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Estradas de morte

02 Fevereiro 2018 09:39:00

Franciele Gasparini


(FOTO: DIVULGAÇÃO)

Voltamos ao velho tabu: o trânsito. Para quem dirige há sempre a incerteza do que vem pela frente, aquela ansiedade comum de estar atrás do volante para quem começou a dirigir a pouco e os sintomas comuns do motorista com mais tempo de estrada. 

Acostumado com o dia a dia na condução de um automóvel, para muitos condutores são sentimentos frequentes a demora, a incerteza, a falta de sinalização, a falta de estrutura, falhas mecânicas... as motivações para os acidentes são inúmeras, mas a verdade é que em boa parte dos acidentes os segundos de distração deixam estragos materiais e na alma.

Apesar de veicular matéria com balanço mostrando queda nas mortes em rodovias na região de Curitibanos, no Estado os números continuam subindo e preocupando quem precisa utilizar esse canal de transporte com frequência. Seja a trabalho, passeio ou por alguma obrigação, há sempre a incerteza do que está logo ali, há alguns quilômetros de distância.

Nesse sentido, alguns cuidados podem minimizar essas fatalidades desse gênero e um deles é a segurança. Basta transitar pelas nossas rodovias que observamos a falta de estruturas delas. Percorrer a BR-470, por exemplo, tem sido verdadeira prova de vida afirmam os motoristas.


Percorrer a BR-470, por exemplo, tem sido verdadeira prova de vida afirmam os motoristas .


Na última semana, uma família curitibanense precisou despedir-se do jovem Jefferson Ferreira, que havia ido a Blumenau em busca de trabalho e perdeu a vida em uma rodovia daquele município. Colidiu de moto e não resistiu.

Não bastasse isso, o carro fúnebre que transportava o corpo de Jefferson, seu pai e o condutor também sofreu acidente, felizmente ninguém se feriu, mas horas depois, quando o proprietário da empresa funerária estava no local do acidente acionando seguro e controlando a situação quando um outro automóvel colidiu contra seu carro. Mais tarde souberam que antes disso tudo, um caminhão havia colidido contra uma rotatória e deixado estilhaços na pista. Infelizmente quem está na estrada está sujeito a riscos como estes, uma roleta russa sem hora para acabar.

Reforça-se o quesito atenção, olhos bem abertos, concentração e respeito aos limites de velocidade. Muitas vezes o problema também é o outro. De que adianta seguir todas as regras de trânsito se o veículo contrário desrespeita. Fica o alerta para quem precisa pegar as estradas, atenção redobrada paciência e pé no freio, não no acelerador.

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