qualquer uso de aparelhos eletrônicos em sala de aula.

Um dos principais argumentos utilizados pelos docentes é que os estudantes não sabem utilizar adequadamente esses aparelhos, os utilizando somente para diversão e para acesso às diversas redes sociais. Porém, se nossas crianças e adolescentes não são orientados ao uso correto das tecnologias, tornando-as propulsoras no processo de aprendizagem e como recursos que podem ajudá-las em diversas atividades diárias, elas continuarão as utilizando de maneira errada e se tornarão escravas desses aparelhos, em uma relação passiva.

Dessa forma, no trabalho com as tecnologias digitais, a fim de que essas ferramentas possam ser aliadas no processo de ensino-aprendizagem, o professor precisa ser criativo e ousado ao planejar, orientar os alunos a filtrarem as informações que recebem diariamente, analisá-las, questioná-las para se chegar a um pensamento próprio e entender que o conhecimento só se constrói com pesquisa e produção. Os estudantes precisam ser instigados a dar novo sentido aos conteúdos que aprendem, a estabelecer uma relação com eles, de maneira interativa, sabendo utilizar a tecnologia digital como elemento facilitador na construção do próprio conhecimento.


Vanessa Queirós Alves - Professora



OPINIÃO
10 Março 2019 10:25:00


(Foto: Divulgação) /

* Por Tereza C. de Souza - Professora aposentada 

Com a Quarta-Feira de Cinzas, no último dia 6, entra no tempo litúrgico da Quaresma. Este é um período adequado à conversão e intensa conscientização através da Campanha da Fraternidade. Antigamente, neste tempo, os catecúmenos (adultos na catequese) se preparavam para receber o batismo na noite de Páscoa. 

Nós entramos na Quaresma, onde a liturgia nos convida a renovar e reavivar em nosso coração o desejo de pronunciarmos de novo as promessas de nosso batismo durante a vigília pascal. A razão de ser deste tempo de orações, sacrifícios de penitência, jejuns, provações, está em que o homem, para manter sempre sua opção por Deus, por sua vontade, deve afastar-se um pouco das coisas mundanas e com isso criar condições de poder entrar em mais profunda comunhão com o Espírito de Deus. 

Cristo nos dá o exemplo quando, afastando-se para o deserto, em penitência e orações, jejuando durante o tempo de quarenta dias e quarenta noites para manter sua aliança com o Pai e sua fidelidade ao plano de Deus a ser apontado aos homens: viver de Sua palavra e adorá-lo com Deus único. 

Por que, poderíamos ainda perguntar, a necessidade de oração, de penitência, de Quaresma? Porque, apesar de toda fé que possamos ter, nossa natureza humana é fraca, e suscetível capaz de cair na tentação. A Quaresma, portanto, é o tempo de teste para nossa fidelidade na resposta do plano de Deus. 

A vitória da vida sobre a morte de Cristo na sua gloriosa ressurreição é confortadora, pois todos nós também um dia chegaremos a esse momento supremo quando toda nossa vida estará diante de nós, não só com as grandes mágoas e alegrias, mas também com a poeirinha dos pequenos acontecimentos. Não teremos mais nada diante de nós, senão essa misteriosa passagem para a eternidade, que se chama morte. A igreja quer que pensemos nesse fim, não para nos assustarmos, mas para tirarmos lições de vida. 

Caros amigos e amigas, diante de tudo isto que ouvimos, façamos a penitência, na Quaresma. Evitemos festas mundanas e ruidosas. Respeitemos a Quaresma, façamos, pelo amor de Deus, algum sacrifício, não só na comida, na bebida, nos divertimentos, mas também na TV. 

Vamos meditar durante o tempo quaresmal nos novíssimos o homem que são: Morte, Juízo, Inferno e Paraíso! E não esqueçamos também a frase que Jesus nos disse: Vigiai e Orai. 




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