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Dores de cabeça não são iguais

02 Junho 2018 07:00:00

Hoje é celebrado o Dia Nacional de Combate a Cefaleia

Tatiana Ramos


ATENÇÃO. Dores de cabeça não devem ser ignoradas (Foto: Divulgação)/


Consideradas comuns, as dores de cabeça muitas vezes são ignoradas. É normal uma pessoa com dor de cabeça optar pela automedicação e não buscar um tratamento adequado, o que aumenta os riscos de complicações.

Segundo o neurologista e membro da Sociedade Brasileira e Internacional de Cefaleia Élcio Piovesan, o adequado controle da cefaleia, além de melhorar qualidade de vida, pode evitar outras doenças como depressão, ansiedade e, em casos extremos, doenças cardiovasculares. "Os números são altos e não podem ser ignorados, pois 46% da população tem dor de cabeça ocasional, 42% sofre dor de cabeça do tipo tensional, 11% a 15%, de enxaqueca e 2% a 3%, de enxaqueca crônica", revela.

TIPOS DE DOR DE CABEÇA

ENXAQUECA CRÔNICA - Crises de 15 dias ou mais, com duração de mais de quatro horas por dia, por mais de três meses. Dor de localização unilateral ou bilateral, pulsátil, intensidade moderada ou forte, agravada por atividades físicas rotineiras. Durante uma crise, o indivíduo pode apresentar náuseas ou vômitos, aversão à luz e aos sons.

CEFALÉIA TENSIONAL CRÔNICA - Dor de intensidade de leve a moderada, tipo compressiva (aperto), bilateral, sem vômitos. Crises de dor de cabeça de 15 dias ou mais, por mais de três meses.

CEFALEIA PERSISTENTE - Dor diária, persistente, de moderada a intensa. Pode ser precedida por infecção viral ou assemelhar-se à enxaqueca ou cefaleia do tipo tensional.





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