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SALA DE VISITAS

Um dia após o outro

Cide é apaixonado pela vida e aproveita cada momento

Por Kalyane Alves


(Foto: Rubiane Lima) /

De origem italiana, com fartura na mesa, Cide Alfredo Fontana, 63 anos, filho de João Fontana (in memoriam) e Iracema Ap. Lemos Fontana (in memoriam), cresceu ao lado de nove irmãos. Nascido em Curitibanos, onde conheceu sua esposa Sonia Ortlieb Fontana, gerou os filhos Luísa e Bernardo. Agora, sua árvore genealógica aumentou com o nascimento dos netos Luigi, Matteo, Benício e Felipo. 

Para Cide, independentemente da situação, a vida é bela. O curitibanense tem como lazer principal viajar e já conhece aproximadamente 20 países, mas, apesar disso, seu lugar favorito é Curitibanos. Formado em Arquitetura e Urbanismo e Engenharia de Segurança do Trabalho, prestou,por boa parte da sua vida,trabalho a órgãos públicos.Agora, atua diretamente com segurança do trabalho e é perito previdenciário.

"A Semana" - Que memórias tem da infância e juventude? 

Cide Alfredo Fontana - Minha memória mais antiga é dos meus 5 anos. Foi quando meu irmão, o Marcos, sofreu um acidente de trabalho na olaria e perdeu um braço. Desde então, lembro que sempre trabalhei. Quando não estava na olaria, ia para o sítio. Mesmo sempre trabalhando, o estudo também fazia parte. Até ter um emprego fichado, fiz de tudo: fui garçom, trabalhava em oficina, engraxava sapatos. Aos 18 anos, comecei a trabalhar oficialmente com carteira assinada, em uma empresa que fiscalizava obras e, antes de ir para a faculdade, também trabalhei, por um ano, no Unibanco. Tratando-se de lazer, Curitibanos era forte no carnaval de rua. Íamos ao clube Sete e na boate do Pinheiro Tênis Clube.

AS - Como foi sua construção familiar? 

CAF - Conheço minha esposa desde a época da juventude; depois, fui fazer faculdade fora, mas, mesmo assim, nos aproximamos e estamos há 35 anos juntos. Acredito que o mundo só fica melhor com alguns critérios: 1º, família sólida, sociedade justa; 2º, família desestruturada, sociedade bagunçada. Isso é o que eu penso. A família é a base. Uma família bem constituída, com valores éticos formados, é importante. Nós, os irmãos, nos criamos praticamente todos juntos, uns ajudando os outros. A mãe era nossa espinha dorsal.

Confira a entrevista completa em nossa edição impressa 1883. Seja nosso assinante. 


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