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ENTREVISTA

Em busca da verdade na música

Gabriel começou a carreira musical em Curitibanos

Kalyane Alves


"A música tem sua verdade e seu poder". (FOTO: RENATA WESTPHAL)

Percorrer os maiores sonhos, cantar em palcos nacionais e internacionais, dedicar-se a sua grande paixão. Assim é a vida do músico, compositor e gaiteiro Gabriel Costa Pellizzaro, 39 anos, que, desde a infância, pauta sua trajetória totalmente vinculada à música. Por muitos anos, fez parte da banda do cantor Leonardo, além de tocar em parceria com inúmeros outros artistas populares do Brasil.  

Nascido e criado em Curitibanos, Gabriel é filho de Alcides Pellizzaro e Irene Costa Pellizzaro, irmão de Daiane e Madalena e casado com Angélica Pellizzaro. Recentemente, ele retornou ao município e está em um novo projeto musical.

"A Semana" - O que lembra da infância?

Gabriel Costa Pellizzaro - Sempre estive envolvido com a cultura. Um dos maiores marcos da minha vida foi quando meu pai comprou uma gaita, lá pelos meus 3 anos. Porém, ele escondia. Aí, quando ele saía para trabalhar, a moça que me cuidava me entregava a gaita e eu ficava brincando. Oficialmente, o pai foi me dar o instrumento aos 6 anos, mas eu já sabia tocar, porque, como ele também toca, eu observava e imitava. Depois, fiz aula de acordeom e frequentava muito os CTGs da época.

AS - Como a música virou profissão?

GCP - Chegou um tempo que meu pai me disse que teria que fazer faculdade, pois via a música como um hobby. Só que eu sempre quis ser músico. Aos 16 anos, já estudava música em Caxias do Sul, no conservatório. Então, comecei fazendo computação, por um ano, mas não era nada do que eu gostava. Aí, fui para São Leopoldo, na Grande Porto Alegre, fazer Direito e, consequentemente, lá estavam os artistas que sempre acompanhei e que tinha o sonho de tocar ao lado deles. A faculdade sempre foi meu segundo plano. Fiz Direito até o último semestre, quando me chamaram para fazer um show em São Paulo, no teatro Credicard Hall, com o Leonardo, e desse primeiro show voltei depois de três meses para casa e não terminei o curso.

AS - Quais foram os passos da carreira musical?

GCP - Sempre levei a música como profissão. Comecei uma banda com os amigos daqui, o Grupo Garoa, tocávamos em festas juninas, aniversários, pizzaria. Receber o cachê era uma alegria. Logo em seguida, fui morar em Lages, me entrosei com os CTGs também, o Barbicacho Colorado, raízes do tempo. Viajávamos bastante. Depois, fui para Caxias, estudei no conservatório e, em São Leopoldo, comecei tocando com Elton Saldanha. Ele me abriu muitos leques, me apresentando para outros músicos. Quando fazia faculdade, tocávamos nos barzinhos. Aí, são Paulo, foi meu grande momento. Todo musico sonha em estar em um palco nacional.

A entrevista completa está disponível na edição impressa, em todas as bancas ou através de assinatura.

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