Curitibanos,
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16 Julho 2018 09:01:00





Para muitos o recesso escolar de julho pode ser a oportunidade de reorganizar as emoções com ou sem a presença dos estudantes. Pois de um lado eles não estando na Escola estarão junto aos familiares, o que significa tempo para qualificar as relações.

Pós-Copa

Com o final da Copa da Rússia é inegável dizer que continuamos como torcedores impregnados das muitas emoções compartilhadas no país maior do mundo.

Caverna

Paralelamente o resgate solidário na Tailândia, dos "Meninos da Caverna" que sensibilizou o mundo, permanece suscitando reflexões, bem como algumas críticas. Para alguns foi uma ideia sem cabimento, sem medir os perigos, as consequências. Para outros, que acompanharam a história foi a falta de sorte por terem sido surpreendidos por um acontecimento desafiador que exigiu um controle sobrenatural de um grupo fragilizado, resultando em vários dias encurralado, sem perspectivas. No entanto, conseguiu apresentar um controle emocional capaz de fortalecê-los e conseguirem sobreviver.

Os Pais

No momento do resgate soube-se que os pais dos meninos permaneciam acampados na entrada da caverna e as autoridades não divulgavam quem já fora liberto. Não davam a informação para que uns se alegrassem e outros continuassem sofrendo. Assim, uns oravam pelos outros e, ao mesmo tempo, respeitavam o limite e o esforço que vinha sendo feito para salvá-los. Um exemplo inesquecível de gratidão e respeito.




Os filhos

Você saberia identificar em que caverna encontra-se aprisionada (o)? Qual a sua perspectiva de conseguir sair?

As crianças/filhos da Tailândia nos deixam muitas lições. "Não importa quão escura, úmida, inundada e estreita esteja a caverna. Quando a nossa mente e coração estão alinhados com um só propósito, o de sair da caverna. A mente tranquila, aquecida pela gratidão de estar vivo, transborda amor, e permite o coração bombear o sangue normalmente".

Dias Felizes

Podem acontecer se você permitir seu desacelerar e organizar seu tempo de maneira que aproveite o convívio em família com menos celular e mais olhares, mais ouvir e abraçar, cultivando o amor. Momento de destacar o "ouro" de cada um respeitando suas peculiaridades e demonstrando gratidão. Um verdadeiro reabastecimento das emoções em família.



09 Julho 2018 08:38:00



Assistir à garra, a velocidade, a sorte nos passes e chutes dos times finalistas sinalizava que as expectativas do povo brasileiro em comemorar o HEXA, podiam mais uma vez chegar ao fim.

Assim, mais uma vez com o sonho adiado, novas gerações crescem sem a alegria da conquista de uma Copa Mundial de Futebol. Conhecer e compreender essa "paixão" ficou nas trocas e nos álbuns de figurinhas, que com certeza foi uma pré-copa entre as gerações.

É possível ganhar quando se perde?

Reflexões, buscas, pesquisas pelos "porquês"... A Copa na Rússia nos presenteia com várias reflexões... Se os times sul americanos uma a um voltaram antes da Grande Final, se Grandes Campeões tiveram o mesmo resultado, reconhecer soberania de alguns times não é nada fácil. O que de fato está oculto e que promove o visível desejar ganhar?

Perder pode instigar o aprender...

Os bastidores: o contexto nacional, o trabalho coletivo...

Recolher as bandeiras, as vuvuzelas, os adereços e treinar o aprender a esperar por mais longos quatro anos para renovar nossa esperança, nossas expectativas.

Os efeitos de um coração torcedor

Aperto, dor, tristeza, frustração, incompreensão da falta de sorte nos chutes a gol, o sofrimento nas partidas suadas, os gritos contidos, os medos, a desconfiança, o não acreditar no modelo de jogo de futebol brasileiro, as "Estrelas" isoladas, saindo derrotas sem um abraço e um choro coletivo... E os torcedores de verde, amarelo e azul, mais uma vez comprimindo suas emoções.

E agora?

Procurar um novo foco... Buscar possibilidades para renovar o nosso sentir. Cada um em sua individualidade precisa marcar seus próprios gols encontrando alternativas que amenizem seus sentimentos. Uma espécie de "cuidado" para o que pensamos, vivemos, sentimos. Pois segundo estudos recentes, Filipe Vilicic - neurocientista, os sentimentos têm um papel essencial no progresso ou atraso civilizatório.

Aproveitemos nossa frustração, nossa impotência como derrotados e treinemos e aprender e igualmente disseminar como lidar com nossos próprios sentimentos. Identificando as vantagens dos bons no intuito de disseminá-los. Ao mesmo tempo, para uma vida melhor, estar atento aos sentimentos ruins e exercitar buscando formas de como contê-los.

Assim estaremos contagiando e contribuindo para as novas gerações estarem mais bem preparadas como torcedores que acreditam e impulsionam seus times, e consequentemente reagindo e aprendendo sempre.



02 Julho 2018 14:16:00
Autor: Sulisia Westphal

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(Foto: Divulgação) 

Confesso que quando esta novidade chegou a minha família, achei bastante estranho. Sempre tive a sensação de que para a criança estivessem sendo desconfortáveis, tantas pontinhas em tons de amarelo, ao redor do pescoço, 24 horas. 

Na verdade, os meses foram passando, e segundo minha filha o objetivo do tal colar era amenizar os efeitos colaterais da ruptura da dentição. Até então, parecia funcionar...

De repente, um fato novo. A pequena Alice de um ano e três meses estava babando continuadamente. Uma novidade e a constatação: Estava sem o colar que havia sido esquecido em casa após o banho. Inacreditável, que muitos babeiros fizeram parte do enxoval e praticamente nenhum fora usado. Quando o colar voltou ao pescoço, a baba parou de escorrer. Este simples acontecimento gerou uma busca investigativa a respeito.

Quantos aspectos revelados:

Alice sempre é admirada pela sua calma. Uma criança feliz e tranqüila, quase imperceptível entre os primos e adultos. Interage e começa a se comunicar muito bem. Febre e irritabilidade ausentes durante o processo de dentição. Sono tranquilo. Alimenta-se muito bem.

O âmbar

É uma terapia alternativa terapêutica presente naturalmente, com excelente resposta imunológica, além de que alivia a ansiedade, o estresse, ameniza a tendinite, entre outros. Contém um antioxidante natural combatendo infecções, artrites, amenizando enxaquecas, fibromialgias, mas, especialmente utilizado na Europa, no período da erupção dos dentinhos. O âmbar acalma, faz bem para o sono e para o sistema nervoso.

Pode ser usado

Por bebês, crianças e adultos. Além dos colares o âmbar pode ser utilizado em forma de pulseiras ou tornozeleiras. As cores, os tamanhos, os diferentes designers são bastante diversos.

Depois que Gisele Bündchen apareceu com seus filhinhos usando o colar, virou uma curiosidade mundial.

Origem

 Sua origem se dá pela ocorrência dos furacões, granizo e tempestades na região báltica, que levaram as resinas para o mar. Mais tarde, elas se tornaram fossilizadas, criando o que é o âmbar báltico.

Benefícios

Em contato com a pele, o âmbar báltico, resina vegetal fossilizada, aquece e libera o ácido succínico, que é absorvido pelo organismo, promovendo seus benefícios e acelerando o processo de cura natural e de equilíbrio das energias do corpo de quem o está usando.

Pessoas têm sensibilidade e expectativas diferentes. Não é solução para todos. Mas acredito valer a tentativa de prová-lo. Uma vez que tem efeito analgésico, antiinflamatório e também atua como um poderoso relaxante neuromuscular. Pesquisas científicas recentes revelam que o ácido succínico, presente no colar de âmbar báltico, tem uma influência muito positiva sobre o corpo humano, ajudando a melhorar a imunidade e o equilíbrio de ácidos quando absorvidos pela corrente sanguínea, gerando, desta forma, inúmeros benefícios do colar de âmbar para a saúde.

Segundo o Dr. Veniamin Khazanov, do Instituto de Farmacologia de RAS, no Centro Científico de Tomsk, para as pessoas idosas, o ácido succínico provou ser indispensável e é capaz de restaurar o balanço energético no nível celular, que é muitas vezes prejudicado à medida que os anos passam. Ele ajuda o paciente a recuperar a sua energia juvenil.

O âmbar báltico é, portanto, um tratamento milenar natural alternativo à base de resina fóssil com alta concentração do ácido succínico.



25 Junho 2018 11:49:00
Autor: Sulisia Westphal

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Mais uma vez fui surpreendida pela criatividade coletiva dentro de uma Creche Municipal no norte da Ilha de Santa Catarina: A Creche Doralice Teodora Bastos. Faz menos de um mês em que participei de um momento na Reunião Pedagógica desta Unidade, quando pela primeira vez ouvi professores dialogando sobre o planejamento dos "Territórios" no espaço da Creche. Discutiam o que deveria estar disponibilizado em cada espaço, ou seja, em cada território, e quais seriam as temáticas. Metodologia que envolve toda a Unidade do planejamento à execução: organização, acompanhamento das crianças, limpar e guardar diários. 

Sempre apreciei as características do pátio: tamanho enorme, bem arejado e arborizado, disponibilizado pela Prefeitura para as crianças do Berçário ao Grupo 5/6 da Educação Infantil. Crianças e famílias que considero privilegiadas diante da amplitude convidativa ali oferecida.

Depois de alguns dias, retornei coincidentemente na primeira semana em que tudo estava funcionando. Fiquei emocionada diante do que encontrei. Tive que fotografar para compartilhar e, quem sabe, com estas pinceladas sobre a Metodologia ali aplicada, poder inspirar outras Unidades.



Conheci trabalhos fantásticos em muitas outras creches, com ambientes decorativos, interativos com móveis, com mascotes da turma, construídos com materiais recicláveis dentro das próprias Unidades como: casinhas, sofás, pias, cozinhas, penteadeiras, balanços com tecidos, escorregadores, balanços, cortinas, painéis. Bem como o cultivo de flores, e de hortas.

Os Territórios encontrados foram:

Fazedor de comida

Era uma construção no estilo quiosque que tinha todos ou quase todos os materiais "faz de conta que funcionam", existentes em uma cozinha. Tinha criança fazendo suco de frutas, outras ralando beterraba. Tinha todo o tipo de panelas e eletrodomésticos. Quando perguntei a um profissional como conseguiram tudo tão rapidamente, contou que os objetos vêm sendo coletados desde o ano passado. Tem até água para lavar louça.

Fazendo construção

Crianças com madeiras, tocos, pequenas escadas, batendo com imitação de martelo, fazendo torres de pedaços de madeira. Brincadeira do passado e encantando para valer. Em cada território tem sempre a presença de mais de um professor mediando os movimentos. Motivando, apresentando sugestões.

Quando eu era pequeno

Também nomeado por "espaço dos bebês". Neste território estão todos os objetos ligados a bonecas, mais precisamente bebês de todos os tamanhos, carrinhos de boneca, bebê conforto, roupinhas, armários, caminhas, berços, varal de roupas, fraldários, mamadeiras, chupetas, casinha etc. O mais impressionante foi observar uma Professora fazendo as roupinhas dos bebezinhos a partir de uma meia curta. "Nilza" relata que está tão empolgada que perdeu o sono tentando imaginar como fariam as roupinhas. As meias infantis coloridas conseguem proporcionar modelos estilosos, com um efeito mágico.



Meu quintal

Espaço com terras e todas as ferramentas que envolvem o plantio.

Cantinho dos Carrinhos

Muitos carros podem ser encontrados neste espaço. De todos os tamanhos, formas e texturas. Encontrei até ônibus escolar feito com caixas de papelão.



Um detalhe importante é que nenhum objeto pode ser levado de um território para outro. Cada objeto só pode ser utilizado onde é encontrado.

Outros territórios estão sendo planejados.

Territórios

Desejo compartilhar a metodologia, que segundo a direção, envolve e exige a participação e as relações do coletivo e está encantando a todos. Nova forma do brincar sendo ampliada em sua essência, envolvendo as relações. Como todo novo movimento, com certeza demanda responsabilidades, comprometimento, e também o desejo em querer qualidade no que está sendo apresentado. Objetiva além do trabalho coletivo, experienciar, vivenciar, possibilidades diferentes, criativas, imaginativas, atrativas do brincar.

Na prática, ver, viver, trocar, emprestar, doar, vivenciar, aprimorar as relações de todos os envolvidos. Assim como cada dia uma equipe é responsável em montar os territórios, outro grupo é responsável em limpar, organizar e cobrir com lona para utilizar no dia seguinte.

Confesso que por alguns instantes desejei muito uma viagem no túnel do tempo, para voltar a ser criança, e assim, poder ser transportada diretamente para este local encantador, exatamente neste mês de junho de 2018.

Que muitos outros territórios possam se expandir a partir de sua criatividade!

Qual Território que mais me atraiu? O Fazedor de Comida e o Território "Eu Pequeno".

Bônus:

Usando meias, fazendo roupas para as bonecas


Outras ideias surpreendentes, econômicas para exercitar a criatividade dos grandes e pequenos. 



18 Junho 2018 11:10:00
Autor: Sulisia Westphal

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Um dia nublado, acinzentado escuro, e muito frio. Domingo, 17 de junho de 2018. Um dia, que conseguiu aquecer o coração de muitos brasileiros.  

Caracterizar-nos de verde e amarelo, poder unir os corações familiares distantes pelo WhatsApp teve um sentido especial. Brasileiros em sua maioria traumatizados pela Copa anterior. Mal sabíamos que o orgulho brasileiro, os sentimentos patrióticos, as manifestações estariam tão contidas pela Pátria Amada...

Mas, o esporte, o Futebol do Timaço do Tite, estreiando na Rússia contra o time da Suiça, aqueceu os corações de muitos brasileiros... Em especial, àquele golaço de Philippe Coutinho, o primeiro gol da Seleção Brasileira, abrindo o placar, fez a galera confiante e entusiasmada colocar todo o fôlego nas vuvuzelas... Um eco que sentíamos saudades... De repente àquele gol inacreditável de Zuber... E as vuvuzelas caladas, guardadas para o próximo jogo.  

Enquanto isso, os sentimentos dos brasileiros se arrastam por mais um tempo, amargurados, decepcionados, sonhando com os delírios de outrora. Oh! Pátria Amada, Brasil! Quanta fé! Quanta esperança! Quanta carência de orgulho...

Por outro lado, este domingo sombrio e gelado ficou colorido de verde e amarelo. Nas roupas, nos adereços, nas novidades decorativas, na tentativa de fazer um povo inteiro se alegrar...

Mas contemplar a garra dos jogadores condiz com nossas almas quase petrificadas e com desejo ardente de gritar, de vibrar, de formar correntes de otimismo, de fé e de esperança para se orgulhar...



Ser surpreendida pela neta de um ano conseguindo tocar a vuvuzela, e outro neto de cinco anos cheio de adereços, sem contar as demais que tento influenciar... Como avó torcedora pra sempre, é tudo de bom... Não tem preço...

Bandeira na porta de entrada e na sacada podem não ter significado ainda, mas já conseguem contagiar!!

Garra e sorte! A torcida por aqui é forte!!





12 Junho 2018 11:51:00
Autor: Sulisia Westphal


(Foto: Divulgação) 

Sob emoção relembro as últimas horas, quando a voz de Mário Motta ecoava... JORNAL... A SEMANA DE CURITIBANOS! Em seguida... Uhuu!! Era a vibração da Equipe representando o Jornal no 19º Prêmio Adjori/SC de Jornalismo 2018, que aconteceu no Hotel SESC Cacupé em Florianópolis, no sábado, dia 9. Mais de 300 trabalhos foram avaliados por 54 jurados. 

Um eco que se repetiu muitas vezes em uma só noite! A Equipe presente logo se destacou pela euforia e entusiasmo diante de cada categoria em que era citado como finalista, e em cinco categorias como vencedor:

Quesitos

Na Publicidade e Propaganda, "Troféu Luis Henrique da Silveira" em Anúncio e Campanha do Jornal; No jornal impresso os troféus foram nos quesitos Coluna, Fotografia e Reportagem Livre. Houve mais oito menções honrosas, ou seja, oito vezes finalista em outros quesitos

Penas

No Jornalismo On-line, o A SEMANA recebeu a Pena de Bronze. A Pena de Prata foi conquistada pela Publicidade. A tão sonhada PENA DE OURO também veio para o Jornal Impresso!

Orgulhosamente preciso registrar: O A SEMANA conquistou a Pena de Ouro. O ranking é definido pela soma das notas obtidas em nove quesitos: Apresentação Gráfica, Caderno Temático, Charge ou Ilustração, Coluna ou Crônica, Editorial, Fotografia, Reportagem Livre, Reportagem Pautada e, também, pela pontuação conquistada pelo "Conjunto da Obra".

O que dizer?

Muita emoção! Muitas premiações! O que significa uma Super Equipe que consegue trabalhar em conjunto, em sintonia, com metas e em especial com muita garra. O que resultou em muita qualidade, em perspicácia na escolha das "obras" selecionadas para participar da premiação. Segundo o renomado fotógrafo Mafalda, uma Equipe com muita sensibilidade. O exemplo está na foto vencedora, realizada pela Jornalista Tatiana Ramos, em um domingo de plantão, em que subiu em um Carro dos Bombeiros para fazer o registro com amplitude do ocorrido. Também a ela o troféu pela coluna destaque.

Segundo o diretor Hélio Westphal, o trabalho iniciou logo após a Premiação 2017, em que chegaram muito próximos, e também ficaram várias vezes entre os finalistas. Porém conquistando uma Pena de Prata da categoria Novas Mídias. Foram realizadas muitas reuniões, o que envolveu a Equipe e resultou nos trabalhos vencedores!

Parabéns a todos! Diante desta belíssima história rumo a Pena de Ouro, posso afirmar que foram premiações conquistadas com esforços e determinação. Desejaram conquistá-la. Acreditaram em seu potencial.

Que este momento dourado, perpasse a sensibilidade de cada um e assim, sejam inspirados por e para um trabalho coletivo cada vez mais exitoso! E com muitos Uhuuus!

Mensagem

Ainda sob efeito das vibrações, continuo ajeitando o coração e a alma, diante das emoções, da sensação de gratidão por fazer parte deste "TIME A SEMANA". PARABÉNS, Manos Hélio e Renato, Cunhadas Margarete e Daniela! Sucesso e sabedoria sempre!

Aos domingos, procuro fazer registros para esta coluna motivacional, CONEXÃO. Semanalmente na tentativa de extrair detalhes de meu interior, de meu olhar, de meu tempo, de meu jeito Pollyanna, de meu amor pela Educação, pela Inclusão Social. Assim, apresento nuances de como é possível colorir um pouco mais o nosso contexto, a nossa vida, o jeito de ver e de viver com mais alegria, com sensibilidade, com fé, com esperança e perspicácia, fazendo a diferença.

Hoje, reafirmando de que "Quem Acredita, sempre alcança". Para isso as metas precisam estar claras e planejadas. Como andam as suas?

"A cada novo dia de tua experiência humana, recebes valioso concurso para que os resultados te enriqueçam de luz divina pela felicidade que transmites aos outros." 



04 Junho 2018 13:32:00
Autor: Sulisia Westphal

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(Foto: Divulgação) 

Passados alguns dias pós-crise dos abastecimentos em todo o país em função da paralisação dos caminhoneiros, mesmo com o retorno do combustível e dos alimentos nas prateleiras, paira uma sensação diferente entre os brasileiros. 

Uma espécie de sombra que se estende para todas as pessoas, independente da idade, da classe social, da profissão, da região em que mora, do setor em que atua. Para algumas pessoas, como sempre, repercutiu em proporções diferentes. Mas ninguém saiu ileso. Muitas férias coletivas inesperadas!

Os aspectos negativos continuam ainda sobressaindo... Os prejuízos incalculáveis em vários agronegócios, a falta de alimentos para os animais, os movimentos nos portos, a redução dos transportes coletivos, os impeditivos na locomoção pela falta do combustível, as aulas canceladas, os inúmeros atendimentos sem acessibilidade, as cirurgias eletivas transferidas... A falta de medicamentos, de alimentos... A falta do gás de cozinha cujo reabastecimento, tal qual a gasolina e derivados ainda não estão normalizados... Os imensuráveis litros de leite perdidos. Os prejuízos das grandes e pequenas empresas...

MAS O QUE APRENDEMOS COM TANTOS TRANSTORNOS FINANCEIROS, FÍSICOS E EMOCIONAIS?

Depois do medo, da insegurança, da angústia, da impotência, começaram a emergir os atos inesquecíveis de solidariedade frente a um País que parava lentamente. A coragem e união de uma categoria, a solidariedade frente às idas e vindas oferecendo caronas dentro dos condomínios, para os locais de trabalho, os vizinhos se conhecendo através de horários afins nos deslocamentos, entre outros... A conscientização da importância em economizar o gás nos banhos e nas cozinhas. O bom senso nas linhas de ônibus fazendo cortes nos horários de pouco movimento. O poder de negociação para a organização dos comboios.

E HOJE?

Não podemos pensar que acabou. Os reflexos se estenderão por muito tempo. Para alguns pode representar o fim de sua atividade. Mas como bem nos motivou o governador: "Vamos nos sensibilizar dando preferência ao consumo de produtos catarinenses prestigiando os nossos produtores tão afetados. Igualmente, procurando valorizar os pequenos feirantes que com muito prejuízo e esforços oferecem seus produtos nas feiras próximas de nossas residências".

Boicotar sim, os preços abusivos. Permanecer alerta, pois nossas pequenas atitudes podem gerar grandes mudanças. Ao invés de estar sempre a criticar "o movimento", use sua "lanterna imaginária" para continuar encontrando alegrias tão comemoradas tais como àquelas na chegada dos caminhões abastecendo os postos de combustíveis!



28 Maio 2018 14:37:00
Autor: Sulisia Westphal


(Foto: Divulgação) /


Nos últimos dias o acordar urbano está diferente... 

O canto de uma grande variedade de pássaros é perceptível. Com certeza devem embalar-nos com sua belíssima sinfonia diariamente... Mas são abafados por outros ruídos externos... Os carros, as motos, os caminhões, os ônibus e transportes similares. Antes nunca puderam ter seus ruídos em destaque... Mas hoje, de maneira inquieta, geram uma sensação de vazio, de deserto, de incompletude... Angustiante!

Os pássaros nunca tiveram tamanha plateia auditiva. Juntamente com eles estão os cães que parecem tentar sincronizar seus latidos, registrando suas presenças no contexto...

Repentinamente o som de um avião a jato... Mas, com uma diferença: O som vem da terra?! É o som de um carro solitário que parece ecoar para o mundo. Logo conectamos no motivo oculto para um cenário tão atípico. Estamos sem combustível, ou racionando com perspicácia o que conservamos em nossos transportes. As estradas, rodovias, BRs estão vazias... Uma semana de manifestação dos caminhoneiros, com paralisação em todo o país.

Aprendemos a diferença entre bloqueio e paralisação dos caminhões nas rodovias. Estamos acompanhando a repercussão do movimento na distribuição de mercadorias, de alimentos, do próprio combustível em todo o país. O acesso aos portos, o não escoamento em todo o país.

Não se trata de um movimento de determinado partido político. Mas como dizem os manifestantes, trata-se de uma só bandeira. A bandeira do Brasil. Não dá mais para ficar de braços cruzados diante dos aumentos abusivos, em especial também do óleo diesel.

Diante do quadro, várias articulações, tentativas do governo, que por enquanto não tiveram mudanças em nosso estado. O povo continua apoiando, mesmo que isso signifique grandes prejuízos. Mesmo que a mídia apresente fragmentos contra o movimento.

Outro aspecto são os acordos que vêm acontecendo para que as carretas com combustível cheguem aos aeroportos, e aos serviços essenciais como saúde e segurança.

O apoio das comunidades aos caminhoneiros, as articulações das caronas para chegar aos locais de trabalhos, as movimentações familiares no final de semana em casa também complementam o inaudível. As crianças e a população como um todo tendo a oportunidade de compreender a importância de movimentos como estes por e para um País melhor!



22 Maio 2018 13:34:00
Autor: Sulisia Westphal


(Foto: Divulgação) 

Na semana passada, em nossas mensagens de WhatsApp, coincidiram várias justificativas antecipadas pela ausência nos grupos, no sábado, 19, devido a um convite irrecusável: O convite de casamento do Príncipe Harry e a "plebeia atriz americana," Meghan. 

Depois da "brincadeira" compartilhada, presenciar o Evento Real em Londres surpreendeu outras tantas.

Ao escrever sobre um "casamento real," podemos ter duplicidade de sentidos: Real porque fazemos, fizemos ou faremos parte da vida ou do grandioso momento em que noivos decidem trocar as alianças, reunindo amigos e familiares para testemunharem e festejarem. Bastante diferente de um casamento de novela, de cinema, ou um casamento dos sonhos, como acompanhamos neste final de semana: Um Príncipe Inglês se casa com uma plebeia atriz americana. Hoje duquesa Meghan da família real britânica.

Vários detalhes também surpreenderam

A cor vibrante do modelo verde limão fosforescente da avó, Rainha Elizabeth, que sabemos ser proposital para poder ser percebida em toda parte do ambiente. E foi! A emoção da mãe da Noiva, o coral que ecoou emocionando o mundo, o jovem do violoncelo, a simplicidade e a beleza do vestido da Noiva, contrastando com a valiosa e estimada coroa de diamantes...

O maior entre os inesquecíveis momentos

Pessoalmente, acompanhando as manchetes das redes sociais, o detalhe que permanecerá como um desejo saudoso dos brasileiros foi a alegria e a demonstração de amor do povo britânico, que invadiu as ruas de Londres saudando o mundo com suas pequenas bandeiras, muitas bandeiras, sinalizando o apoio a mais esta História de Amor no Castelo de Windsor, que proporcionou a milhões de pessoas reflexões e encorajamentos de que as mudanças e transformações são possíveis.

Comece por você! Encontre detalhes para motivar o orgulho e o amor pelo Brasil, vivido intensamente em nossa infância. E quase em extinção para nossas crianças...

"Ame a Terra em que nasceste"! Encontre motivos para transformar estes sentimentos e espalhá-los para os que estão a sua volta!!!



15 Maio 2018 13:34:00
Autor: Sulisia Westphal



Contextualizando...

Acabo de receber a proposta de um link para acessar gratuitamente o Livro Digital "Em Busca do Auto Controle/ Augusto Cury, apresentando possibilidades de liderarmos nossas emoções e assim, tornar este mundo melhor, aprendendo a lidar com o excesso de informação, atividades, trabalho intelectual, preocupação, cobrança, uso de celulares e computadores, presença certa em todos os endereços: Estamos na era dos mendigos emocionais!

"Pessoas estressadas moram em belos apartamentos e casas confortáveis, porém não têm conforto psíquico e precisam ansiosamente de celulares, roupas e outros produtos para aliviar sua insaciável insatisfação. Seres humanos mentalmente estressados mendigam alegria e tranquilidade; necessitam de aplausos, reconhecimento, premiações e sucessos para mitigar ou diminuir seu esgotamento cerebral e sua marcante ansiedade"

Assim, inserida neste contexto venho falar das emoções vividas orgulhosamente sobre mais este papel na vida da mulher: Mãe de Noivo! Papel que escolhi vivenciar intensamente nos últimos meses, nos últimos dias, cujo namoro venho participando de perto por quase nove anos.

Por coincidência, um filho que chegou inesperadamente nove anos depois da irmã mais nova, e, exatamente no dia de seu aniversário. Diante disto, faz um bom tempo que já havia participado do casamento das Irmãs como Mãe de Noivas. Confesso que ficava elucubrando como seria uma "Mãe Idosa\ Avó" acompanhando meu filho até o altar... As pessoas que hoje fazem parte de minha vida de alguma forma sabem o quanto curti cada instante que precedia o evento.

A Alegria

Penso que as características do noivo, bastante parecidas com as da Mãe, percebendo todo o amor ali presente em cada etapa, planejada e sonhada por exatamente um ano, fez com que a alegria de minha alma refletia em nossa entrada tão verdadeiramente clicada nas fotos. A música selecionada em uma de nossas raras viagens a dois... Precisávamos escolher uma que fizesse sentido para os dois: Coldplay, The Scientist

Detalhes

Tapete de espelho, vasos enormes com a delicadeza das minúsculas e corpulentas Mosquitinhos, também conhecidas como véu de noiva, intercaladas entre a luz das velas... Complementando o cenário da Capela, escolhida por fazer parte do Colégio em que viveram toda sua vida escolar, e onde atuei por vinte anos... Tudo isso para tornar ainda mais emocionante a indescritível beleza da Noiva.

Os Votos emocionantes lidos por eles para os convidados foram de arrepiar... O amor estava no ar.

O Celebrante comparando a vida com um Projeto, cuja base, precisa ter um bom fundamento. O que relataram em seus votos... Tantos anos de convívio intensamente criativos e planejados lado a lado... Início da vida acadêmica, formaturas, o mundo profissional... Recordo que o celebrante mencionou significado de cada um, em especial da importância das aberturas, janelas e portas, refletindo a sua vida para as pessoas envolvidas: Famílias e Amigos... A bênção dos Avós, dos pais...

O local do Evento

Tivemos uma noite de cinema. Esta foi à sensação quando percorríamos os ambientes! A organização foi incrível em todos os detalhes, da recepção, a acolhida, a disposição em que os convidados foram acomodados, por grupos de afinidades... O cardápio, o jeito diferente de servi-lo, os drinques, os docinhos, o bolo, os lustres, os arranjos, a iluminação. Mas principalmente a alegria de todos...

A coreografia dos noivos ao som de Ed Sheeran, Perfect Duet com Beyoncé, cujo efeito de luzes fez os convidados irem ao delírio... Em seguida a Banda Quinteto Samba Aí, amigos do Noivo desde o início, fez com que ele surpreendesse a todos. Subiu ao palco e com o microfone, parecia um dos músicos integrantes da Banda...

O amor relatado na Igreja repercutiu... Muitos casais podiam ser vistos aos beijos... Reproduzindo o amor demonstrado pelo jovem casal. Na virada, a homenagem às Mães... E quando o dia amanheceu continuávamos em muitos ao som do DJ e do saxofonista. Tantos convidados vieram de muito longe, tantos profissionais envolvidos... Os noivos souberam escolher muito bem... E os Pais da Noiva conseguiram proporcionar a Festa dos Sonhos... A Festa de Cinema. Parabéns a todos!

E A MÃE DO NOIVO?

Radiante! Orgulhosa por ser surpreendidas com novas características semelhantes as suas, impressas no Filho. Que sejam muito felizes!

 No dia seguinte, após ouvir algumas opiniões não foi possível definir o ponto alto... Foram muitos... Uma NOITE DE PRINCIPE CASANDO COM A PRINCESA. Parece que na rápida enquete o quesito principal foi o AMOR dos dois, em especial o carisma do Noivo que contagiou a muitos. Na decoração, teve até uma árvore simbolizando o Agrônomo.

Gratidão! Os caminhos e propósitos de Deus para cada um de nós são mui tomais elevados que os nossos. Amém!



07 Maio 2018 13:59:00
Autor: Sulisia Westphal


(Foto: Divulgação)

Outro dia, perguntei qual o segredo de um grupo de jovens cuja qualidade e criatividade na amizade duradoura saltam aos olhos. Acompanho fragmentos das movimentações do referido grupo por quase duas décadas... A resposta veio imediata: Uma deseja muito bem a outra... Fiquei impressionada pela simplicidade, rapidez e convicção na resposta. Diante disto, faz alguns dias que tais palavras vêm ecoando e eu, tentando aprofundá-las.  

Desejar o bem parece algo tão natural, tão óbvio... Na verdade, quanto mais venho observo as pessoas, e estou atenta a esta característica, mais reafirmo algo impactante: Desejar o bem ao outro também está na lista das extinções.

Em baixa:

2018! Constato que o índice de pessoas que verdadeiramente desejam o bem de quem está próximo continua cada vez menor. Ou as pessoas pensam somente em si mesmas, ou se estende até o seu entorno pessoal, ou ficam em cima do muro, alienadas, esperando tudo acontecer sem posicionar-se ou tomar à frente, sem um olhar de interesse, de carinho.

Em alta:

O que está em ascensão são as críticas duras, sem fundamentos, sem flexibilidade, julgando pessoas e fatos sem o menor escrúpulo ou conhecimento de fato. Os "pré-conceitos, os pré-julgamentos" movem as massas, as manifestações. Uma foto, uma frase, uma opinião é capaz de mover muitas outras através das redes sociais, sem qualquer conhecimento de causa, trucidando duramente toda uma história de uma pessoa, construída com muitos valores...

Se recentemente a pessoa era aplaudida, em questão de meses, sem oportunidade de ouvir suas razões, seus motivos, a mesma pessoa é vaiada e taxada, excluída com muitas características não verdadeiras.

Tentativas

Desejar o bem caminha lado a lado com a empatia. Quando nos colocamos no lugar das pessoas na tentativa de compreender suas atitudes, suas ações e reações e, tentamos o diálogo para conhecê-la e entendê-la, conseguirmos ser capazes de desejar o bem.

Raramente podemos observar e comemorar os resultados de uma corrente do bem, de gestos solidários e prol de uma causa que une uma comunidade. Quando acontece, geralmente o resultado permanece silencioso. Pois até neste tipo de movimentos já constatamos verdadeiras fraudes... O que mais uma vez demonstra que ao desejar o bem, muitas vezes somos enganados... As aparências vêm se intensificando. Infelizmente longe do alvo: desejar o bem...

Coincidência

Faz poucas horas que um colega de trabalho, muito querido pela comunidade educativa, reunido com um grupo de pais, aposentados e colegas, em uma quadra de vôlei fraturou gravemente o pé. Dispõe agora de um novo acessório: uma bota de gesso e com a recomendação de pelo menos quinze dias sem colocar o pé no chão...

Entre as reações alguém pergunta como não sabia do jogo de vôlei... Quando na verdade, penso eu, que primeiro deveria estar desejar o bem em sua recuperação, lamentar a falta de sorte em uma atividade tão saudável... Foi então que intensifiquei as buscas por esta característica...

Cobrar, criticar, detonar uma pessoa é fácil

Realmente, é muito fácil cobrar dos outros... Difícil é alguém oferecer possibilidades, sugestões, ideias diante das circunstâncias que nem sempre são favorecedoras. Podemos errar, sim. Podemos estar no segmento das pessoas que não se auto-percebem pensando ou desejando o bem do outro. Olhar demasiadamente para o próprio umbigo, ser hedonista, querendo tudo perfeito para o "seu desejo, para o seu bem"...

Que possamos permanecer entre as pessoas sobrevivendo às adversidades virtuais e reais, Sendo gratas pela sensibilidade e o constante desejar o bem "extremamente vivos" dentro de nós, refletindo por onde passamos...

Alerta

 Olho nas "pessoas peso" que estão próximas e só sabem exigir, cobrar, reclamar, ser vitimistas, falsas... E que facilmente nos envolvem em seu discurso pessimista sobre tudo e todos.

Mais olho também nas "pessoas combustíveis", àquelas que nos seduzem pelo seu caráter em desejar o bem, que nos movem pelo otimismo, pelo alavancar de nossas ideias, que nos apoiam que caminham ao nosso lado e nos fazem crescer e acreditar no ser humano.

Ouvi e gostei: " Aves da mesma plumagem voam juntas"! Como é importante perceber um bando voando conosco. Mas, também para isso existem as escolhas...

COM PLUMAGENS POSSO VOAR ALTO COMO ÁGUIA OU VIVER COMO GALINHA... Ui!!!



30 Abril 2018 10:15:00
Autor: Sulisia Westphal


(Foto: Divulgação)/


Foi emocionante receber o convite de uma grande amiga com deficiência visual congênita, para acompanhá-la até o Teatro Pedro Ivo, Florianópolis, para assistir a famosa peça Carmem, atualmente entre os dez melhores espetáculos, e desta vez oferecida com audiodescrição e tradução simultânea em LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais.

Experiência

Faz um bom tempo, que tive a experiência de promover audiodescrição de filmes para crianças, jovens e adultos cegos e com baixa visão na ACIC - Associação Catarinense para Integração do Cego. Foi algo espontâneo, amador, que surgiu pelas vivências como coordenadora de grupos com pessoas com deficiência visual. Foram cinco anos participando com eles de vários Projetos inovadores: Em museus, em laboratório de anatomia, em feira de livros, entre muitos outros. O Projeto Cinema, cujos filmes eram escolhidos por indicações dos próprios participantes, ou dos profissionais envolvidos, acontecia mensalmente na própria Instituição.

Agora

Cinco anos depois, fiquei lisonjeada pelo convite, principalmente tendo minha colega psicóloga como "audiodescritora profissional". Antes, só disponibilizada nas grandes capitais. Caminhava orgulhosamente conduzindo duas pessoas cegas, minutos antes do início da peça, já com a platéia quase completa. Os olhares indagativos eram compreensíveis. O que poderiam contemplar durante o espetáculo, as quase vinte pessoas cegas?

Como acessar

Para acessar a audiodescrição o espectador deveria levar consigo um smartphone com aplicativo de rádio FM e fones. A freqüência, 103.0 FM, só alcança os limites do evento. Não são indicados rádios receptores de FM comuns. A própria audiodescritora regulava os aparelhos.

Sucesso

Como a peça era emocionante, com duração de uma hora e trinta, e eu estava sentada ao lado de minha amiga, acompanhei suas reações e por isso tinha certeza do sucesso da audiodescrição. O que foi confirmado na carona de volta. Por exemplo, na imagem aqui postada, ela sabia das cores e das posições dos atores durante o sapateado. Ela recebe o roteiro com antecedência, o qual tem a consultoria de uma pessoa cega antes do evento. Como nem tudo é perfeito, houve um dos aparelhos que perdeu a sintonia. Assim, ouvia tudo que acontecia, porém sem os detalhes que nós "videntes espectadores" podemos apreciar. Que venham muitos outros.

Foi realmente uma conquista que me enaltece por acompanhar diretamente os efeitos de mais essa acessibilidade. Ao mesmo tempo, reencontrar tantos ex-alunos queridos podendo ter acesso à cultura através de um espetáculo deste porte - Lei de incentivo à Cultura.

Patrocínadores:

Engie Energia Brasil e Allflex. Apoio: Iguatemi Florianópolis Coordenação: Marte Inovação Cultural Realização: Aliança Francesa de Florianópolis, Ministério da Cultura e Governo Federal*.

A Peça

De Luiz Farina, baseado na novela de Prosper Mérimée, com Direção de Nelson Baskerville, com Flávio Tolezani, (O delegado que Sofia do Outro Lado do Paraíso mandou eliminar) Natalia Gonsales e Vitor Vieira. Carmen e Dom José vivem uma trágica paixão. Na trama, ele narra o seu amor por Carmen e o motivo que o levou a prisão. Ela, simplesmente arrebata seu bom senso através da obliquidade

dos olhos de seu amor, narra seu ponto de vista em relação à história. Nova montagem do clássico de Prosper Mérimée que relata a história de uma das personagens mais conhecidas mundialmente, apresentando o contexto fascinante e perigoso da boêmia que se opõe às normas burguesas, sem temer a morte, fascinada pelo risco e capaz de prever o seu trágico destino.

Sapateados, sons, diálogos sempre atuais e comoventes.



23 Abril 2018 10:20:00
Autor: Sulisia Westphal


(Fotos: Mariá Lisboa Diotallévy Román )

Mais uma vez fiquei emocionada diante da grandeza de "amizades duradouras". Refiro-me a um grupo de dez a doze amigas que se conhecem desde a infância. Hoje, estão graduadas exercendo diferentes profissões e que continuam se articulando, promovendo encontros com frequência. Destes encontros, da confiança estabelecida, das habilidades cada vez mais conhecidas, os vínculos se fortalecem a cada programação. Os sentimentos construídos são de uma criatividade surpreendente: carinho, dedicação, tempo disponível, conexões, delegações de funções, lideranças nas diferentes áreas, que se complementam. 

Antes

Sempre comentava que nunca conhecera uma pessoa como minha mãe, que aos 84 anos, mantém contato com amigas do tempo do primário/anos iniciais. A alegria entre elas, os bordados, as recordações, a gastronomia em comum, as músicas, as fotos em preto e branco, as histórias que ainda causam muitos risos, perpetuam gerações. Não havia telefone, TV, tecnologias quando tudo iniciou. Mas, o WhatsApp é um meio de estarem próximas, encurtando distâncias.

Depois, acompanhei meu filho, que conserva amizade com dois amigos desde o berçário, e com outros desde a infância, e que serão também os padrinhos do seu casamento. Quase trinta anos de convívio.

Agora


(Fotos: Mariá Lisboa Diotallévy Román )

Neste final de semana, acompanhei um inesquecível "Chá de Noiva" preparado pelo grupo das madrinhas do casamento. Entre elas, as famosas "amigas desde a infância", o que inclui também algumas primas e as cunhadas. É chegado o momento em que a primeira delas vai casar. Assim, já se organizaram para duas viagens de despedida de solteira. Em uma delas prepararam até um kit personalizado para o evento.

Também foi emocionante ver as crianças crescidas que conhecia do tempo de colégio, transformadas em advogadas, arquitetas, psicólogas, atuantes no mercado de trabalho.

Para este evento formaram o Grupo das Madrinhas no Whats para a troca incessante de ideias incríveis que resultou em um evento elegantíssimo e de bom tom. Nada de brincadeiras depreciativas, que somos acostumadas a vivenciar.

Acolhida


(Fotos: Mariá Lisboa Diotallévy Román )

Foi relevante o encontro destas mulheres que também puderam estreitar seus relacionamentos para o grande dia que se aproxima. Como registrou a mãe da Noiva: "Sem palavras para agradecer todo o carinho, capricho e atenção de vocês pela nossa Filha, que estava radiante de alegria e muito grata pelos esforços em tornar tudo tão perfeito. Tudo de bom gosto, farto e requintado. Só ouvimos elogios. Que Deus abençoe cada uma e faça esta linda amizade perdurar até todas estarem bem velhinhas (vão ser lindas e chiques senhorinhas).

Desafios 

a)Havia uma folha personalizada em cada lugar à mesa com a proposta: Tente adivinhar o vestido da noiva no grande dia! O desenho que mais se aproximar leva um prêmio surpresa. b)Escrever uma situação para a noiva adivinhar com quem vivenciou o referido momento... Foi bastante divertido conhecer características envolvidas. c)Por último, um vídeo do noivo fazendo perguntas. Ela respondia, ou pelo menos tentava... Em seguida, era revelada a resposta do noivo. Como já têm um relacionamento de muitos anos, errou apenas uma. Ou seja, tiveram bastante convívio para se conhecer.

O segredo

A Noiva revelou que o segredo é a importância de cada uma "desejar muito bem" para a outra. Existe um amor estabelecido entre elas. Há empatia. As diferenças se complementam: umas mais ligadas à decoração, outras a gastronomia, outra a organização... Sem contar na criatividade na hora dos cliques.

Assim, fica declarada minha gratidão por uma amizade tão valiosa. E que perpetue.

Felicidades...



16 Abril 2018 13:57:00
Autor: Sulisia Westphal


(Foto: Sulisia Westphal) /


Recentemente acompanhei um Curso de Noivos diferenciado. Na chegada, a identificação com um crachá moderno, criativo (scrapbook), uma mini obra de arte. Para um sábado inteiro, a acolhida com café da manhã, o jeito incrível em que os casais foram recepcionados, quebrou qualquer resistência diante de um imenso grupo de pessoas desconhecidas (trinta casais aproximadamente). Teve até uma peça teatral abordando os relacionamentos. As palestras em várias áreas, quase todas motivadoras pela qualidade apresentada. No encerramento, uma inesquecível festa romântica, surpresa, à luz de velas, com um saboroso coquetel. A culminância também preparada nos mínimos detalhes pelo atuante Grupo Jovem da Igreja.

Obrigatoriedade

Confesso que aprovo a ideia da obrigatoriedade do curso para realizar a cerimônia na Igreja. Afinal, casamento para a maioria deixou de ser algo "eternizado/para sempre": Passou a ser algo passageiro/descartável, ou apenas uma ostentação perante a sociedade. Ir à Igreja saiu da agenda de muitas famílias. Na verdade, vem reduzindo cada vez mais os casais que optam pela cerimônia. Simplesmente passam a morar juntos... Priorizam canalizar seus investimentos em outras aquisições. Diante dos primeiros desafios, cada um segue seu caminho e prossegue em suas buscas.

Agende com antecipação

Presenciar casais que demonstram o desejo e o amor em intensidade após um longo tempo de namoro gera a confiança de que estão entre àqueles com possibilidades de durar muito, ou, talvez, até dure para sempre! Ou... Optar em fazer uma cerimônia religiosa nos dias atuais requer vários detalhes como o curso de noivos em carga horária ampliada, o que requer bastante atenção, pois nem sempre está disponibilizado. Os proclames obrigatórios na Igreja do bairro em que residem, necessitam de no mínimo três semanas, igualmente nos cartórios, o que exige alerta e agendamento antecipado. A data da Igreja para a realização do evento, às vezes, pela preferência dos noivos ou disponibilidade da sua cidade, requer às vezes, até um ano de antecedência para o agendamento. Outro enfoque está para a cerimônia do civil, no mesmo ato do religioso, o que não é permitido em algumas paróquias.

Justificativas

Já parou para refletir quais os motivos envolvidos na obrigatoriedade do curso?

Pode oferecer dicas facilitadoras para um relacionamento harmonioso, estável e, consequentemente feliz como sugestões e práticas para qualificar os diálogos sobre temas importantes para o conhecimento mútuo. A antecedência do curso é pelas informações e elementos de discernimento da comunicação do casal nas várias áreas, as quais permitem uma avaliação e constatação para verificar se estão realmente preparados.

Aspectos abordados: As finanças do casal: planejamento, organização; Filhos, métodos de planificação; Papéis ou funções, corresponsabilidades que um espera do outro em relação às tarefas da casa; e da educação dos filhos; Elaboração de projetos ou objetivos comuns como casal e como família; Formas como se relacionarão com as famílias de cada um; Costumes, tradições culturais que terão em comum; Como pretendem articular suas atuações profissionais; Comunicação para lidar com as dificuldades de entendimento; Aborda ainda elementos sobre a grandeza e sentido da vida sexual dentro do casamento; O casamento como um sacramento; o rito do matrimônio, e a celebração do casamento. Ao concluir, recebem um certificado que é válido por determinado período, o que está entre os requisitos exigidos. Apresentam ainda a importância de integrar-se, como casal, a um grupo de atividade dentro da paróquia. Isso lhes permitirá continuar se nutrindo para manter viva sua fé e seus votos como casal.

Com certeza um dia dinâmico, vivenciado de maneira a propiciar um aprofundamento reflexivo sobre a vida a dois.

Bônus

Cada participante além do crachá personalizado trouxe OS TREZE CONSELHOS DO PAPA FRANCISCO PARA UM BOM CASAMENTO:

O Papa Francisco usou o "hino da caridade" de São Paulo, em sua primeira Carta aos Coríntios, a fim de dar alguns conselhos sobre como sustentar um bom casamento durante os anos baseado no amor verdadeiro.

"Vale a pena deter-se a esclarecer o significado das expressões deste texto, tendo em vista uma aplicação à existência concreta de cada família", explicou.

1. Paciência: Esta escreveu Francisco, "não é deixar que nos maltratem permanentemente, nem tolerar agressões físicas, ou permitir que nos tratem como objetos", mas "o amor tem sempre um sentido de profunda compaixão que leva a aceitar o outro como parte deste mundo, também quando atua de um modo diferente ao qual eu desejaria".

"O problema surge quando exigimos que as relações sejam idílicas, ou que as pessoas sejam perfeitas, ou quando nos colocamos no centro e esperamos que se cumpra unicamente a nossa vontade. Então tudo nos impacienta, tudo nos leva a reagir com agressividade", advertiu.

2. Atitude de serviço: O Papa destacou que em sua carta, São Paulo "quer insistir que o amor não é apenas um sentimento, mas deve ser entendido no sentido que o verbo 'amar' tem em hebraico: 'fazer o bem'".

"Como dizia Santo Inácio de Loyola, 'o amor deve ser colocado mais nas obras do que nas palavras'. Assim poderá mostrar toda a sua fecundidade, permitindo-nos experimentar a felicidade de dar, a nobreza e grandeza de doar-se superabundantemente, sem calcular nem reclamar pagamento, mas apenas pelo prazer de dar e servir".

3. Curando a inveja: "No amor não há lugar para sentir desgosto pelo bem de outro", sublinhou o Papa. Ao mesmo tempo, explicou que "a inveja é uma tristeza pelo bem alheio, demonstrando que não nos interessa a felicidade dos outros, porque estamos concentrados exclusivamente no nosso bem-estar".

O Santo Padre indicou que "o verdadeiro amor aprecia os sucessos alheios, não os sente como uma ameaça, libertando-se do sabor amargo da inveja. Aceita que cada um tenha dons distintos e caminhos diferentes na vida".

4. Sem ser arrogante nem se orgulhar: Francisco destacou que "quem ama não só evita falar muito de si mesmo, mas, porque está centrado nos outros, sabe manter-se no seu lugar sem pretender estar no centro".

"Alguns julgam-se grandes, porque sabem mais do que os outros, dedicando-se a impor-lhes exigências e a controlá-los; quando, na realidade, o que nos faz grandes é o amor que compreende, cuida, integra, está atento aos fracos", disse.

5. Amabilidade: "Amar é também tornar-se amável", precisou o Papa. E isto significa que "o amor não age rudemente, não atua de forma inconveniente, não se mostra duro no trato.

Os seus modos, as suas palavras, os seus gestos são agradáveis; não são ásperos, nem rígidos. Detesta fazer sofrer os outros".

6. Desprendimento: Ao contrário da frase popular que diz que "para amar os outros, é preciso primeiro amar-se a si mesmo", o Papa recordou que neste hino à caridade, São Paulo "afirma que o amor 'não procura o seu próprio interesse', ou 'não procura o que é seu'".

"Deve-se evitar de dar prioridade ao amor a si mesmo, como se fosse mais nobre do que o dom de si aos outros".

7. Sem violência interior: O Papa encorajou na Amoris Laetitia a evitar "uma irritação recôndita que nos põe à defesa perante os outros, como se fossem inimigos molestos a evitar".

"O Evangelho convida a olhar primeiro a trave na própria vista", acrescentou, para logo exortar: "Se tivermos de lutar contra um mal, façamo-lo; mas sempre digamos 'não' à violência interior".

8. Perdão: Francisco recomendou não deixar lugar "ao ressentimento que se aninha no coração", mas sim trabalhar em "um perdão fundado em uma atitude positiva que procura compreender a fraqueza alheia e encontrar desculpas para a outra pessoa".

O Papa assegurou que a comunhão familiar "só pode ser conservada e aperfeiçoada com grande espírito de sacrifício. Exige, de fato, de todos e de cada um, pronta e generosa disponibilidade à compreensão, à tolerância, ao perdão, à reconciliação".

9. Alegrar-se com os outros: "Quando uma pessoa que ama pode fazer algo de bom pelo outro, ou quando vê que a vida está a correr bem ao outro, vive isso com alegria e, assim, dá glória a Deus", indicou o Santo Padre.

"A família deve ser sempre o lugar onde uma pessoa que consegue algo de bom na vida, sabe que ali se vão congratular com ela".

10. Tudo desculpa: Isto, explicou o Papa, "implica limitar o juízo, conter a inclinação para se emitir uma condenação dura e implacável: 'Não condeneis e não sereis condenados' (Lc 6, 37)".

"113. Os esposos, que se amam e se pertencem, falam bem um do outro, procuram mostrar mais o lado bom do cônjuge do que as suas fraquezas e erros. Em todo o caso, guardam silêncio para não danificar a sua imagem. Mas não é apenas um gesto externo, brota de uma atitude interior".

11. Confia: "Não se trata apenas de não suspeitar que o outro esteja mentindo ou enganando", explicou o Santo Padre.

"Não é necessário controlar o outro, seguir minuciosamente os seus passos, para evitar que fuja dos meus braços. O amor confia, deixa em liberdade, renuncia a controlar tudo, a possuir, a dominar", disse.

12. Espera: Esta palavra indicou o Papa, "indica a esperança de quem sabe que o outro pode mudar".

"Não significa que, nesta vida, tudo vai mudar; implica aceitar que nem tudo aconteça como se deseja, mas talvez Deus escreva direito por linhas tortas e saiba tirar algum bem dos males que não se conseguem vencer nesta terra", assinalou.

13. Tudo suporta: O Santo Padre assinalou que isto "não consiste apenas em tolerar algumas coisas molestas, mas é algo de mais amplo: uma resistência dinâmica e constante, capaz de superar qualquer desafio".

"O amor não se deixa dominar pelo ressentimento, o desprezo das pessoas, o desejo de se lamentar ou vingar de alguma coisa. O ideal cristão, nomeadamente na família, é amor que apesar de tudo não desiste".



09 Abril 2018 13:54:00
Autor: Sulisia Westphal


(Foto: Sulisia Westphal)

Marc Prensky, especialista em educação, inventor da expressão "nativos digitais", referindo-se a nova geração, a uma nova cultura, àqueles que nasceram na era da Internet, a partir de 1980, e de "imigrantes digitais" os que tiveram que se adaptar a ela. Segundo Marc, já não existem "os tais imigrantes" nas salas de aula nos EEUU. São todos nativos... 

Quem formamos colaborativamente?

Percebemos ainda que lentamente, as Escolas se adequando a essa diversidade que se encontrada no contexto escolar em resposta a evolução e desenvolvimento das tecnologias e a funcionalidade do celular, tablet, da câmera digital, dentre outros, transformando as relações e a comunicação propriamente dita. Prensky (2001), ao descrever as habilidades dos nativos digitais, evidenciou, principalmente, a capacidade desses de realizarem múltiplas tarefas, ao mesmo tempo, e que não se amedrontam diante dos desafios expostos pela tecnologia. Mas em nosso entorno, o que vemos diariamente? Até os bebês utilizando a internet com seus joguinhos para "dar um tempo" aos familiares, nos mais variados ambientes...

Como uma Escola, uma sala de aula oferece estratégias atraentes que correspondam à diversidade ali existente?

As crianças estão cada vez mais dispersas, sem foco, com dificuldades de aprendizagem básicas como juntar sílabas, ler, escrever, com déficit de atenção, com hiperatividade... Com problemas de relacionamentos... Mas o dedo está sempre em movimento sobre as telas... Quando as famílias são chamadas para expandir o olhar sobre o seu filho (a), o estudante que não para, que não se apropria dos conhecimentos, que não sabe interagir com seus colegas, que não apresentam as atividades propostas pelos seus professores, que desrespeitam, agridem verbalmente... E tantos outros aspectos desencadeiam sobre o sujeito. Encontramos vários pais, cuja rotina é o dia todo envolvidos com seu trabalho, e quando chegam em casa, têm todas as movimentações domésticas para dar conta, o que inclui seus filhos... Assim, passa despercebida, que é mais fácil realizar ou deixar acontecer tudo que o filho solicita, do que se impor, do que tentar dialogar sobre o que é certo e errado. O que é dever, o que é direito..., a distribuição de funções, de pequenas responsabilidades. E ainda, têm os recados e as atividades da Escola para acompanhar, para assinar... Muitas vezes recados que refletem em toda "a articulação familiar"... Sem tempo para educar... Na agenda dos pais, nem sempre morando no mesmo endereço, também está a intolerância para qualquer item a mais em sua agenda pessoal... Sem espaço para mais um desgaste emocional... A conseqüência: Mais um tempo conectado para o filho...

Mas conectado em quê, com quem?

 À medida que vai crescendo o filho (a) crescem os problemas, a falta de tempo para ver, abraçar, ser afetuoso com o pequeno ser, que não tem culpa do mundo em que nascemos. A maioria trabalhando para dar uma vida melhor para os seus. Uma vida diferente do que teve... Diante deste recorte da geração "nativos digitais", algumas dicas:

Aprendi recentemente com uma amiga, que quando o filho já consegue passar um turno em casa com autonomia, funciona muito bem organizar uma rotina com horários estabelecidos juntamente com a criança. Rotina com tempo determinado para os seus direitos e obrigações pré-estabelecidas. E, em tempo também pré-agendado, enviar fotos do combinado pelo whats: Controle e confiança à distância. Um e outro flagrante em casa, com certeza também farão muito bem. Agendou em parceria? Cumpriu? O que prometeu, precisa ser cumprido. Por isso a mensagem central para "nossa nova geração" é: TODA SÁBIA VIGILÂNCIA É PERTINENTE. IMPRESCINDÍVEL.



02 Abril 2018 16:33:00

Caça aos Ovos 

Ainda com as recentes e criativas versões das "Caça aos Ovos" dentro de casa, na Páscoa 2018, pela previsão de chuva abundante e jardins alagados, fomos surpreendidos com intenso sol e calor e tivemos que flexibilizar em tempo recorde, que a Caça aos ovos dentro das casas se estendesse até o jardim, e assim, continuasse sendo uma imaginativa fantasia. Mais uma inesquecível vivência para muitas crianças, cujos familiares tentam preservar parte da cultura em que foram acolhidos amorosamente na sua infância.

Muitas boas dádivas, muitos presentes distribuídos em "privilegiadas casas" nas últimas horas: Ovos, chocolates, guloseimas, decorações, alimentos ao redor da mesa, FAMÍLIAS REUNIDAS, convívio entre os grandes e os pequenos... Muitas fotos, registros que continuarão contando a História desse incrível "DEUS - que se tornou humano, que viveu e morreu por nós, que continua vivo, para que aprendêssemos sobre o verdadeiro AMOR que perpetua entre nós.

Paralelamente, muitas oportunidades para revisitar esta HISTÓRIA DE AMOR MILENAR... Encenações, filmes, vídeos, clipes...

Assim, a escolha de um fenômeno mundial, é a conexão para estendermos nossa reflexão.

DRAKE: GOD'S PLAN


(Foto: Divulgação)/


Vale conferir um CLIP INACREDITÁVEL, lançado em fevereiro de 2018, em que o sucesso mundial Rapper DRAKE, canadense, cantor, compositor, produtor de discos, ator, empresário, resolve investir 996 mil dólares, aproximadamente 3.2 milhões de dólares, que seriam investidos para seu novo CLIP, como presentes em dinheiro vivo, alimentos e presentes, nas ruas de MIAMI, na Flórida.

REAÇÕES

Foi circulando e fazendo as surpreendentes entregas, cujas reações foram gravadas: De repente, anuncia no megafone, "TUDO QUE VOCÊS ESCOLHEREM EM UMA HORA, sairá de graça. Ou, observa uma Mãe com o filho e lhe oferece um pacote de dinheiro em espécie. Igualmente para moradores de rua, para uma jovem que sonha cursar uma Universidade simplesmente oferece uma bolsa de estudos. Vários carros de presente... Distribui comida, assumindo o papel de atendente comum... Oferece dinheiro para pessoas com deficiência física (cadeirantes)... E o Clipe apresenta as mais incríveis reações...

Por quê? O que o levou a tais atitudes?

Drake costuma homenagear seus heróis na música com tatuagens em seu corpo. Recentemente perdeu um amigo baleado e percebeu que quer ser lembrado em vida pelo que é capaz de fazer para transformar a vida de pessoas. Como diz a letra, "que desejam, que desejam muitas coisas ruins para ele"... Mesmo neste clipe, enfatiza a valorização e a gratidão para seus empresários, para quem trabalha com ele, pois reconhece que sozinho nada seria possível.

Considera que foi a coisa mais importante que já fez em sua vida.

APRENDER SEMPRE

Um clipe para assistir muitas vezes. Sonhos podem ser alcançados através de você! Boa aprendizagem para transformar suas atitudes, seus gestos e contagiar dessa forma a vida de muitos.

CASO DESEJAR CONFERIR:




26 Março 2018 11:46:00
Autor: Sulisia Westphal


(Foto: Divulgação) /


Com a proximidade da Páscoa 2018, as inesquecíveis fantasiosas histórias de Coelhinho da Páscoa estão cada vez mais em extinção. Completamente substituídas pelos ovos de chocolate. Que, aliás, estão cada vez mais criativos em acessórios para conquistar as crianças, do que propriamente pelo tipo de chocolate. 

Saudosismo?

Talvez. Minha infância, riquíssima dentro da cultura alemã, mães com tempo para conviver com os filhos e criar imaginações espetaculares que perpetuam na alma do adulto. Tempo de conversas, leituras, jogos e brincadeiras em família. Tempo para cultivar as expectativas sobre a chegada desta curiosa figura do Coelho distribuindo ovos nas casas das crianças. Tempo de fazer as cestinhas, os ninhos. Tempo de aprender a esperar. Tempo de expectativas de diversão e alegria entre os irmãos, os primos, os familiares. Bem diferente das expectativas diante de mais um brinquedo consumista.

E a espiritualidade?

Também tinha espaço. Os pais motivavam os pequenos a conhecer a Verdadeira História da Páscoa. Oportunizando conhecer quem é Jesus. Momentos de fé mesclados com inesquecíveis vivências familiares.

Hoje...

Crianças cada vez mais habituadas nas multitelas, e cada vez menos criatividade, menos solidariedade e flexibilidade nas brincadeiras coletivas. Mais gritos, volumes alterados como se as pessoas estivessem e como de fato estão cada vez mais distantes. Os vídeos do Youtube passam a ocupar o tempo imaginativo de criar suas expectativas, suas fantasias, seus momentos de conhecer mais e enriquecer seus enriquecendo os diálogos. Enquanto isso, os pais na correria para dar conta de suas responsabilidades, com menos paciência, e cada vez dispondo de menos tempo para seus pequenos acabam oferecendo as telinhas para darem conta de seus afazeres ou de atualizar as mensagens "as" dos inúmeros grupos dos quais fazem parte. Os filhos, por sua vez, são capazes de criar situações inusitadas para chamar a atenção. Os pais vão se conscientizando que não dão conta... Recorrem às terapias... As crianças reclamam de que a terapeuta não faz nada... Só quer que elas falem... Muito chato!!!

Juíza?

Não. Apenas mais uma pessoa, uma professora, uma avó, uma tia, uma colunista "preocupada" tentando encontrar formas concretas para motivar e promover espaços que cooperem com essa nova geração. Aproveitando o feriado e o momento de Páscoa como um tempo para se olhar mais, rir mais brincar mais, abraçar, rolar, tentando trazer um pouco de sua infância na infância das crianças de hoje. Uma infância cada vez mais encurtada. Talvez ainda dê tempo de contagiá-los com os valores nos quais você acredita.

Dados atuais para pensar

Se antes as meninas brincavam de boneca até os 12 anos, hoje, se ainda brincam, a tendência é parar aos 9... Pesquisa da Let's Play que acompanha o comportamento e os hábitos da nova geração: Brinquedos mesmo os ativos perdem para a tela dos eletrônicos. É A Preferência para 75% das crianças que nasceram em 2010 é assistir vídeos no You Tube, (bilhões de visualizações).

Maior audiência, vale observar o fenômeno da pequena boneca LOL/You Tube e o desembrulhar continuado de pequenos acessórios surpresa que a acompanham. Umas raras chegando ao valor acima de cinco mil reais na internet.

Quem chega para comprovar é a boneca Frida Kahlo, que vem para o segmento das meninas que preferem atitude ao padrão de beleza convencional.

Não dá para ficar parada.

PÁSCOA! Tempo para proporcionar novos atrativos ou ACOMPANHAR O QUE ESTÃO ASSISTINDO E MEDIAR. DIALOGAR PARA QUE COMPREENDAM A IMPORTÂNCIA DAS ATITUDES EM EXTINÇÃO.

Não adianta só julgar ou criticar!



19 Março 2018 11:48:00
Autor: Sulisia Westphal


(Foto: Divulgação) 

Muito ou pouco tempo, dependendo da programação a ser desenvolvida em 48 horas. O que você faria todo este tempo sem o seu celular, fora de sua cidade, e sem saber onde ele poderia estar? 

Muitas hipóteses... Várias ações.

A primeira seria encontrar um jeito de comunicar a família evitando elucubrações diante das prováveis chamadas não atendidas. Mas a principal delas é desconectar-se da situação: Não veio entre os pertences da bagagem (ponto). Solução só quando retornar. Neste caso, por sorte, em dois dias. Mas existem situações que ficam martelando: Como avisar minha amiga sobre nossa programação quase fechada. Será que ficará me aguardando? O que pensará da minha falta de respostas? Nenhum número memorizado para tentar avisar o fato em si. O que fazer para ter os números de meus contatos disponíveis sem o celular. Ou, o que pode estar circulando em meus contatos? Será que alguém profissionalmente está precisando contatar-se comigo?

Foco

Tanto em um final de semana, quanto no cotidiano, precisamos HABITUAR-NOS a estar atentos ao nosso foco. Àquilo que está nos consumindo negativamente, ou qualquer imprevisto, não podem interferir e impedir que usufruamos com entusiasmo e com nossos sonhos a vida com nossas expectativas traçadas para àquele momento. Mas com INTELIGÊNCIA, tal qual o legado da própria vida do inesquecível STEPHEN HAWKING, buscando e encontrando formas de lidar e superar as intempéries a que todos estamos sujeitos.

Dois anos

Assim, experenciando os longos "dois dias" sem celular e todos os reflexos de uma falta de foco, dá para tentar imaginar a reação de um indivíduo que ouve do médico a dura expectativa de que têm apenas "dois anos de vida" pela doença degenerativa diagnosticada. Ao contrário dos longos dois dias, estes dois anos seriam brevíssimos... No caso de Hawking, com certeza pelo inteligente foco e desejo de continuar vivendo, chegou até os 76 anos.

Vale muitíssimo

Valorizar a nossa vida, o nosso jeito de viver e de contornar, agir, resolver e encarar os nossos próprios desafios. E por que não, de conhecer mais sobre a vida deste fenômeno da humanidade. Que possamos também contagiar com nosso modo peculiar modo de viver, as pessoas que nos contornam.

De Stephen Hawking para você

Entre tantos escritos, vale rever o filme Teoria de Tudo. Infinitos pensamentos dele estão pelas redes sociais. Com certeza foi bem difícil escolher estas para presenteá-lo(la). Mas acredito que as reflexões diárias colaboram e muito em nossas imprescindíveis mudanças de foco, de saúde física, mental e espiritual.

"É uma perda de tempo ficar irritado com a minha deficiência. As pessoas não vão ter tempo para você se você está sempre irritado ou reclamando."

"Apesar de eu não poder me movimentar e ter que falar através de um computador, em minha mente sou livre."

"Minha força não foi conquistada levantando pesos. Minha força foi conquistada levantando a mim mesmo todas as vezes que me derrubaram."

"Minhas expectativas foram reduzidas a zero quando eu tinha 21. Tudo, desde então, tem sido um bônus."

"Lembre-se de olhar para o alto, para as estrelas, e não para baixo, para os seus pés."

 "Não importa o quão ruim a vida possa ser, há sempre alguma coisa que você pode fazer e ter sucesso. Enquanto há vida, há esperança."

"Tenho reparado que mesmo aqueles que afirmam que tudo está predestinado e que não podemos mudar nada a respeito disso continuam olhando para os dois lados antes de atravessar a rua."



12 Março 2018 11:20:00


(Imagem: Divulgação) 

Fresh start

Temos aprendido a não reagir a tudo que sai diferente das expectativas? Como em um fresh start, novo começo, mudar o foco pode se tornar algo exercitado continuamente e que se torna habitual, incorporado ao nosso jeito de ser.

Diante das frustrações diárias frente aos imprevistos, ou de algo habitual que sai totalmente ao contrário, ou de um esquecimento quase imperdoável, entre tantas outras possibilidades, mudar o foco subitamente, pode minimizar sentimentos como sentir-se machucada, magoada, incomodada, ou ainda uma perfeccionista com autoestima afetada.

Quando conseguimos a conectividade para mudar o foco:

Outro dia, apreciando a beleza de uma área urbana revitalizada surgiu a conexão com a revitalização pessoal. Como seria possível revitalizar a nós mesmos? De que forma poderíamos "vitalizar-nos"? Que área de nossa vida está necessitada deste movimento?.Uma das possibilidades é detectar o que está ocupando a nossa mente. Refere-se ao passado, ao presente ou ao futuro? Caso seja ao passado, mudar o foco para "como foi bom".e conectar-se ao hoje, ao agora. Expandir o olhar sobre a possibilidade do agir promovendo diferenças por onde passamos. Pois vitalizar também abrange energizar, estimular, excitar, animar, avigorar, fortalecer, desenervar-se, fortificar-se, oxigenar-se, renovar-se, retemperar-se, robustecer-se, temperar-se, tonificar-se, rezar, vitalizar-se. Dedicar um tempo para si mesmo.

Como?

Aprender a dizer não, reorganizar-se desapegando dos "acessórios inúteis" que costumamos acumular por toda a parte da casa e de nós mesmos. "As gavetas" ficarão mais leves e maleáveis quando temos clareza sobre o que realmente importa, excluindo o que sobrecarrega, adicionando o que nos dá o up, selecionando e mantendo o foco em nossas metas, em nossos objetivos.

Quando não conseguimos a conectividade para mudar o foco:

Precisamos detectar o excesso impeditivo e reaprender a aprender diante dos resultados indesejáveis. Quanto mais atividades, mais compromissos, geralmente mais ansiedade. Quanto mais ansiedade, mais perto da depressão. O passado consegue nos aprisionar por ficarmos presos nas experiências vivenciadas. Assim, a propensão para a doença, para o isolamento, para a falta de esperança, entre outros vão se empoderando em nossa mente/coração. Reagir ao que nos faz mal, o que nos decepciona, o que é contra nossos princípios e valores, dá poder para a outra pessoa. Podemos inverter a situação acreditando que na maior parte do tempo as situações menos confortáveis acontecem para nos

Então:

Uma sensação de revitalizar-se pode acontecer após uma boa música, uma caminhada, um treino na academia, um ótimo banho, uma boa conversa, um ouvir ao outro, o sentir e expressar a gratidão diante de cada mudança de foco conquistada. Treinar constantemente o colocar-se no lugar do outro. Sensação que pode causar alegria no rosto, na pele, nas palavras, nos gestos, na pró-atividade, no acreditar, no foco na luz do fundo do túnel, na proximidade com as pessoas, no sucesso das ideias.

Repense o seu pensar. Foco em você. O que realmente importa?



05 Março 2018 11:07:00
Autor: Sulisia Westphal


(Foto: Divulgação) /


Até bem poucos dias, se explicássemos para uma criança a forma da água, com certeza, criativamente usaríamos vários recipientes diferentes, mostrando que ela pode ser redonda, quadrada, retangular, cilíndrica etc. Era só colocá -la no congelador, esperar um tempo e usufruir das várias formas. Também poderia ser a água da chuva, das geleiras, do granizo, da neve, das inundações, do vapor da chaleira, entre tantos outros... 

Mas, A FORMA DA ÁGUA/ The Shape of Water, a partir da noite da 90ª Edição do Oscar em Los Angeles, fez o mundo conhecer "esta forma" como o título do vencedor do Oscar 2018, (13 indicações) como melhor filme: Elisa é uma zeladora," uma princesa sem voz" que se comunica com a Língua de Sinais. Na década de 60,nos Estados Unidos, em meio a conflitos políticos e sociais, em plena Guerra Fria, ela trabalha em um laboratório onde um homem anfíbio está sendo mantido em cativeiro. Quando se apaixona pela criatura, ela elabora um plano para ajudá-lo a escapar com a ajuda de seu vizinho.

O filme premiado é do mexicano Guillermo Del Toro, um aficionado por "monstros", e assim, conhecido também como um conto de fadas, uma fábula como as que o diretor está acostumado a recriar. Um romance entre seres de espécies diferentes - "o que é uma forte analogia para o mundo xenofóbico ainda existente, além do pano de fundo aqui, ou seria o foco, a paranoia..."

Um destaque foi para o prêmio de "Melhor Atriz", Frances McDormand, que durante o seu discurso pediu que todas as mulheres ali presentes se levantassem. Cada uma em seu papel, e em sua função. Foi então que com muita emoção invocou a palavra chave para 2018: INCLUSÃO.

 Se você ainda não assistiu, anote os demais: Dunkirk Corra! Me Chame pelo Nome; O Destino de uma Nação, Lady BIRD, É Hora de Voar, A Guerra Secreta, Três Anúncios Para um Crime.



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