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SAÚDE

Qualidade de vida durante a quimioterapia

Como lidar com os efeitos colaterais do principal tratamento de combate ao câncer

Por AS


(Foto: Divulgação) 

Com mais de 600 mil novos casos de câncer por ano no Brasil, a quimioterapia ainda é considerada um dos principais métodos para o tratamento da doença. O procedimento, que consiste no emprego de compostos químicos para destruir ou impedir que as células cancerígenas se espalhem pelo corpo, no entanto, também pode afetar células saudáveis, ocasionando reações adversas. Entre os sintomas mais comuns, estão vômitos e náuseas, fadiga, além de perda do apetite e do cabelo, mas há como controlar os efeitos colaterais e melhorar a qualidade de vida do paciente oncológico. 

Queda de cabelo

A touca inglesa é o primeiro sistema de crioterapia capilar no mundo a utilizar um líquido circulante para resfriar o couro cabeludo de maneira estável e constante, aumentando as chances de preservação dos fios durante o processo da quimioterapia. A crioterapia pode ser aplicada em pacientes diagnosticados com diversos tipos de câncer, porém, há restrições para pessoas com câncer hematológico (que afeta o sangue), como leucemia e linfoma. Quem possui alergia no couro cabeludo também não deve fazer o tratamento. 

Vômitos e náuseas

O uso de medicamentos pode irritar o trato gastrointestinal, ocasionando náuseas e vômitos. Uma das formas para evitar efeitos colaterais é administrar a "pré-quimioterapia" com medicamentos. A alimentação também é um fator importante, incluindo alimentos fáceis de digerir e água para se manter hidratado. Frutas cítricas podem ajudar, devido à presença do ácido fólico, que estimula a produção de ácidos digestivos e ainda pode reduzir outro efeito comum e bastante desagradável: a boca seca. 

Fadiga

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), um dos sintomas mais comuns em pacientes oncológicos é a fadiga, atingindo cerca de 75% a 95% dos doentes. Esse sin- toma pode surgir em decorrência da própria doença, pela baixa ingestão de calorias, pelo tratamento quimioterápico ou ainda por fatores psicológicos, como a depressão. 

A Medicina Integrativa, abordagem que une técnicas corporais não invasivas como acupuntura, musicoterapia, yoga, suporte emocional, e psicologia, vem conquistando cada vez mais espaço em centros médicos e é bastante efetiva para essa situação. 


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