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SALA DE VISITAS

Saber aproveitar o tempo

Anderson consegue aliar seu dia a dia com a vida de empresário, árbitro e DJ

Por Rubiane Lima


(Foto: Rubiane Lima)/" O trabalho nos ensina e nos faz crescer muito"

Empresário, árbitro, DJ, filho e marido. Assim pode começar a ser contada a história do curitibanense Anderson Passos, 43 anos, filho de Antônio dos Passos e Zenilda Eugênia Albino dos Passos (em memória). Casado com Jaqueline Vieira, Anderson tem o dia a dia agitado, mas acredita que consegue conciliar todas as funções, por ser movido por amor em cada uma das atividades. Apaixonado por Curitibanos, conta que não se imagina morando em outro lugar, por ser o lugar de onde guarda as melhores memórias e conquistas pessoais.

"A Semana" - O que lembra de sua infância e adolescência curitibanense?

Anderson dos Passos - Lembro muito do Colégio Santa Teresinha, onde estavam todos os meus amigos. Naquela época nós brincávamos na rua, não tinha a tecnologia e modernidade que existe hoje. A gente pegava terra, transformava em argila e construía brinquedos. Na maior parte do tempo a brincadeira era na rua, campo de futebol, andar de carrinho de rolimã. Hoje, as brincadeiras são diferentes, mas para nós, era comum ralar o joelho, quebrar dente nos tombos, frear a bicicleta com o chinelo e continuamos vivos e saudáveis. Foi um tempo muito bem vivido e muito bem aproveitado.


AS - Como começou sua vida profissional?

AP - Sempre trabalhei na Casa dos Equipamentos, empresa que meu pai administra desde 1963. Cresci e me profissionalizei dentro da loja, sempre trabalhando ao lado do meu pai. Somos em sete irmãos, um deles falecido, e todos passaram pela empresa, mas só eu me fixei. Agora, o Vinícius, meu irmão mais novo, também está trabalhando conosco. Meu pai nos ensinou a trabalhar desde muito cedo e esse é um dos principais legados e ensinamentos que ele nos deixa, pois o trabalho nos ensina e nos faz crescer muito. Minha convivência com ele dá muito certo, temos as desavenças, mas sempre nos acertamos. Graças a Deus a empresa tem prosperado e nos damos muito bem na hora de tomar as decisões.


AS - Qual sua formação acadêmica?

AP - Sou formado em Educação Física e tenho pós-graduação em Nutrição, com ênfase em fisiologia do exercício, mas nunca exerci.


AS - Como o esporte entrou em sua vida?

AP - Desde pequeno gosto de esporte. Meu pai era um grande incentivador de futebol e tinha o time Casel Esporte Clube, onde jogava com meus irmãos. Desde cedo eu ia sempre nos ginásios, estádio e tudo acabou fazendo parte importante da minha vida. Foi por isso que cursei Educação Física, mas continuei na empresa da família e não exerci, de fato, a profissão.


AS - Como a arbitragem entrou em sua vida?

AP - É uma vida bem diferente da vida de jogador. Comecei por convite do Roberto Carlos de Souza (Betão), em 2007. Eu não tinha experiência e estava cursando Educação Física, mas aceitei o desafio e sigo com esta profissão até hoje. Fiz vários cursos e todos os anos passava por reciclagem da Federação de Árbitros, onde trabalhei por oito anos. Hoje, temos uma empresa de eventos esportivos, onde sou o diretor dos árbitros.


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