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Hora de vacinar, prevenção é o caminho

03 Agosto 2018 10:30:00

Pais e familiares devem munir-se das carteirinhas de vacinação dos filhos e buscar uma unidade de Saúde mais próxima



Vivemos em um mundo conectado. Não nos referimos apenas àquela conexão virtual, mas as conexões culturais, pessoais e de cunho comercial. Avião transitam pelos céus do planeta a todo momento, fronteiras já não são barreiras intransponíveis e os povos se misturam, aglomeram-se, formando uma única nação. 

Ao mesmo tempo em que as distâncias são encurtadas pela velocidade das informações, pelo avanço tecnológico e cultural, surgem também algumas problemáticas relacionadas à saúde. A medicina avança na mesma proporção, mas como controlar certas doenças se o controle populacional também se torna difícil? A resposta está no controle vacinal.

Há décadas que o Brasil tem mantido suas fronteiras livres de doenças bastante conhecidas como Sarampo e a Poliomielite, não é raro observarmos alguns adultos que tiveram sequelas em decorrência da polio, isso porque viviam em uma época em que as vacinas não alcançavam o todo.

Muito diferente da atualidade, em que o Ministério da Saúde, preocupado e antecipando-se a surtos de Sarampo que começam a surgir em algumas regiões do país, reforça a importância de crianças entre 1 ano até 5 incompletos, receberem pelo menos duas doses de imunização.

Para isso, foi escolhido o mês de agosto como período de vacinação contra essas duas doenças.

Unidades de Saúde de Curitibanos estarão abertas no dia 18, das 8 às 17 horas, Dia D, sem fechar para o almoço recebendo as 1.832 crianças curitibanenses que deverão ser vacinadas nesta campanha. Além disso, as unidades receberão equipes itinerantes durante os demais dias para garantir que todos recebam as imunizações. Após esse período, a possibilidade é que a vacinação contra o Sarampo seja ampliada para outros grupos, incluindo adultos até 49.

Nada confirmado pelo governo federal, mas, acredita-se que possa ocorrer. Enquanto isso, pais e familiares devem munir-se das carteirinhas de vacinação dos filhos e buscar uma unidade de Saúde mais próxima para garantir as doses.

As equipes de Saúde têm realizado um intenso trabalho de divulgação sobre a essencialidade em manter o calendário vacinal das crianças em dia, justamente para evitar que novos surtos de doenças como estas ocorram no país, deixando sequelas graves ou até levando à morte. É papel da sociedade difundir a informação e dos pais e responsáveis garantir que as crianças sejam imunizadas.



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