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SALA DE VISITAS

Sala de visitas: Positividade nas escolhas

Mecânico acredita que ser positivo atrai coisas boas na vida

Kalyane Alves


(Foto: Tatiana Ramos) /

Natural de Rio do Sul, Ambrósio Parma, de 66 anos, veio ainda jovem para Curitibanos para trabalhar na área mecânica. Após trabalhar em algumas empresas, fundou a própria oficina, que permanece em funcionamento até hoje. Casado há 48 anos com Ilze Mathias Parma, é pai de Marcio Roberto Parma e Sueli Parma. Ambrósio acredita que a espiritualidade é uma energia fundamental na vida das pessoas. 

"A Semana" - Quem é o Ambrósio?

Ambrósio Parma - Existem vários Ambrósios: o profissional, emocional, aquele que cuida dele mesmo, outro que cuida da família. Tenho que me revezar. Aquele que é meditativo pode entrar em ação quando vou dormir ou de manhã; porém, no trabalho, preciso sempre de foco. Como ser, digo que sou espiritualista. 

AS - Quais as lembranças de sua juventude?

AP - Na minha juventude, morava no sítio, trabalhava na roça e não tinha muito divertimento, devido à cidade ser longe. Trabalhávamos todos os dias e, no domingo, curtíamos a família e descansávamos. Minha juventude de solteiro foi curta, porque casei cedo, aos 18 anos, e estamos juntos há 48 anos. Duas crianças que casaram e deu certo. É uma história interessante, pois o padre não queria nos casar por sermos muito jovens, aí, fiz uma proposta para ele que, trinta anos depois, lhe encontraria e mostraria que deu certo. Dito e feito: com 35 anos de casados, num seminário da Seicho-no-ie, o encontramos e ele disse que não era novidade, pois fazia isso com todos os casais. Quando casei, vim para a cidade e a vida foi se engrenando. O casamento cedo não quer dizer nada, tudo de- pende do amadurecimento, já vem do ser. Tem gente mais velha que não tem maturidade, a idade não importa. 

AS - Por que veio para Curitibanos?

AP - Vim para cá aproveitar o mercado, porque não havia muitos mecânicos aqui. Fiz curso no Senai, em Rio do Sul, de torneiro mecânico. Aqui, existiam três fábricas de serra fita, de serrar madeira, então, eu poderia escolher onde queria trabalhar. Conheci Curitibanos, porque um irmão meu passou por aqui e me contou que tinha trabalho sobrando, então, decidimos vir. Eles precisavam muito de profissional nessa área. Isso foi em 1974. Trabalhei na Molas Mosquito, do tempo que era da família Westphal, saí para trabalhar na Mecavel, da Mercedes, por uma proposta muito boa, e fiquei por 14 anos. Nesse período, morreu o proprietário da Molas Mosquito e fechou o lugar. Vi a oficina montada e parada, então, decidi montar minha própria oficina, onde já estou há 24 anos. 


Confira a entrevista completa na edição 1833 do "A Semana".

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