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VARIEDADES

Entre treinos e disputas

Adinan treina jovens para participar de competições esportivas

Kalyane Alves


(Foto: Kalyane Alves) /

A inspiração esportiva surgiu na família. Com parentes envolvidos com futebol e outras modalidades, o curitibanense Adinan Carlos Lima, 49 anos, formou-se em Educação Física. Com 22 anos de atuação na área, nesta semana, ele colherá um dos frutos que a profissão proporciona: a participação de suas equipes de vôlei e futsal da EEB Santa Teresinha nos Jogos Escolares de Santa Catarina (Jesc).

A experiência como treinador para competições iniciou nos primeiros anos de profissão. Adinan trabalhou, por quase quatro anos, na Apae de Blumenau, onde treinava alunos que se destacavam em natação. "Sempre gostei de participar desses eventos esportivos. É muito bom ver que a cidade está crescendo, não só na parte industrial, mas na educação e no esporte", destacou o curitibanense.

Segundo Adinan, ser treinador é se doar, pois é um trabalho feito gratuitamente. O que o inspira a realizar essa prática é ver os alunos interessados em ocupar o tempo de uma forma que não seja em frente às telas. Os esportes favoritos dele são os praticados com a mão, como vôlei, handebol e basquete.

Os times de Adinan são compostos por 15 jogadores, seja vôlei ou futsal, e os treinos para competições, como o Jesc, já começam com o ano letivo e vão aumentando a frequência conforme aproxima-se a data das disputas. "Sempre levo aos alunos que, mesmo que não sejam classificados, é preciso continuar o treino para melhorar cada vez mais", enfatizou.


(Foto: Kalyane Alves) /

Tratando-se da parte técnica, o treinador ressaltou que, por Curitibanos contar com escolinhas de esporte para alunos desde a infância, quem passa por essa experiência tem uma qualidade maior. Portanto, ele sempre recomenda que as crianças sejam incentivadas a ter contato com o esporte o mais cedo possível, porque, assim, quando forem competir, serão destaques.

O esportista define que ser treinador também é ser pai e que, se necessário, ele também chama atenção dos atletas. "Meu papo com eles é de paizão. Quando é preciso, brigo e, como sempre digo, a hora de corrigi-los é no treino. Na competição, meu papel é só apoiar e deixá-los tranquilos", reforçou Adinan. Ele relatou que ver seus alunos nas disputas é uma emoção sem tamanho e que o esporte é um dos motivos que o faz levantar todos os dias.

(Foto: Kalyane Alves) /


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