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SALA DE VISITAS

Uma vida de negócios

Antônio Popinhak dedicou sua vida ao empreendedorismo

Kalyane Alves


(Foto: Renata Westphal) /

De origem humilde, o sonho do empresário e fazendeiro Antônio Popinhak, 83 anos, natural de Três Barras (PR), sempre foi conquistar uma vida melhor. Filho de Gregório Popinhak e Emília Tulchask, cresceu ao lado de dez irmãos, no Marombas Caçador. Aos 15 anos, mudou-se para Curitiba (PR) em busca de uma profissão.

Ao voltar para Curitibanos, já com a profissão de alfaiate, anos depois, casou-se com Terezinha Camargo Popinhak (in memoriam), com quem teve os filhos Adrialdo (in memoriam) e Antônio Cesar. Há 40 anos, é casado com Luisa Ramos Carvalho, mãe de suas filhas Sandra e Cinthia. Antônio tem sete netos: Brahian, Brendon, Robson, Rodrigo, Rafaela, Milena e Morgon.

"A Semana" - Como foi sua infância?

Antônio Popinhak - Meus pais vieram da Europa em busca de uma vida melhor. Viemos para Curitibanos, porque um tio meu morava em Marombas. Meu pai trabalhou como balseiro e seu primeiro emprego foi com a família Bossardi, que admiro muito. Resumindo, minha infância foi muito precária e triste. Estudei no Grupo Marombas e comecei a trabalhar aos 13 anos.

AS - Quais eram seus sonhos na juventude?

AP - Lá pelos 13 anos, iniciei a busca do meu sonho em crescer na vida. Quando fiz 15 anos, decidi ir embora para ter novas chances de evoluir. De fato, aconteceu tudo o que eu esperava e mais um pouco. Fui para Curitiba sem recurso algum. Saí de calça curta e de carona em cima de um caminhão, até Caçador. De lá, peguei o trem, que levava dois dias para chegar a Curitiba, pois parava muito. Sem contar que não tinha dinheiro nem para comer, nem para a passagem. Aí, convenci o fiscal do trem e fui de graça. Para comer, ao parar em um hotel, escolhi uma sopa, que era mais barata. Na época, o trem apitava duas vezes: uma para avisar que estava quase saindo e a outra para embarcar. Esperei o segundo apito e saí correndo do hotel, pois não tinha como pagar a sopa.

Confira a entrevista completa com Antonio na edição impressa 1858. Seja nosso assinante

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