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CONEXÃO

Dedo em gatilho

12 Novembro 2018 09:58:00


(Foto: Divulgação) 

Cada dia uma surpresa! Verdade? Umas boas, outras nem tanto. Em alguns casos, merecendo investigações, pesquisas além Google. Foi assim, que recentemente flagrei o meu dedo do meio, da mão direita, inativo. Ao flexionar a mão direita durante a aplicação de um sabonete líquido que me distraiu pela fragrância atraente, uma dor e uma surpresa. Os dedos voltaram e o do meio ficou.

Como foi a primeira vez, dentro da correria costumeira, segui com as atividades da agenda sem dar muita atenção. E este movimento involuntário, ou "teimosinho", ou "desobediente", outras vezes não atendeu ao comando de meu cérebro. Ao ter que ajudá-lo a voltar a sua função, apareceu a dor. Logo imaginei que era mais uma pegadinha da artrose hereditária.

Marquei com especialista em mãos e fiquei chocada: Agora trago comigo "um dedo em gatilho"e não havia pensado em atirar em ninguém! Justo em uma época desafiadora nacional, pensei satirizando. Imaginativamente o gatilho seria para quem ou para quê?

Depois dos cinqüenta, realmente as surpresas são as mais inusitadas. Por isso não podemos perder o foco em levar uma vida saudável da melhor forma possível e assim, preventivamente cuidar muito bem da gente por dentro e por fora.

A vida segue, voa. Quem fará esse cuidado por nós? Somente a gente mesma. Um geriatra competente também ajuda bastante. Atividade física, caminhadas... Frutas, legumes, oleaginosas, água na medida certa... E mesmo assim um dedo em gatilho. Estou com Tenossinovite Estenosante. Como vivo deletando memorizar o desnecessário, não quero saber estes palavrões...


(Foto: Divulgação) 

O que é

Quando nos deparamos com isso, descobrimos que é uma patologia comum principalmente entre as mulheres. Os tendões afetados ficam impossibilitados de realizar suas funções, pois "o túnel" que eles atravessam inflama o que causa diminuição no espaço. Ou, pequenos calos, ou nódulos prendem na polia causando dor e impedindo os movimentos habituais.

Transtornos

Diante da desconfiança do movimento, se vai ou não voltar o dedo com os demais, ou a possibilidade da dor, desencadeia dificuldades como: segurar as coisas, incluindo a preensão durante um cumprimento, receio ao abrir a porta do carro, dos ambientes, medo de forçar até segurando uma simples pá brincando com os netos na areia da praia.

O que fazer?

Dá para se imaginar a mão direita imobilizada nesta época do ano? Quem vai dirigir, cuidar dos afazeres diários, etc... No caso de um procedimento cirúrgico de rápida recuperação é o que vai acontecer. Sem pensar nas fisioterapias...

Ou, quem sabe, combatendo a inflamação, o inchaço na região afetada ou com exercícios para auxiliar nos movimentos... O tempo dará a resposta. CUIDE-SE BEM!

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