Curitibanos,
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18 Maio 2018 00:00:00

Não somente quando se é criança que as pessoas devem ser imunizadas



A vacinação existe para que as pessoas possam se prevenir de alguns males que podem atingir o organismo humano, mas algumas vezes a importância de precaver é deixada de lado. No último fim de semana, aconteceu o Dia D da campanha de vacinação contra a Gripe e a procura foi baixa por parte da população, o que preocupou os responsáveis pela saúde municipal. 

São criados alguns grupos de riscos para deixar um alerta de quem está mais suscetível a ter contato com doenças e dá-se aí, a importância de ir regularmente ao médico para fazer exames de rotina. Diariamente e, em todos os lugares, estamos expostos a diversas bactérias e por mais resistentes que pensamos que sejamos, nosso corpo pode ser facilmente atingido por uma pequena gripe, que caso não cuidado, se tornará algo pior.

Conforme dados do Portal Brasil, atualmente, nosso país é um dos que oferece o maior número de vacinas à população, disponibilizando mais de 300 milhões de doses anuais de imunobiológicos, entre vacinas, soros e imunoglobulinas. Além de que, 96% das vacinas oferecidas no Sistema Único de Saúde (SUS) são produzidas aqui no Brasil.

Acredita-se, que a erradicação de muitas doenças no Brasil, veio somente através das vacinas, como a poliomielite e varíola, e a eliminação da circulação do vírus autóctone do sarampo, desde 2000, e da rubéola, desde 2009. Então, pode-se observar que não somente quando se é criança que as pessoas devem ser imunizadas, mas, também, após adultos, precisam renovar as doses, como a do tétano, gripe e rubéola, por exemplo, para evitar o contato com esses vírus e bactérias.

Quanto mais pessoas estiverem vacinadas, maior será a proteção da comunidade como um todo. O Ministério da Saúde disponibiliza vacinas gratuitas para muitas finalidades, basta acompanhar o calendário dos postos de saúde mais próximos de sua residência.



11 Maio 2018 11:20:00
Autor: Editorial / Jornal A Semana

'Tanta movimentação em torno da festa demonstra a importância que têm para o município'



Este fim de semana, curitibanenses têm programação pronta e destino certo. Como todos os anos, o Parque Pouso do Tropeiro será o ponto de encontro de famílias e amigos, atraídos não só pelos shows da Expocentro, mas por todo o clima que envolve a festa.

Durante três dias, Curitibanos muda sua cara e recebe pessoas de todos os lugares. Muitos visitantes vêm à cidade pela primeira vez; outros são filhos da terra, que se ausentaram, por diferentes razões, e retornam para prestigiar a maior festa da região e reencontrar amigos e familiares. Para quem mora em Curitibanos, a Expocentro é o assunto mais comentado e, em muitos casos, o mais esperado - principalmente depois que o evento tornou-se bienal.

Tanta movimentação em torno da festa demonstra a importância que têm para o município. Comerciantes, empresários e comunidade veem, na Expocentro, mais do que apresentações culturais e shows musicais. Além das opções de divertimento e confraternizações que a festa proporciona, o comércio local é aquecido pelo expressivo volume de vendas, uma vez que a participação em um evento tão especial exige, da mesma forma, um investimento em roupas, calçados e acessórios. Como anfitriões que são, os curitibanenses querem estar bem em sua festa maior, para bem representar a cidade para os visitantes.

Além disso, com uma programação de lazer ainda tímida, Curitibanos oferece, com a Expocentro, um período diferente de tudo o que os curitibanenses vivem em seu dia a dia. E o efeito que a festa produz faz questionar se não seria possível pensar-se em um calendário anual de eventos, diversificado e que movimentasse a cidade. Nada de grandes proporções, sabendo-se do custo que uma grande festa exige dos cofres públicos, mas ideias simples, pequenas atrações que sirvam para entreter, integrar e, mais do que isso, movimentar a economia local.

Para gestores públicos, investidores, comerciantes e comunidade, a Expocentro tem atrativos diferentes. Cada um encontra, na maior festa curitibanense, suas razões para apreciá-la e para participar. Por isso, neste fim de semana, é ela a grande estrela da cidade.



04 Maio 2018 00:00:00

'O que faz a diferença no 'A Semana' são as pessoas'



A Redação do "A Semana" está em clima de nostalgia e comemoração, com a circulação do caderno especial que marca dos 35 anos do jornal em Curitibanos e região. Das antigas máquinas de escrever, fotografias analógicas e montagem manual das edição, passamos para uma produção totalmente tecnológica, que contribuiu não só para a agilidade em transmitir as informações, mas principalmente com a qualidade do material que levamos, semanalmente, a nossos leitores. 

No entanto, em meio a tantas opções e tecnologias, o que faz a diferença no "A Semana" são as pessoas. E não só as pessoas que trabalham diariamente para produzir um jornal informativo e profissional; mas todas as pessoas que incentivam nosso trabalho com sua confiança, demonstrada no ato de comprar a edição, assinar, ler, anunciar, compartilhar suas experiências conosco.

Para quem viu o "A Semana" nascer e dar seus primeiros passos, fica evidente que, aos 35 anos, o jornal atingiu maturidade e ganhou em qualidade técnica, gráfica e editorial, tornando-se um meio de comunicação essencial para registrar a história da região onde circula. E esse, talvez, seja um dos principais compromissos do jornalismo de interior. As nossas histórias, a nossa cultura e os nossos desafios, muitas vezes, não chegam à imprensa dos grandes centros, mas, através dos jornais locais e regionais, é possível garantir que não se percam e possam ser conhecidos pelas gerações futuras.

É pensando nisso que, a cada edição de sexta-feira, projetamos melhorias, mudanças e aperfeiçoamos um produto curitibanense feito para quem é do município e da região. Cada edição é cuidadosamente pensada e produzida com paixão por quem aprendeu a amar a notícia e levá-la da melhor maneira à comunidade local.

O compromisso do "A Semana" com a idoneidade e credibilidade da informação que imprime em suas páginas - e mais recentemente posta em sua versão online - tem sido a mola propulsora desses 35 anos. Um compromisso reconhecido pela população que nos acompanha e que, a cada nova edição, nos motiva a fazer ainda mais e melhor, para fazer da história da nossa gente, também a nossa história.



27 Abril 2018 00:00:00

Vítima das próprias escolhas, a pessoa se vê sem saída



Seja num ponto de ônibus, na sinaleira, se escondendo do Sol ou da chuva em pontos marginalizados das cidades, moradores de rua estão cada vez mais presentes em toda sociedade e essa, é uma realidade que já chegou em Curitibanos e região. 

Partindo da ideia de que ninguém quer viver à margem ou abandonado, é importante parar e pensar em como um morador de rua chegou até aquela situação. Muitas vezes, vítima das próprias escolhas, a pessoa se vê sem saída e se entrega para vícios difíceis de ser superados. Mas acima de qualquer problema que ele possa vir a causar, ele é um ser humano, que tem uma história para ser investigada e, na maioria das vezes, tudo o que precisa é de ajuda para sair da situação em que se colocou ou em que foi colocado quando jogado a margem de uma sociedade imersa em regras comportamentais.

Nós, enquanto sociedade, devemos ver além das roupas sujas, rasgadas e da falta de higiene pessoal, pois atrás de todo este aspecto deplorável, existe uma pessoa e ela precisa de encaminhamento, seja para Assistência Social ou Saúde. Mais que um problema social, de Saúde e de segurança pública, a mendicância nos alerta para uma realidade de abandono que cresce na mesma velocidade que o desenvolvimento das cidades.

Não alimentar a mendicância pode ser uma alternativa para diminuir o problema, pois não se sabe o destino que terá o dinheiro entregue a esses desconhecidos, que pode ser usado para alimentar vícios e aumentar, ainda mais, o problema. Talvez, se começarmos pelo respeito, chamar as instituições responsáveis pelo atendimento e lembrar que estamos tratando de seres humanos, seja um pequeno passo para a resolução e melhoria da vida em sociedade como um todo. Até lá, o que veremos são vidros de veículos fechados, transparecendo a barreira que ainda diferencia as pessoas entre boas ou ruins, comuns em todas as comunidades.



20 Abril 2018 11:16:00

O esporte é capaz de unir pessoas de todas as tribos



Ginásio lotado e torcida apaixonada são características dos curitibanenses e visitantes da região, que no último sábado (14), mostraram mais uma vez que o esporte é capaz de unir pessoas de todas as tribos para momentos únicos de vida em comunidade. Neste dia, iniciou mais um Campeonato Municipal de Futsal Indústria e Comércio, com desfile das equipes e atração cultural no Ginásio Onofrão. 

Conhecida no Estado por acompanhar o time do município, a torcida apaixonada por futsal fez bonito mais uma vez. Independente do time pelo qual estão torcendo, a verdade é que o futsal une os curitibanenses e até visitantes de cidades vizinhas. Os ginásios ficam lotados em todos os jogos e, observando a torcida, percebe-se que, nas arquibancadas, pessoas de todas as idades estão reunidas com o único propósito de apoiar o esporte amador local.

Homens e mulheres gritam um só hino, o do respeito, que impera mesmo nas disputas mais ferrenhas. Além deles, as crianças são responsáveis por verdadeiros shows no intervalo, com todos em quadra aprendendo desde cedo os valores ensinados pelo esporte, como companheirismo, respeito e união.

É através do conjunto entre organização e torcidas que os campeonatos organizados no município estão resultando em cada vez mais sucesso. Em nossa terra, o esporte une, agrega e traz benefícios para toda a comunidade, que pode confiar nos organizadores para momentos de lazer entre familiares e amigos. Mais que apenas disputas nas quatro linhas da quadra, o futsal é sinônimo de união.

Este ano, o Jornal "A Semana" entrega a taça do campeonato, em comemoração aos 35 anos de circulação ininterrupta na região. Envolvidos desde o início com o esporte local, é motivo de grande honra fazer a entrega de premiação tão importante, que este ano atingiu recorde de inscrições e se transformou na maior competição de futsal amador de Santa Catarina. O Jornal "A Semana" acredita na modificação de vidas através do esporte e, a partir disso, quer comemorar, com as torcidas, todos os lances de mais este campeonato, que já está movimentando todo o futsal regional.



13 Abril 2018 10:13:00

Lula perdeu a luta ao se tornar o que combateu durante tantos anos



O inesperado aconteceu. Quando ninguém mais acreditava na prisão do ex-presidente Lula, o juiz Sérgio Moro pegou a todos de surpresa com um mandado de prisão em toque de caixa. Concedeu, em respeito ao cargo que Lula exerceu, a oportunidade de apresentar-se espontaneamente à Polícia Federal, sem o constrangimento de ser conduzido, como um criminoso comum, ao local onde iria começar a cumprir sua pena. 

Mas não foi isso o que vimos. Durante quase 48 horas, o que os canais de notícia da TV mostraram foi Lula aquartelando-se no Sindicato dos Metalúrgicos, cercado por militantes que mais pareciam cães de guarda raivosos, num desafio declarado à Polícia Federal: "Vocês sabem onde eu estou, então, venham me prender".

Na iminência de ser preso, Lula retornou a seu local de origem, ao sindicato que o lançou na vida pública. Mas quem estava ali não era mais o Lula de então, um ícone da política nacional, um líder disposto a lutar por seus ideais e, independente de ideologias políticas, uma voz que não deixava de ser ouvida. Tinha tudo para ser um vencedor, mas Lula perdeu a luta ao se tornar o que combateu durante tantos anos.

Ao chegar ao poder, descobriu que a banda de Brasília toca movida a propinas, fraudes, conchavos e negociações nem sempre lícitas. Cedeu e entrou na dança. E foi aí que começou sua derrocada.

Perdeu seus ideais, perdeu respeito e, por fim, perdeu a queda de braço que vinha travando com Sério Moro. Agora, enquanto aguarda que seus advogados consigam uma forma de tirá-lo da "República de Curitiba", assistindo a uma derrota atrás da outra no Supremo Tribunal Federal, Lula deve estar estranhando o silêncio que o rodeia. Onde estão os defensores que ameaçavam "pegar em armas" se ele fosse preso? Onde estão aqueles que iriam parar o país se seu líder fosse condenado? O que vimos foi um protesto que beira o patético, com deputados acrescentando "Lula" a seus nomes parlamentares. Nada que possa ser levado a sério foi feito em sua defesa.

Em seu discurso de "despedida", em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos, Lula incitou os militantes a atos - inclusive de vandalismo - para demonstrar seu descontentamento e afirmou que deixou de ser um ser humano para se tornar uma ideia. Mas esqueceu o mais importante: as pessoas mudam de ideia com o tempo.



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