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107 anos de Imigração Japonesa no Brasil

Tatiana Ramos
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Foto: Franciele Gasparini

 

Imigrantes japoneses de todo o país comemoram, neste sábado (18), 107 anos da Imigração Japonesa no Brasil. Em Frei Rogério, a data será lembrada ainda mais intensamente na comunidade do Núcleo Celso Ramos, onde japoneses e descendentes estão instalados há mais de 50 anos.

A Colônia de Ramos destaca-se no Estado por ter sido a primeira colônia de imigrantes japoneses de Santa

Catarina. Discutida pela primeira vez em 1961 e criada, oficialmente, em janeiro de 1963, pelo então governador Celso Ramos, a colônia recebeu os primeiros imigrantes em abril de 1964. Eram cerca de 50 pessoas das famílias Ogawa, Sugiyama, Kuwahara, Katsurayama, Kubota e Eguchi.

Passadas mais de cinco décadas, a colônia fortaleceu-se como importante fator para a economia regional. A produção de frutas, em especial, contribui de forma significativa para a renda municipal.

Além da economia, a relevância da colônia japonesa também é observada no setor turístico. Entre os atrativos mais importantes, estão o Parque Sakura, onde anualmente é realizada a Festa da Florada da Cerejeira; Parque Sino da Paz, onde estão o Sino, a Chama e o Museu da Paz; e a Casa Octogonal, construída totalmente de acordo com a arquitetura nipônica.

 

Aniversário especial

No Núcleo Celso Ramos, quem celebra a data com um gosto mais que especial é Wataru Ogawa, imigrante japonês que completa 86 anos também nesta quarta-feira (18). Único sobrevivente da bomba atômica de Hiroshima vivendo em Frei Rogério, Wataru dedica-se, atualmente, à divulgação da paz, preservando a memória da 2ª Guerra Mundial e relatando sua experiência para os inúmeros visitantes que chegam à cidade para conhecer o Museu da Paz.


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