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ENTREVISTA

Em prol do bem de seus semelhantes

Rodrigo é cirurgião dentista e gosta de atividades de filantropia

Por Kalyane Alves


"Tudo o que fazemos de bem retorna em energia positiva". (Foto: Renata Westphal) /

Criado com base familiar sólida, o curitibanense Rodrigo da Costa, 47 anos, cresceu no meio de muito amor. Ele é filho de Armando da Costa e Marilucia Silva da Costa (in memoriam) e sempre teve como companhia as irmãs Dhebora e Thamara. Há 14 anos, é casado com Renata Becker Tagliari da Costa, com quem teve os filhos Valentim e Heloísa.  

Para cursar a graduação, Rodrigo morou alguns anos em Curitiba. Formado em Odontologia, é cirurgião dentista e especialista em radiologia, ortodontia e implantodontia. Toda sua trajetória profissional é marcada por muitos desafios, mas que o fizeram conquistar seu tão sonhado espaço: a Vitallis Odontologia.

 "A Semana" - Como foi crescer em Curitibanos?

Rodrigo da Costa - Sempre fui um menino muito tímido e com educação bem rigorosa. Estudei no Santa Teresinha até a 7ª série, e morava por aquela região. Olhar a rua onde tenho minha clínica me traz boas lembranças, foram muitas brincadeiras ali. Andávamos de bicicleta, jogávamos futebol e cresci ao lado da minha avó Iolanda. Aos 13 anos, eu e minha irmã Dhebora fomos morar em Curitiba para fazer Ensino Médio e faculdade. Lá, foi uma lição de vida. Tive que me virar, ter responsabilidade. Não sabia o que era cuidar de uma casa, muito menos viver em cidade grande. No começo foi traumático, depois acostumei, mas o intuito sempre foi voltar para Curitibanos. Tanto é que me formei e já voltei.

AS - Por que escolheu ser dentista?

RC - Desde os 14 anos sabia que queria ser dentista. Descobri em Curitiba, quando fui em um consultório de ortodontia. Coloquei na cabeça que era aquilo que queria fazer. O período da faculdade foi muito bom. Tempo depois, passei a trabalhar no Sesc e em uma cidade ao lado para ganhar um salário que ajudava a me manter lá. Quando finalizei curso, vim para Curitibanos e, através do Banco do Brasil, consegui financiamento e montei meu primeiro consultório, em sala alugada no Edifício Gaboardi Master Center. Todos os meus passos profissionais foram com muito suor, nada foi ganhado.

AS - Quais foram os desafios para o teu crescimento profissional?

RC - Depois de oito anos de formado, troquei um apartamento que eu tinha, com meus pais, pela casa antiga dos meus avós, onde permanece ainda hoje o consultório. Na época, não tinha essa facilidade de financiamento, então, reformar aquele lugar foi meu grande desafio. Durante três anos, o tempo da reforma, trabalhei em Curitibanos, Videira e São Cristóvão do Sul, até às 22 horas, todos os dias. Teve uma fase em que praticamente escolhia as contas para pagar no final do mês, porque não fechava. Só que, desse desafio, nasceu minha paixão. No consultório me sinto em casa e é de onde tiro o sustento dos meus filhos.

AS - Como foi tua construção familiar?

RC - Na época, a Renata trabalhava há dois anos comigo. Ela morava em Camboriú e vinha uma vez por semana para cá. Na verdade, quase não nos víamos, pois eu sempre ia para Videira. No Dia das Mães, de 2005, minha família foi almoçar no Charrua e, casualmente, a família dela também foi. Naquele dia começamos a conversar e foi acontecendo. Sou muito feliz com ela, construímos nosso lar. Ela é minha companheira, tanto em casa quanto no trabalho. Nossos filhos são nossos presentes de Deus. A paternidade me estimula a sair de casa, trabalhar e, principalmente, viver. Normalmente, no fim de semana, vamos para a chácara, onde era a leiteria do meu avô Lauro Costa, meu pai me cedeu um pedacinho e nos reunimos lá. Nos últimos tempos, estou ainda mais próximo de meu pai, depois que perdemos a mãe. Ele é meu conselheiro, tenho muito orgulho de ter ele. Sempre me espelhei na minha base, meus pais. Vejo que Deus é o caminho da eternidade. Por isso, a gente acredita que vai se reencontrar um dia.

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