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EDITORIAL
14 Setembro 2019 08:30:00
Autor: Por AS


(Charge: João Moraes) /

Universidades em risco de fechar as portas, pesquisas sendo interrompidas, serviços comprometidos. A realidade atual do ensino superior no Brasil tem se mostrado preocupante. Com a justificativa de reduzir custos, o governo federal tem cortado, moeda a moeda, recursos destinados às universidades e com os quais as instituições contam para se manter.

Há desperdício, gastos desnecessários, gente se beneficiando indevidamente dos repasses? Não há como afirmar sem antes realizar uma auditoria para saber o que está fazendo o dinheiro escoar pelo ralo - e se isso realmente está acontecendo. Mas, na era em que o discurso supera os fatos, apenas a afirmação do MEC é suficiente para justificar os cortes.

Em uma análise mais objetiva, no entanto, retornando à campanha eleitoral, o presidente já anunciava sua intenção de "aparar" as universidades, segundo ele, locais de doutrinação de esquerda e de baixa produtividade. Ao assumir, seu ministro da Educação reforçou o discurso de "balbúrdia" e desempenho abaixo da média, cortando verbas da Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade Federal da Bahia (UFBA), redução que acabou se estendendo a todas as universidades federais.

Pode ser que, realmente, haja algum repasse desnecessário e exista alguma forma de diminuir os gastos nas instituições de ensino superior, mas isso precisaria de uma análise criteriosa e um planejamento de onde cortar sem comprometer os serviços. Fiscalize-se e, onde for observada alguma irregularidade, corrija-se.

Mas, obviamente, a questão é bem mais ideológica do que financeira. O governo vê nas universidades locais de resistência e oposição, características que sempre fizeram parte do conceito universitário. E, para interromper e reverter o "marxismo cultural" que o governo Bolsonaro vê nas universidades, vale tudo... Até prejudicar estudantes que, muito além de ideologias, buscam no ensino superior gratuito a chance de uma vida melhor.



EDITORIAL
07 Setembro 2019 08:30:00
Autor: Por AS


(Foto: João Moraes) /

Mais um 7 de setembro aproxima- se e, em Curitibanos, como já aconteceu no ano passado, não haverá desfile cívico. Para celebrar a Independência do Brasil, desde 2018, a Prefeitura, através da Secretaria de Educação, investe em outras formas de comemoração, com programação diferenciada nas escolas, durante a 

Semana Cívica. A mudança agrada a alguns e desagrada a outros. Há quem entenda o desfile como uma tradição a ser mantida, uma demonstração de patriotismo e soberania. Para outros, trata-se de uma herança a ser esquecida, devido a uma lembrança nada positiva do período de ditadura militar. 

Independente de ideologias, é fato que o desfile cívico, ao longo do tempo, foi perdendo sua significação. Primeiro, a marcha - outro resquício do governo militar - foi substituída por uma caminhada, considerada mais adequada à democracia atual; depois, as fanfarras foram se modificando, incluindo, entre toques tradicionais, outros mais modernos, mas nem sempre interligados com o motivo do desfile; por fim, os desfiles ganharam temas, personagens, passaram a contar histórias que tiraram todo o enfoque do mote principal: a Independência.

Sem nenhum interesse ou motivação pelo contexto histórico que levou aos desfiles, a maior parte dos estudantes participava apenas por obrigação ou com a perspectiva do famoso "ponto na média". Por esse ponto de vista, a ideia da Semana Cívica parece mais eficiente, uma vez que se estuda, durante todo um período, sobre os fatos históricos que levaram à Independência e suas consequências, possibilitando que o estudante realmente assimile os conhecimentos e informações.

Apenas estar na rua, uniformizado, levando um cartaz ou uma bandeira, não faz de ninguém um cidadão - muito menos um cidadão patriota. O conceito de civismo vai bem além de datas e solenidades e deve ser vivido no dia a dia, através de ações concretas, positivas para a coletividade e que ajudem a transformar a realidade em algo melhor. Antes de defender desfile ou qualquer outro ato cívico, é preciso dar a ele um sentido. Discursos vazios e gestos ensaiados não convencem mais ninguém.


31 Agosto 2019 08:30:00
Autor: Por AS


(Charge: João Moraes)


O país está vivendo um momento de alerta contra uma doença que já estava quase erradicada. Com o avanço rápido de casos de Sarampo, é necessária, também, uma ação rápida de controle da doença.

Nessa tarefa, há inimigos difíceis de serem superados. Um deles é o alto índice de contágio, uma vez que o Sarampo pode ser transmitido a 90% das pessoas que tiverem contato com o doente. Outro é a forma de transmissão, pois o vírus pode ser repassado até seis dias antes de o infectado manifestar os primeiros sintomas. Isso quer dizer que, antes mesmo de saber que está doente, a pessoa já está passando a doença para outros. Isso explica, também, porque o Brasil já vive uma epidemia de Sarampo e justifica a preocupação dos órgãos de Saúde brasileiros.

A doença é grave, pode levar à morte e causar problemas sérios como malformação fetal e abortos. Por isso, exige atenção e cuidado especiais. Segundo os profissionais de Saúde, a única forma de proteger-se contra o Sarampo é a vacinação. Não há outra garantia de imunização a não ser tomando as doses recomendadas pelo Ministério da Saúde, que, agora, inclui uma "dose zero" para bebês, na tentativa de prevenir a doença até que completem 1 ano e tomem, então, a primeira dose oficial no Calendário Nacional de Vacinação.

Como responsáveis pela segurança de seus filhos, os pais devem procurar os postos de saúde e garantir que as crianças recebam essa dose extra. Além disso, caso eles mesmos não tenham sido imunizados, devem também vacinar-se, evitando que contraiam a doença e acabem repassando o vírus aos bebês.

Medo de agulhas e pena das crianças não são argumentos válidos para fugir da vacinação, principalmente, quando se trata de uma doença tão séria quanto o Sarampo. Aderir às vacinas é a única forma de combater um inimigo que coloca em risco não só nossas saúdes, mas nossas vidas.



24 Agosto 2019 08:08:00

Hora de preparar o solo para a próxima colheita

(Charge: João Moraes) 

Diz um antigo ditado que cada um colhe aquilo que planta. Depois de um ano inteiro plantando dedicação e profissionalismo, o jornal "A Semana" sentiu na pele a força desse ditado e colheu, no último fim de semana, o resultado: seis troféus no 20° Prêmio Adjori/SC de Jornalismo, incluindo o 1º lugar no Jornalismo Impresso e 3° lugares em Publicidade e Jornalismo Online, em uma disputa com outros 35 jornais do Estado.

Mas qual a importância dessa conquista? Para quem tem dificuldade em avaliar, podemos tentar explicar com números: 250 trabalhos inscritos e apenas 16 premiados; desses 16, três produzidos pelo "A Semana". Eram 36 jornais disputando nove troféus - Penas de Ouro, Prata e Bronze em Jornalismo Impresso, Jornalismo Online e Publicidade - e, desses nove, três estão na estante do semanário curitibanense.

Dessa forma, podemos tentar repassar a nossos leitores a importância dessa conquista. O que não se pode descrever é a emoção da equipe ao ver seu nome citado, por nove vezes, entre os finalistas de 16 categorias disputadas. Mais do que isso, por nove vezes, o nome de Curitibanos esteve em destaque em uma premiação estadual, onde estavam presentes autoridades como a vice-governadora do Estado Daniela Reinehr.

No entanto, a equipe sabe que sua responsabilidade só aumenta após esse resultado. Ainda há muito a ser feito para levar, não só à disputa estadual, mas à casa dos leitores, um jornal melhor. É esse o desafio do "A Semana". Passada a euforia das conquistas, a hora é de avaliação e planejamento. Hora de preparar o solo para a próxima colheita. Como fazer isso será motivo para reuniões e discussões na Redação, mas, o principal - a vontade de fazer - já está embutido em toda a equipe.

Fazer o que se gosta, segundo especialistas em carreira, é o segredo para um trabalho bem feito e dedicar-se exige um estímulo, um "algo a mais" que não se limita a um bom salário. No "A Semana", o incentivo vem através de prêmios, como os conquistados recentemente, mas também dos leitores, que avaliam semanalmente nosso trabalho e contribuem, de forma essencial, com as histórias registradas em nossas páginas. É o que inspira a equipe a manter o foco e a vontade de fazer um "jornalismo de gente grande" e, por isso, essa é uma conquista não só do "A Semana", mas de todos os seus leitores.



EDITORIAL
17 Agosto 2019 08:30:00


(Charge: João Moraes)

Trabalhar em meio à natureza, sem chefe e sem horários fixos a cumprir parece o emprego dos sonhos para muita gente. Mas a realidade é bem diferente quando observamos a rotina do pequeno agricultor, que enfrenta todo tipo de dificuldade para garantir que os esforços de seu trabalho sejam compensados com uma colheita farta.

Ali, em suas lavouras, está exposto a Sol intenso, chuva, frio e aos riscos constantes de contaminação pelo uso de defensivos agrícolas, que, ao mesmo tempo que favorecem suas plantações, vão minando sua saúde. Além disso, sofre todo tipo de consequência de um trabalho desgastante física e mentalmente, convivendo todos os dias com a incerteza sobre o futuro.

Em meio a um cenário estressante, muitas vezes, o agricultor esquece do cuidado com sua saúde, deixando em segundo - ou até em último - plano exames que são poderosos aliados para prevenir doenças ou evitar seu agravamento. Para chamar a atenção do homem do campo para essa necessidade e facilitar seu acesso a cuidados médicos, neste sábado (17), a Secretaria de Saúde de Curitibanos realiza o Dia D dedicado à saúde do trabalhador rural, concentrando serviços no Parque Pouso do Tropeiro e oferecendo exames rápidos e gratuitos.

A iniciativa é louvável e importante, mas quem determinará seu sucesso é o próprio agricultor, a partir de sua participação. Mais do que isso, cabe a ele que a ação não seja temporária, mas que mantenha seus resultados através da mudança de hábitos para uma vida mais saudável, colocando em dia seus exames e vacinas e seguindo os encaminhamentos dos profissionais de Saúde.



10 Agosto 2019 08:30:00
Autor: Por AS


(Ilustração: João Moraes) /


Nem mesmo o frio do último fim de semana interferiu na participação dos Jogos Escolares de Santa Catarina (Jesc), que Curitibanos sedia até este sábado (10). Essa edição foi recorde em presença. Isso porque, o município está no centro do Estado. Então, seja do lado norte, sul, leste ou oeste, todos puderam chegar com mais facilidade na competição. Ao todo, serão oito dias de competições, nove modalidades esportivas em disputa e cerca de 2.800 estudantes, de 12 a 14 anos, de escolas catarinenses. Nesses dias de Jesc, holofotes e celulares estiveram apontados para Curitibanos.

Curitibanos entrou de vez no mapa e no coração do esporte catarinense. Em 2017, sediou os Jesc de 15 a 17 anos e, em 2018, os Joguinhos Abertos de Santa Catarina. Além de incentivar crianças e jovens a desafiar seus próprios limites, a prática também movimentou economicamente o município. Uma vez que, todos os insumos das alimentações dos atletas foram comprados na região e a rede hoteleira hospedou vários integrantes da Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte).

Com base em dados da Fesporte, a movimentação no município foi tanta, que cerca de 4.500 estiveram envolvidas no evento. Ou seja, novos visitantes e novos consumidores na cidade. Somente em refeições, foi uma média de 3.900 toneladas por dia, sem contar o café da manhã. A média, segundo os organizadores, é de 16,1 toneladas durante os jogos.

Investir no esporte é pensar além. Investir no esporte é atender âmbitos, como saúde, educação e segurança. As crianças e adolescentes que não tem tempo ocioso, não pensam em criminalidade. Sem contar que o desporto faz com que a realidade do praticante seja transformada. Uma das principais mudanças, é em si mesmo. É aflorada a vontade de lutar e vencer na vida.



03 Agosto 2019 11:40:00

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(Charge: João Moraes) /

Na última semana, a região de Curitibanos passou a acompanhar índices nacionais nada positivos. Os registros de duas tentativas de feminicídio, uma em Frei Rogério e outra em Curitibanos, acenderam uma questão que precisa ser debatida há muito tempo na sociedade. O ápice do egoísmo machista é a tentativa de tirar a vida de uma mulher depois que dela já se tirou tudo: a autoestima, a carreira profissional, a autoconfiança, o apoio dos amigos e da família.  

A delegada de Proteção a Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI), Brícia Carolina Costa e Rosa muito bem alerta que a violência doméstica cresce de forma gradual e nunca inicia com uma tentativa de assassinato mas, atitudes podem demonstrar que este pode ser o desfecho de uma relação que iniciou com amor mas agora já predomina estupidez e agressividade.

Mulheres, vocês não são submissas e não precisam de um homem para provar sua feminilidade, sustentar uma família ou serem felizes. Busquem ajuda quando qualquer "companheiro" insinuar que possuí poder sobre seu comportamento, ou qualquer ciúme excessivo, isso não é uma atitude saudável e, na maioria das vezes, quem está vivendo a relação não consegue identificar o risco que corre.

Os crimes "passionais" normalmente não podem ser previstos, acontecem no calor do momento de uma discussão. Em geral, é a ação que vem depois de uma série de agressões e humilhações. A DPCAMI trabalha com a intenção de proteger todas as mulheres que estão vulneráveis. Não tenham medo ou vergonha de pedir ajuda. Uma equipe de mulheres atenciosas e preparadas para identificar qualquer abuso de relação estão disponíveis gratuitamente para evitar que o pior possa acontecer. Se você, mulher, passa por qualquer tipo de opressão entre quatro paredes, vá até a Dpcami, no bairro Bom Jesus, e peça uma Medida Protetiva, afaste quem não te acrescenta. Cuide de si. Você não está sozinha.



EDITORIAL
27 Julho 2019 08:30:00


(Charge: João Moraes) 

Um segundo de descuido no trânsito pode mudar o trajeto da vida de uma família inteira. A desatenção no volante é uma irresponsabilidade que precisa acabar. Motoristas e pedestres devem se conscientizar que o celular divide uma atenção muito necessária para a segurança de si e dos outros nas ruas.

O momento de enviar uma mensagem, ouvir um áudio, postar uma foto bacana, ou apenas ligar para avisar que já está chegando não é atras do volante com o pé no acelerador. O recado pode ser dado depois, e deve ser compartilhado quando o carro estiver estacionado. O uso do celular no trânsito tem causado mais acidentes que motoristas dirigindo embriagado.

Os números assustam, mas a ansiedade de atualizar as redes sociais e compartilhar os pensamentos que passam pela cabeça durante a direção parecem ser mais importantes que a própria vida. São os valores invertidos que estão tomando conta da sociedade, mas ainda é possível frear essa onda e orientar os motoristas que dirigir precisa de responsabilidade e muita atenção.

Não basta apenas respeitar o limite de velocidade e as sinalizações, é necessário entender que a atenção é o princípio da direção segura. Dividindo o olhar entre tela e estrada é possível não perceber que o trânsito parou ou que o pedestre avançou . A conscientização precisa ir além da multa, o dinheiro vai e volta, a vida não.

Trânsito não é brincadeira, direção irresponsável mata e deixa sequelas. Que todos os motoristas embarquem em seus veículos com a atenção voltada ao trânsito, dirigindo com as mãos no volante e deixando seus celulares de lado. Que todos os motoristas trafeguem com atenção, e compartilhem, e chequem suas mensagens depois.



20 Julho 2019 08:30:00


(CHARGE: JOÃO MORAES)

Morar em cidade pequena e de interior é certeza de proximidade com os vizinhos. É comum que as pessoas se conheçam e o clima de união seja mais presente. Viver em sociedade nem sempre é fácil, cada um tem sua forma de pensar e viver, mas, no fim das contas, somos todos iguais e pessoas que estão lutando para ter condições dignas de vida e o melhor padrão de conforto possível. Pensando nisso, não há motivos para não nos ajudarmos na hora de manter a segurança de onde vivemos.

Para colaborar com a garantia de ruas e bairros mais seguros, a Polícia Militar desenvolve o projeto Rede de Vizinhos, realizado em parceria com a comunidade. Cada grupo de moradores da mesma rua se une e se comunica via WhatsApp, onde qualquer ação identificada como suspeita na rua é comentada e, caso tenha necessidade, os policiais são chamados para intervir. Com isso, a PM aponta resultados positivos na redução da criminalidade, principalmente na questão de furtos, algo corriqueiro nos boletins de ocorrência.

É nítida a falta de mão de obra e equipamentos para tamanho trabalho de segurança pública no município, região e país. Cada vez mais, é preciso utilizar o que está disponível de forma inteligente e eficaz e, por que não, contar com o apoio de moradores que sabem,como ninguém, sobre a realidade de seu dia a dia? Não há custo para participar de uma célula da Rede de Vizinhos, apenas o valor da placa de identificação, que deve ficar fixada em frente à residência, garantindo que todos saibam que ali mora alguém que faz parte de um grupo de pessoas que estão se protegendo em conjunto. 

Curitibanos conta com 27 células formadas e duas em formação, com objetivo de ampliação do atendimento para todos os bairros, aumentando a sensação de segurança no município, para que, através da comunidade unida, todos se sintam mais protegidos.


EDITORIAL
13 Julho 2019 10:54:00
Autor: Por AS

O período é de folga, mas também de planejamento


(Charge: João Moraes) /

Para as famílias que programam férias durante o mês de julho, este ano, a data precisou ser adiada em Curitibanos, devido realização dos Jogos Escolares de Santa Catarina (Jesc), que vai reunir mais de três mil atletas de 12 a 14 anos, vindos de todo o Estado para disputas esportivas no município. O período tão aguardado de descanso, é momento de planejar a sequência do ano, além de aproveitar o que a cidade tem a oferecer.

A realização do Jesc vai modificar a paisagem curitibanense, com delegações uniformizadas de dezenas de cidades e atividades incomuns nas praças esportivas locais, oportunizando conhecimento na área, novas amizades e lazer para os dias de descanso dos livros. O período é de folga, mas também de planejamento do segundo semestre escolar, pausa importante para impulsionar o aprendizado na volta às salas de aula. Em Curitibanos, as opções para o período de folga são, além do esporte, diversão em praças, parques, cinema, caminhadas e atividades diversas ao ar livre.

Aproveitando para melhorar a educação oferecida, equipes técnicas e professores estaduais e municipais estarão, nas próximas semanas, passando por aperfeiçoamento de diretrizes a serem utilizadas com os estudantes, tornando o ato de aprender mais produtivo e com solidez na vida das crianças e adolescentes.

Em muitas rodas de conversa, a impressão é que o ano está passando depressa demais, exigindo melhor planejamento para que as promessas feitas no início de janeiro, ainda possam se tornar realidade até o fim de 2019. Se de um lado o ano tem se mostrado desafiador, de outro tem oportunizado que a criatividade seja posta em prática para contorno e resolução de problemas, fazendo das férias escolares, um alerta para a preparação da chegada de mais um novo ciclo.



06 Julho 2019 08:30:00
Autor: Por AS


(Charge: João Moraes)


O envelhecimento da população brasileira tem indicado que é urgente a necessidade de políticas públicas voltadas à terceira idade. Ao contrário do que tem se visto, é preciso que novos locais de atendimento especializado sejam criados, oportunizando que o idoso tenha suas necessidades supridas. As discussões são imediatas, com objetivo de conduzir a propostas realistas para este novo momento da população.

A realidade tem mostrado que, além de todos os desafios característicos da idade, com questões de saúde e mobilidade, a falta de opções de moradia e cuidados, também tem sido frequente, exigindo que, desde já, todos comecem a pensar em que tipo de velhice desejam ter. Pensar no futuro nem sempre faz parte do dia a dia da população, mas, em Curitibanos, por exemplo, há somente um Lar de Idosos, onde há fila de espera para atendimento, não havendo outras opções de moradia, caso se chegue à terceira idade sem ter onde residir.

Depois de uma vida inteira de trabalho e atividades variadas, muitas vezes, após criar filhos, netos e bisnetos, o idoso se vê solitário, convivendo com o abandono e falta de cuidados. Com baixo poder aquisitivo, a falta de conforto se torna eminente, resultando em doenças e o triste fim de uma vida cheia de realizações.

Até a década de 1950 ou mesmo 1960, as características demográficas do país indicavam uma população bastante jovem, com altas taxas de fertilidade e taxas de mortalidade que apenas começavam a diminuir. A partir de então, teve início um processo de redução das taxas de fertilidade que, nos últimos anos, vem se acelerando. As estimativas indicam que os brasileiros, em 2020, terão mais chances de ultrapassar os 70 anos, havendo necessidade premente de métodos inovadores que possam contribuir para uma atenção ao idoso, em bases humanísticas e, ao mesmo tempo, compatíveis com a realidade socioeconômica do município e região.



EDITORIAL
29 Junho 2019 07:00:00


(Charge: João Moraes)/

Responsáveis por dar verdadeira lição de união e busca por direitos ao país, neste domingo (30), é dia daqueles profissionais responsáveis pelo transporte de tudo que é utilizado dentro e fora do Brasil e que, mesmo diante de conflitos, seguem na batalha por sua categoria. Que o Dia do Caminhoneiro sirva de momento para reflexão de quais condições de trabalho estão sendo oferecidas para setor tão imprescindível para economia e manutenção do país.

No ano passado, exercendo de seu direito democrático, os caminhoneiros mostraram sua força quando iniciaram greve geral, deixando as cidades desabastecidas e, somente assim, se fazendo ouvir pelos governantes sobre os problemas encarados em seu dia a dia. A indignação dos profissionais é justa, precisando de melhores condições de trabalho e preço de combustível justo, valorizando tarefa tão fundamental para os brasileiros.

A categoria, além de precisar se acostumar com os desafios das estradas, precisa conviver com a saudade e a distância de seus entes queridos. Muitas vezes, acabam perdendo o crescimento dos filhos, por estar viajando para outros estados e até países. Neste momento, a tecnologia é aliada para manter o contato, mas é preciso refletir, que dentro das cabines dos caminhões, está um ser humano cheio de histórias e lutas pessoais.

Responsáveis pelo transporte de toda riqueza produzida, não há mais espaço para achismos e ideias pré-concebidas sobre a classe. A paralisação mostra, até hoje, que os caminhoneiros são os responsáveis pelo sangue que corre nas artérias do Brasil, alimentando as fomes e o processo econômico de produtos e serviços em toda a sua cadeia. Se a sociedade brasileira deseja superar o ciclo de problemas financeiros, é passada a hora de investir em condições dignas para profissionais tão importantes.



22 Junho 2019 07:49:00


(CHARGE: JOÃO MORAES)

O Inverno começa nesta sexta-feira (21) e, com ele, começa, também, o período de reforçar os agasalhos, caprichar nas comidas e bebidas quentes e tirar as cobertas mais pesadas do armário. Há quem aguarde com ansiedade a chegada do frio - que este ano veio bem mais tarde - e há quem veja na estação uma verdadeira tortura. 

Mas o impacto do Inverno, principalmente em regiões de temperaturas baixas como a nossa, vai bem além de agradar ou desagradar a população. A intensidade e a regularidade com as quais o frio chega influenciam diretamente a economia.

Em Curitibanos, a demora para que as temperaturas começassem a cair já faz com que muitas lojas apostem em promoções de artigos da estação, para incentivar as compras e movimentar o estoque.

Em anos anteriores, a procura por botas, casacos de lã e jaquetas já podia ser observada no início de maio, mas, este ano, o consumidor está reticente quanto a investir nesse tipo de compra.

"A intensidade e a regularidade com as quais o frio chega influenciam diretamente a economia"

O impacto é ainda maior na área rural. As condições climáticas são fatores que afetam diretamente o plantio e, consequentemente, a renda dos agricultores. Para este ano, a previsão é de um Inverno instável, com intervalos irregulares entre frio e calor, chuva e Sol, o que acende uma luz de alerta entre os produtores, preparando-os para uma safra difícil em qualidade e quantidade. Mais uma vez, a incerteza sobre a colheita vai tirar o sono de muitos agricultores. 

E a realidade do campo é sentida também na cidade. Com menos oferta nas prateleiras, a tendência é de preços mais altos para o consumidor final nos supermercados, causando mais um impacto financeiro importante.

A dica para enfrentar os efeitos da estação na economia é a mesma que deve ser seguida para amenizar os efeitos na saúde: prevenção. Acompanhar as previsões climáticas e antecipar os cuidados com a produção são formas de amenizar os impactos do clima instável, chuva irregular e geadas tardias previstos para esse Inverno.


15 Junho 2019 08:30:00


(Charge: João Moraes)


Que o Brasil precisa de reformas, ninguém questiona. Chegamos a um ponto onde, se nada for feito, nosso destino é o fundo do poço. Então, é importante começar a arregaçar as mangas e encarar os desafios com uma atitude mais ativa: chega de discursos, vamos fazer.

O novo governo federal, assim que assumiu, colocou como prioritária, entre tantas reformas necessárias, a da Previdência. Assunto polêmico e que precisa de um amplo estudo para ser votado de forma que traga bons resultados e não cause ainda mais estragos.

Os defensores da proposta apresentada pelo governo garantem que essa é a única forma de colocar as contas em dia, podendo gerar uma economia superior a R$ 1 trilhão em dez anos. Ótima notícia, mas não se pode esquecer que a Previdência refere-se diretamente a pessoas, ao futuro de todos que trabalham e contribuem com ela. Qual seria o impacto dessa economia na vida real de aposentados e pensionistas?

Sim, todos sabem que há muitas falhas a serem corrigidas em nosso defasado e ineficiente INSS, mas nivelar por baixo é um risco que não se pode correr. É importante, sim, fazer um pente-fino, descobrir onde o dinheiro está escoando de forma incorreta, consertar os erros e punir as fraudes. Mas também é importante garantir a quem, em seu futuro, dependerá exclusivamente desse dinheiro, que possa contar com ele para ter uma velhice digna.

Entre os opositores do projeto, o argumento é que cortar apenas na Previdência não será suficiente para fechar o rombo dos cofres federais. É preciso ir mais fundo, cortar mais e fechar de vez as torneiras por onde os recursos escorrem sem controle.

A nós, simples brasileiros, expectadores do teatro encenado em Brasília, resta a torcida para que o contingenciamento de verbas chegue também aos altos escalões, onde as cifras são astronômicas e, na maior parte das vezes, supérfluas. Não seria essa, talvez, uma das formas de economia que o país tanto precisa? Assim como na economia doméstica, seria interessante ver o que acontece quando se corta gastos desnecessários, priorizando apenas o que realmente faz diferença. Vale a tentativa, para evitar que a aposentadoria dos brasileiros acabe se tornando um artigo de luxo.


EDITORIAL
11 Junho 2019 09:00:00
Autor: Por AS

Curitibanos não deixa de guardar a vida tranquila da cidade de interior


(João Moraes) /

Receptiva para quem chega e acolhedora para quem aqui nasceu ou se instalou, assim pode começar a ser definida a cidade que nesta terça-feira (11), comemora 150 anos de emancipação político-administrativa. Curitibanos teve sua origem num pouso de tropeiros da Estrada das Tropas, chamada, inicialmente, "dos Conventos". A estrada servia de passagem para o gado dos campos do Sul em direção às feiras de São Paulo.

Nestes 150 anos de história, a cidade tem demonstrado que é capaz de manter vivas suas tradições sem deixar de incorporar novidades que contribuam com seu desenvolvimento. Palco de revoluções, como a Farroupilha, Federalista e a Guerra do Contestado, estas terras guardam em sua história as marcas de luta e união de um povo trabalhador e que busca pelo desenvolvimento do local onde vive.

Já respirando ares de cidade grande, com indústrias, universidades, comércio diversificado e hospital de ponta, Curitibanos não deixa de guardar a vida tranquila da cidade de interior, onde as pessoas se conhecem, cuidam umas das outras e se importam com o que acontece com o próximo, sendo caracterizados por serem bairristas e defensores dessa personalidade local.

Para valorizar esta história e eternizar estes momentos em páginas impressas, o Jornal "A Semana" está lançando o caderno especial "Curitibanos 150 anos" e um guia informativo, servindo como uma vitrine do que a cidade tem a oferecer, mostrando como a cidade está se desenvolvendo e se preparando para um crescimento em todo seu potencial, parabenizando a todos por estes 150 anos e se orgulhando de ter a oportunidade de fazer parte desta história.



01 Junho 2019 07:00:00


(Charge: João Moraes) /

O dia 4 de junho marca uma data que ninguém gostaria de lembrar. O Dia Internacional das Crianças Vítimas de Agressão levanta um assunto pouco falado, mas muito praticado dentro dos lares. Apesar de chamar atenção para as agressões, a pauta levanta discussões em torno de todos os abusos que as crianças podem sofrer dentro de casa.

Traumas psicológicos e sexuais são marcas que os pequenos podem levar por toda a vida. Indefesos, são encantados com chantagens, presentes e carinhos de pessoas que confiam, mas depois, se transformam em terríveis monstros. Primeiro começa um carinho mais invasivo, depois as chantagens e os pequenos anjos, que ainda não conhecem as maldades do mundo, nem imaginam que podem ser vítimas de uma pessoa sem coração.

É preciso lutar contra a violência, sim, mas também é preciso cuidar cada vez melhor dos futuros homens e mulheres da nossa sociedade. O diálogo sempre é o melhor caminho. Trazer os pequenos para perto e conversar como foi o dia deles, sobre quem são seus amigos, sobre seus medos, e sonhos é o melhor caminho para que, se um dia, qualquer aproveitador queira se prevalecer sobre sua cria, ela tenha abertura e confiança para alertar antes que qualquer crime ocorra, mesmo sem saber que está correndo risco.

É preciso estar atento e desviar os olhares através das telas e olhar olho no olho, educar, orientar, sem deixar brecha para que qualquer ser mal-intencionado se aproxime. Não é fácil e a culpa não é da vítima ou dos que a amam. O culpado é o agressor, mas se estiver atento aos sinais e puder evitar, um pequeno anjo não precisa crescer com o trauma de ser uma vítima. Uma criança muito agressiva, quieta, ou muito chorosa pode estar passando por alguma violência. É preciso escutar os sinais.


25 Maio 2019 13:02:00


(CHARGE: JOÃO MORAES)

Só quem acompanha a rotina de um agricultor consegue medir a dimensão das dificuldades para manter seu trabalho, que inicia ao raiar do Sol e encerra quando ele já está se pondo. Dia após dia, precisa de esforço para não cair a qualidade do que é oferecido aos seus clientes. Além disso, tem de contar com a sorte para que o clima seja favorável a sua produção: em dias, precisando de chuva; em outros, precisando que ela pare para que o plantio não seja prejudicado. 

Depois de tudo isso, ainda precisa travar verdadeira batalha para garantir preço justo e espaço no mercado. Vivendo em meio à crise financeira há alguns anos, produtores de alho estão, novamente, passando por dificuldades para se manter no mercado. Em recente audiência pública, representantes dos agricultores da região foram até Brasília para reivindicar melhores condições de mercado para o alho nacional, valorizando o que é produzido no país e garantindo continuidade ao trabalho aqui realizado.

"Está mais que na hora de o setor ter o reconhecimento e atenção devidos"

De acordo com o Censo Agropecuário, realizado pelo IBGE, Frei Rogério foi o segundo município que mais produziu alho em Santa Catarina, seguido por Curitibanos, que ficou em terceiro lugar. Projeções de associação do setor indicam que, se a crise não for revertida, somente este ano, cerca de 20 mil trabalhadores rurais serão demitidos em razão da crise provocada pela concessão de liminares e pelos altos custos de produção.

Está mais que na hora do setor ter o reconhecimento e atenção devidos, tanto para melhoria e continuidade da produção, quanto para proporcionar estabilidade ao produtor, que, mesmo diante das dificuldades impostas pelo momento desfavorável, não deixou de plantar e segue colocando a região no mapa do alho nacional.


EDITORIAL
18 Maio 2019 11:37:00

Se o consumidor paga, é seu direito ter o retorno garantido por seu investimento


(Charge: João Moraes)

A falta de energia elétrica é algo que já tem se tornado característico e problema crônico em Curitibanos e região, que frequentemente precisa enfrentar as dificuldades resultantes da falta de distribuição. Por um lado, moradores e empresários clamam por uma solução efetiva, uma vez que a consequência tem sido de prejuízos pagos por todos; por outro lado, está a Celesc trabalhando com efetivo restrito e precisando percorrer centenas de quilômetros de fios, para encontrar e solucionar os problemas, restabelecendo a distribuição.

O problema não é de hoje, mas sim, comum em épocas de chuvas acompanhadas de ventos, criando cenário perfeito para interrupção do fornecimento da eletricidade. O homem não manda nas forças da natureza, mas é dever de quem presta o serviço de energia elétrica melhorar sua estrutura e equipe de atendimento aos pontos afetados pela escuridão.

Em recente reunião com a Celesc, a Associação Empresarial de Curitibanos (Acic), cobrou uma solução, uma vez que perdas já estão sendo registradas pelo empresariado local e regional. Por outro lado, a Celesc luta com as armas que tem em mãos, primando pela agilidade no atendimento, com foco em reduzir as perdas da comunidade e empresas.

No ano passado, a Celesc participou de audiência pública na Câmara de Vereadores, onde as aves da espécie João-de-barro, foram apontadas como uma das responsáveis pelas constantes falhas. Investimentos foram feitos, alimentadores trocados, energia ampliada, mas o problema tem perdurado. Assim como em outros setores públicos e privados, se o consumidor paga, é seu direito ter o retorno garantido por seu investimento.

A legislação brasileira garante o ressarcimento financeiro aos clientes lesados pela queda de energia. O consumidor deve cobrar quando eletrodomésticos são queimados pelos cortes breves no fornecimento, ou há prejuízo financeiro como o enfrentado pela indústria e pelo comércio em maior escala, mas também pelo consumidor residencial. Enquanto não há solução, os munícipes seguem convivendo com as falhas e esperando pelo dia em que as quedas de energia elétrica deixem de existir.



11 Maio 2019 09:00:00
Autor: Por AS


(Charge: João Moraes)


O segredo do sucesso pode estar ligado a diversos fatores, mas, definitivamente, a modernização tem muito a ver com a garantia da sobrevivência de qualquer marca ou instituição. Os 184 anos da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) são um aniversário que representa a força e a dedicação com que a classe trabalha. Mas, principalmente, com a inovação com que o trabalho é desenvolvido.

Os crimes se reinventam e os profissionais da segurança jamais ficam para trás. A tecnologia que passou a fazer parte do dia a dia dos policiais facilita e agiliza o trabalho da segurança pública e não substitui o trabalho feito pelo homem, apenas contribui. É assim com a tecnologia embarcada e com as câmeras de videomonitoramento instaladas em Curitibanos e que trazem, cada vez mais, a sensação de segurança para a população.

Há 184 anos, um grupo está sempre presente, acordando cedo e dormindo tarde para garantir a segurança de todos. Há 184 anos, os policias vestem suas fardas e deixam seus lares para enfrentar criminosos e proteger a comunidade. Há 184 anos, a Polícia Militar de Santa Catarina realiza um trabalho nobre: cuida dos catarinenses.

Em Curitibanos, a solenidade para comemorar a data aconteceu na sexta-feira (3). Aqui, a Guarnição Especial de Curitibanos (GECt) aproveitou a reunião para promover e homenagear oficiais e inaugurar a Transitolândia, o novo espaço disponibilizado para as crianças aprenderem sobre as leis de trânsito. A Transitolândia também é inovação. Aproximar crianças e autoridades é uma modernização de ensino. Parabéns para a PMSC, parabéns para todos os integrantes da GECt.



04 Maio 2019 07:00:00


(Charge: João Moraes) /

Ter a oportunidade de viajar para qualquer lugar ou universo sem sair de casa, é um dos benefícios da leitura, que te proporciona conhecimento deste e de outros mundos. Seja de ficção ou histórias reais, a literatura representa grande passo para a aquisição de conhecimento. Em Curitibanos, diversas pessoas estão realizando o sonho de escrever seu próprio livro, como a colunista Natália Sartor de Moraes e o sargento Márcio Pedrão, mostrando ser um sonho possível de realizar e oportunizando que os conterrâneos ampliem seu leque de conhecimento.

Desde já, estamos nos preparando para mais uma Semana Literária, que, este ano, trará nomes nacionais para discussão sobre literatura, cotidiano, dando acesso ao mundo dos livros para todas as pessoas. A leitura oferece, também, contribuição no funcionamento e desenvolvimento do pensamento crítico, levando o leitor a questionar e a avaliar a vida, sob todos os aspectos.

Como um verdadeiro nascimento, o lançamento de um livro exige entrega e coragem de um escritor, sendo reflexo de sua capacidade. Através da Semana Literária, eles terão a chance de mostrar sua obra, pois além de escrever, o que vem depois são muitos livros que precisam ser distribuídos para que as pessoas leiam, com trabalho de divulgação e muito empenho.

Vivemos numa era em que para nos inserir na sociedade, devemos possuir boa formação cultural e muita informação. Nada melhor para obtê-las do que sendo leitor assíduo, pois quem pratica a leitura está fazendo o mesmo com a consciência, o raciocínio e a visão crítica.

A leitura tem a capacidade de influenciar nossa maneira de agir, de pensar e até mesmo de falar, além de ser grande agente transformador no país. Diante de tudo isso, sabe-se que o mundo da leitura pode transformar, enriquecer culturalmente e socialmente o ser humano. Não podemos compreender e sermos compreendidos sem sabermos utilizar a comunicação de forma correta e, portanto, torna-se indispensável à intimidade com a leitura. Cabe a nós, incentivar a leitura, escrita e valorizar os escritores locais. 



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