37 anos.png
37 anos.png
  
banner-ki-sbaor.png
SALA DE VISITAS

Na luta pelo bem-estar comum

Rubens Noveletto Vieira viu a política como oportunidade de auxiliar os outros

Kalyane Alves


(Foto: Rubiane Lima) /

Dedicado em ajudar o próximo, o curitibanense Rubens Noveletto Vieira, 59 anos, construiu carreira política e, hoje, é funcionário público federal da Câmara dos Deputados, no gabinete regional da deputada Carmen Zanotto. Desde 2003, ele faz parte do Partido Popular Socialista (PPS), nomeado atualmente como Cidadania. Rubens é pai de Leonardo (in memoriam) e Jhammyle Silveira Vieira. É filho de Nangelo Alves Vieira e Erica Noveletto Alves, irmão de Romildo, Roinildo e Marli. E casado há 15 anos com Alessandra Severino.


"A Semana" - Quais são suas memórias de infância? 

Rubens Noveletto Vieira - Cresci no bairro Bom Jesus e aos 11 anos comecei a trabalhar vendendo abóbora, que plantávamos em casa. Depois, vendi picolé, entreguei o Jornal de Santa Catarina. Gostei muito dessa atividade, porque, a partir disso, passei a ser bem informado. Fazia as entregas da Jorge Lacerda até atrás do Colégio Santa Teresinha, a pé. 


AS - Qual a origem do apelido "Camelo"? 

RNV - É uma coisa de colégio. Eu apelidava a todos na sala e sobrou para mim. Não é nada com o físico, é uma história bem interessante. Tinha uma menina corcunda na sala e era dela esse apelido. Na época sentávamos naquelas cadeiras duplas e a professora pediu para eu sentar com ela e o apelido que era da menina pegou em mim. Felizmente, ficou para mim, livrei ela de mais uma discriminação.


AS - Quais foram suas experiências  profissionais? 

RNV - Depois de algumas atividades,  passei a trabalhar com meu pai na borracharia dele. Na época não tinha a BR-470 e todo o movimento que vinha do Oeste, passava pela Avenida Jorge Lacerda, onde era nosso negócio. Posteriormente, fui para o cartório de Aurea Ortigari, que funcionava dentro do fórum. Mais tarde, trabalhei no Banco Nacional como contínuo, que hoje é o office boy, sendo promovido como escriturário. Naquele período haviam nove agências bancárias em Curitibanos, a cidade era a praça centralizadora de compensação, foi quando deu origem ao Cesec.  Assumimos ele numa época muito difícil e criamos um certo apogeu dele. Em seguida, veio a eleição de 1996, em que eu me envolvi bastante, e nós elegemos a Marilúcia Costa como prefeita do município.


Confira a entrevista completa na edição impressa 1869. Seja nosso assinante. 


OculoseCia.gif
Conexão master site.png

Jornal "A Semana" | Rua Daniel Moraes, 50, bairro Aparecida | 89520-000 | Curitibanos | (49) 3245-1711