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OPINIÃO

Pelo direito de ir e vir

'Pensar no próximo é uma pequena atitude de cidadania que gera grandes colaborações'


(CHARGE: JOÃO MORAES)

Chegar ao lugar que se deseja parece uma atitude muito simples e que fazemos automaticamente todos os dias. Mas você já parou para pensar se tivesse alguma deficiência física, como faria? 

A impressão que se tem é que, mais difícil que ir e vir, é se colocar no lugar do outro, principalmente de quem tem alguma necessidade especial, que depende de estrutura diferenciada, cadeira de rodas, muletas ou até de companhias para, simplesmente, conseguir chegar onde quer.

Viver em sociedade não é uma tarefa fácil, mas, se cada cidadão souber respeitar as diferenças de cada um, além de facilitar a vivência em grupo, ainda colabora para simplificar a rotina de pessoas que convivem com alguma dificuldade de locomoção, aquelas que estão passando por período de recuperação ou adaptação e, também, apresentam alguma complicação de movimento.

Pensar no próximo é uma pequena atitude de cidadania que gera grandes colaborações. A verdade é que ninguém sabe quem vai passar pelos caminhos que são construídos; preparar estruturas pensando que cadeirantes, pessoas com amputações, engessadas, que andam com muletas, ou mães com carrinhos de bebês, também podem chegar no lugar que eles desejam sem ter de pedir ajuda de algum estranho que passa pela rua, ou ter de retornar sem conseguir "chegar lá", simplesmente porque o caminho não o suporta, é ser um bom cidadão.

E são de bons cidadãos que a sociedade precisa. Independente de lei, normas ou multas. Saber que pessoas com diferentes características podem chegar até onde você está ou podem caminhar ao seu lado é uma segurança que os governos devem gerar pela sociedade. É preciso pensar em uma cidade cada vez mais movimentada, e com fluxo de pessoas, tanto quanto há preocupações pelos bons fluxos de carros.


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