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15 Janeiro 2018 08:43:00
Autor: Sulisia Westphal

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(Foto: Daniela Kuodrek) /


Recentemente na minissérie "Entre Irmãs", fomos interpelados a perceber com qual das irmãs nos identificamos, pelas diferenças que apresentam. E que, mesmo diante dos desafios que a vida oferece. O entrelaçamento, o sentimento de amor entre elas é superado pelos duros enfrentamentos resistindo à distância e ao tempo. Uma acata a vida "sofrência", decepcionante sem mudanças. A outra parte em busca de uma vida diferente. Depois o reencontro. Os vínculos construídos inabaláveis. 

Já o desfecho da novela Pega Pega conseguiu sensibilizar os telespectadores com a incrível revelação de que o protagonista Eric, dono do Carioca Palace é irmão de Júlio, um dos assaltantes do próprio irmão, que entrou na quadrilha porque suas tias perderiam a moradia da qual fazia parte. Só mais tarde a mãe apareceu. O autor apresenta o irmão "assaltante" e funcionário do próprio hotel, com total desinteresse pela fortuna do irmão, principalmente porque ambos foram surpreendidos "coincidência", segredo absoluto da mãe. No julgamento do roubo cumpre a pena leve pela ausência de antecedentes criminais. Na saída o irmão o aguarda para trabalhar com ele no Hotel que também passa a ser seu. O perdão é possível. No entanto um relacionamento é ou deveria ser uma via de mão dupla.

Ao mesmo tempo, recebo em vários grupos uma mensagem que ressalta a importância do relacionamento entre irmãos, nem sempre de sangue. Às vezes como amigos passam a ser mais do que irmãos. O importante é investir tempo, lembrar, conviver com "os nossos", pois à medida que envelhecermos, eles serão peças cada vez mais importantes em nossa vida.

Curiosidade: relacionamento entre irmãos estão sempre presentes em nossa história: Nossos irmãos, nossos tios, os irmãos de nossos pais, seus filhos/nossos primos o relacionamento entre nossos filhos, e tão rápido, o relacionamento entre nossos netos/ irmãos ou primos.

O que podemos fazer hoje para investir nestas relações?

Planejar e fazer coisas com eles, como por exemplo, uma viagem, uma pescaria, momentos que oportunizem conversas, contextualizações e conhecer-se um pouco mais em circunstâncias diversas... Transmitir nossos valores e crenças através de nossas atitudes e ações. Passar finais de semana na praia ou no sítio, ou... envolvendo jogatinas, gastronomia com especialidades reveladas de cada um. Organizar criativos eventos envolvendo-os. O importante é considerar que as famílias aumentam e se diluem com rapidez. Filhos crescem, casam, alçam seus próprios voos. Casamentos já não são tão duráveis... Assim, precisamos acreditar que os IRMÃOS estão aí. Não importa o tempo e os quilômetros.

Os Filhos Únicos, hoje em um número cada vez maior, com certeza encontram pessoas irmãs. A sabedoria está em saber articular as diferenças agregando valores nos relacionamentos. Recordo uma preocupação constante quando fui a motorista de meu filho criança e seus três amigos filhos únicos. Quanta responsabilidade transportava com muito prazer para fins de semana na praia. Quanta confiança depositadas, quantos quilômetros por muitos anos. Hoje a amizade permanece...



09 Janeiro 2018 08:42:00

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(Foto: Divulgação)


Viver a Vida "INTENSAMENTE": Um convite com receptividade inicial corriqueira, simples, nenhum pouco inovador... No entanto, ecoando em um ambiente com milhares de pessoas alegres, cantando, contagiando a quase todos e, simultaneamente, como em um flash, várias cenas percorrendo a mente colocando o convite em cheque-mate: Como é possível viver intensamente de forma saudável em nosso contexto em 2018?

Etapa 1

Tente identificar quando exatamente as correrias de final de ano iniciaram tirando você da sua rotina. Para muitos, desde as confraternizações, amigos secretos, fechamento de ano letivo e chegada das férias escolares, das férias familiares, da compra dos presentes, das ceias de Natal, das formaturas, dos encontros familiares, dos inúmeros preparativos, das viagens para as tradicionais e esperadas reuniões familiares. Em meio a tantas movimentações, enfrentando muitas filas aqui estamos em 2018. (Confesso que não consegui identificar com exatidão quando saí da minha rotina)

Etapa 2

Eleja seu momento top. Viver intensamente inclui olhar para trás e sentir gratidão por todas as coisas boas, incluindo pessoas que marcaram presença e contribuíram para preencher seus últimos dias em 2017. Registre seu momento top e coloque em uma embalagem para reler em um momento futuro. Somos o que falamos e acreditamos sobre nós mesmos. Momentos bons merecem ser escritos, fotografados, compartilhados entre nossos queridos. Repetidos.

Etapa 3

Destaque "um" presente que você deu ou recebeu. Valorizar os presentes pensando na amorosidade de quem nos presenteou também agrega bons sentimentos. Da mesma forma faz bem observar quando acertamos em nossas escolhas. Ou seja, quando temos a oportunidade de observar as reações de quem deu e recebeu. Casualmente li sobre a importância de deixarmos poucos brinquedos ao alcance livre das crianças para que possam realmente aprender desde pequenos a curtir seus presentes "dedicando um maior tempo" para eles. Aos poucos, de vez em quando, ir mediando os usados pelos guardados... (Difícil destacar apenas um).

Etapa 4 

Presente destaque

Um Diário para cinco anos, com "Uma Pergunta Por Dia". Muito interessante pelos arquivos que são desvendados dentro de nós e que podem perfeitamente ser diferentes em cada ano. Difícil ser um registro diário. Em meu caso, venho utilizando algumas perguntas nas rodas da família e de convívio, uma vez que propicia um conhecer-se aprofundado. Outra forma de sentir-se vivendo intensamente. Três perguntas: Quais expectativas estão em seu top 2018? Qual é a sua lembrança mais preciosa de 2017? As pessoas podem mudar?

Etapa 5 

Pequenos Prazeres

Como seres singulares, somos plausíveis de uma investigação permanente do que realmente trazemos em nossas expectativas, em nossos sonhos, desejos e gostos pessoais. O importante é desvendá-los fazendo listas de pequenos prazeres e buscar realizá-los. Conheço várias pessoas que encontram muita dificuldade porque são ofuscados pelo que não está bem/bom. E o presente, o hoje, vai passando... Mergulhe de cabeça no que realmente quer. Algo lhe desagrada? Mude. Tente alternativas! Está sem tempo, sem dinheiro... Aprecie pequenas coisas que chegam até você diariamente.

Sucesso pessoal e profissional também em 2018.



18 Dezembro 2017 16:10:00
Autor: Sulisia Westphal

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(Foto: Divulgação)

Conseguir estar à beira de uma praia calma na semana que antecede o Natal, é um verdadeiro presente antecipado, sonhado por muitos. Estar em companhia de pessoas amadas, de crianças correndo e se divertindo, aumenta esta dose de bem estar.

O impacto

Observar um pescador tranquilo com seus aparatos básicos como seu colete cheio de bolsos, seu molinete, guarda sol, cadeira, chama a atenção. Principalmente por ser encontrado dias seguidos nesta rotina, neste mesmo espaço. De repente, um movimento agitado. Imaginamos um peixe incomum. Mas incomum foi a cena observada neste pacato cenário: Um banhista de uns cinqüenta anos aproximadamente, de um calção verde bandeira empurrava o pescador e falava em tom muito alto. Em seguida pegou o molinete e quebrou-o em três partes. O pacífico pescador calado, sem reação. O banhista afastou-se completamente transtornado, mal educado e xingando em alto tom. O pescador, calmamente observou seu equipamento de pesca quebrado e o trouxe até o guarda-sol. Logo as pessoas forma se aproximando, e de um a um queriam entender o ocorrido constrangedor. O pescador ainda impactado com o seu molinete destroçado explicou que o banhista, com tanto lugar escolheu como local para banho exatamente onde estava a linha e o anzol e deve ter tomado um susto ao se enroscar. Nós como espectadores da agressão quase sem nexo concluímos que o tal banhista devia estar alcoolizado, estressado ou drogado. Mesmo assim, nada justificaria o comportamento alterado e a ação de violência dentro deste cenário pacífico.

A Lição

Os contextos atuais merecem atenção redobrada em todos os espaços e ambientes. As pessoas estão cada vez mais desequilibradas emocionalmente. Uma buzinada no trânsito pode custar uma vida... Uma linha com isca no mar pode custar um molinete e agressões física e verbal desnecessárias. O importante é estarmos fisicamente e emocionalmente equilibrados para reagirmos com sabedoria diante de pessoas alteradas, "surtadas", desequilibradas. Acreditamos que o PESCADOR DA PAZ deixa uma mensagem inesquecível diante do Pinheiro de Natal. Vamos acionar o domínio próprio para não deixar-nos contagiar por atitudes incabíveis, agressivas, transtornadas, desequilibradas.

Que a paz do Pescador habite intensamente em você e seus familiares.

FELIZ NATAL E 2018, ABUNDANTE EM AÇÕES E REAÇOES DE PAZ.

Pescador de Ilusões

Ah! O pescador ainda apresentando muita tranquilidade guardou todos os seus pertences e foi para casa. A pesca foi encerrada abruptamente. Não pudemos constatar se comprou um molinete novo e retornou à pesca na tarde seguinte. Mas para todos que presenciaram o fato em si, após ouvir os relatos da vítima, que se prontificara a ajudar o banhista, fica a pergunta: - Quem de fato ficou melhor? O agressor ou a vítima? Valeu à pena? O pescador da paz é a vítima ou o culpado neste cenário? O que mudar para não ter a experiência repetida? Vale buscar a letra da música do Rappa "O Pescador de Ilusões". ...Se eu ousar catar na superfície de cada manhã qualquer, as palavras de um livro sem final...



11 Dezembro 2017 13:57:00
Autor: Sulisia Westphal

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(Foto: Divulgação)

Ampliar nosso olhar além das correrias de final de ano nos remete a muitas decorações natalinas. O vermelho, o verde, o dourado, o branco... Entre as cores e muita criatividade, nosso foco pode estar para as tuias, que com seu verde ofuscante e ao mesmo tempo delicado, nos levam até os bambus. Vale à pena conhecer ou rever a pequena lição dos bambus... Apropriar-nos dela e praticá-la por onde passamos.

Você sabia?

Que uma semente de bambu, ao ser plantado, não apresenta nenhum sinal de crescimento por cinco anos? Exceto um lento e diminuto broto que nasce a partir do bulbo. É porque suas raízes, em expansão subterrânea, dita complexa, se expandem horizontalmente para se fortalecer de maneira oculta, imperceptível, para então crescer e alcançar até 25 metros de altura. Por isso ouvimos as constantes reclamações e alertas de que as raízes de um bambu são capazes de destruir cimento, ocasionar rachaduras em paredes e muros. E, no entanto, também nos ensinam a ser flexíveis. Pois em grupo se inclinam intensamente sem quebrar-se. Muitas vezes emitem uma melodia preciosa. Outras vezes ruídos assustadores. Ao mesmo tempo oferece tantos benefícios: o embelezamento, o abrigo para muitas espécies, a sombra, o ar puro, a sonoridade gratuita e, agora, ainda o convite para aprender a esperar.

Esperar

Percebe-se que atualmente do universo infantil ao adulto, a palavra esperar é um desafio tão intenso quanto o índice de desistência. Esperar não existe para as crianças ou pouco existe porque os pais que já não encontram paciência para explicar e fazer com que compreendam os porquês. O hedonismo habita visivelmente entre nós. É a geração "pra agora, pra já"! É mais fácil desistir, mudar sua escolha, ou induzir alguém a abrir mão de "sua espera" diante de uma fala, de uma solicitação, diante de um não, do "daqui alguns minutos", diante do tempo priorizado organizadamente para este ou àquele evento/programa. Raramente alguém cede para alguém porque está sem pressa ou até mesmo porque está com a autoestima elevada e pratica a empatia...

As pequenas tuias holandesas

(Foto: Divulgação)

Enquanto isso, as pequenas, compactas e delicadas tuias holandesas estão por toda a parte. Também conhecidas como a árvore-da-vida. Nativa da China e do Japão requer alguns cuidados como água abundante, sendo irrigados todos os dias, mantendo o substrato sempre úmido. Ao mesmo tempo, necessitando de meia sombra ou de ambientes bem iluminados onde receba pelo menos duas horas de sol direto por dia.

Assim, vamos caminhando rumo às festas com expectativas a cumprir, organização e escolhas ou "desescolhas" das prioridades com paciência, espera, tal qual o bambu. Com cuidados pessoais a considerar tal qual a tuia. Gratidão pelas conquistas, sempre! Desistir de esperar, de ter esperanças renovadas, nunca! Contemple-se nos tons de verde que elas espalham entre nós!



03 Dezembro 2017 23:09:00
Autor: Sulisia Westphal

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(Foto: Divulgação)

Constantemente somos interpelados com advertências das mais inusitadas. Neste caso, referindo-me a alertas, a avisos para tomar cuidado em determinadas atitudes ou situações. Algumas procedem e reafirmam o quanto estamos envolvidos e desconectados de possibilidades nada desejáveis, outras são constatações nada verídicas postadas e multiplicadas sem a fonte ser ao menos identificada. O que já equivale à advertência inicial:

 A fonte procede?

Antes de curtir, comentar, compartilhar, é preciso parar e conferir de que fonte é a informação recebida. Parece algo tão trivial, mas ainda tenho contatos se expondo ao ridículo compartilhando algo completamente descontextualizado.

Presa fácil para assaltante?

Quando já passamos por uma situação de assalto, passamos um bom tempo transformando nossos hábitos, e dependendo da pessoa, acabamos repetindo as mesmas atitudes favorecendo os assaltantes que estão em toda parte, a qualquer hora. Por isso a advertência é: Carregue com você apenas os cartões e documentos necessários. Pois ir a busca da segunda via de qualquer um é sempre tempo desperdiçado, estressante e de murmúrios do tipo, que país é esse? Evite andar de bolsa em lugares vulneráveis. Não deixe objetos visíveis dentro do carro, capaz de atrair interessados... Ou, quando estacionar seu veículo tente sair rapidamente ou, pelo menos lance um olhar súbito ao redor, pois poderá estar sendo alvo do próximo assalto. Organize-se com praticidade para o embarque e desembarque evitando ser presa exposta para tal.

Enrascada com o uso do celular

Quantas histórias vemos e ouvimos diariamente relacionadas ao uso do celular. Aliás, em qualquer espaço é de causar indignação observar todos com o uso do fone e do celular vivendo uma espécie de individualismo declarado. Outro dia, perplexa fiquei observando mais ou menos vinte universitários de diversas faixas etárias, em um ponto de ônibus, cada um na sua "vibe"... Presentes de forma visível, mas completamente invisíveis ao outro. E para completar, acompanhei uma história em que uma estudante de oito anos havia recebido um convite de aniversário online só para as meninas da turma. Passado alguns dias, o pai soube que sua filha entrou no celular da mãe, e que sem perceber, a filha copiou e colou o convite para toda a sala, incluindo também os meninos. Os pais da aniversariante, em uma "saia justa" acabaram convidando a turma toda. Vamos nos colocar no lugar da mãe que teve o celular envolvido... O que você faria? Assim a advertência é converse... Converse... Converse muito com seus filhos sobre as conseqüências do mau uso do celular, para que compreendam a enrascada em que podem se envolver. São tantas possibilidades a serem evitadas, e diante da situação do cole, copia e áudio reforçando a data, tomar todos os procedimentos para reparar a situação constrangedora. Afinal com os erros também podemos aprender!

Natal vazio


(Foto: Divulgação)

Outro aspecto bem atual com a chegada do advento são as belíssimas e criativas decorações natalinas que perpassam por quase todos os ambientes anunciando a proximidade do Natal. Uma beleza indescritível que faz refletir sobre a "beleza interior" de cada pessoa. Preparamos o nosso interior da mesma forma com que preparamos esta "Grande Festa"? Advertência para os próximos passos, muitas vezes consumistas, vazio de amor, afeto, diálogo e simples boas atitudes.



26 Novembro 2017 23:00:00
Autor: Sulisia Westphal

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(Foto: Divulgação)

Esta mensagem curta e direta pode ter muitos significados: Entre eles, pode referir-se a uma situação difícil / uma bomba que pode explodir e ter muitos reflexos/consequências, quase sem volta. Bomba no sentido de fato ruim que pode explodir nas redes sociais; Bomba no sentido de motor. Era comum no interior, as pessoas referir-se a motor como bomba. A bomba não está puxando a água. No passado também era bem comum dizer que "tirei uma bomba na caderneta/agenda".

Conhecer os preços

Black Friday evento dos mais ouvidos por todos os espaços durante a semana, e ainda em alta. Mas como consumidores conscientes devemos permanecer em alerta analisando e optando pelas reais vantagens. Assim necessitamos de uma atualização permanente dos preços. Convém conhecer os preços dos produtos e serviços para fazer a escolha adequada.

O episódio

Conhecendo os movimentos da alta e baixa do preço recente do combustível, é preciso encontrar muita paciência para enfrentar as filas onde a promoção equivale também à qualidade. Foi assim que parada em um posto com muitas filas, tanque quase zerado, com tempo limite para a chegada ao destino, sabia que em sexta-feira à tarde, nesta época do ano as filas são previsíveis. Previsível não era a bomba de combustível estragada. Assim, todas as filas andavam, menos a nossa. Á princípio tolerável. Até que encontramos o frentista digitando os dados repetidamente e a bomba não correspondia. Passado um bom tempo, paciência esgotada, crianças a bordo cantando animadamente um rock em inglês, foi preciso encontrar alternativa... Havia um carro estacionado atrás. Muitos gestos para entender que era preciso manobrar.

O inesperado

Tanto imprevisto em tempo restrito, quando até acontece, eis que deparamos com buzinaço e um visual avermelhado... Era o motorista da fila ao lado... Por sorte, só um susto sem maiores conseqüências, o que com certeza iria encarecer e muito o litro do "tal combustível Black Friday". De Black para red.

Moral

Bem perto, em outro estabelecimento com bandeira, preço igual sem filas. Silêncio entre os adultos para chegar no destino no tempo previsto, tentando se acalmar. As crianças tiveram que entrar no clima, dando pausa na alegre cantoria. Viagem reflexiva, contas mentais de que nem sempre toda promoção vale a pena. Principalmente às relacionadas ao combustível.

Pense e repense antes de sofrer desnecessariamente por centavos a mais... Ou, de olho no relógio para realizar suas viagens grandes ou pequenas de forma organizada para evitar as "pressurizações"!

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19 Novembro 2017 22:04:00

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(Foto: Sulisia Westphal)

Geralmente uma amiga sobressai pelas características de organizadora de eventos. Foi assim que recentemente um pequeno grupo saiu bem cedinho para um costumeiro giro no comércio de Ilhota e Brusque. Como já é uma turma conhecida, além das compras, tem sempre um café colonial de fechamento e muita alegria com risadas e histórias para compartilhar e recordar.

A partida

Como todo início de excursão o motorista vai recolhendo pessoas em pontos pré-estabelecidos. Nesta manhã, ainda escuro e abaixo de uma chuva torrencial, de repente, uma das passageiras lembrou que esquecera o cartão de crédito no bolso da "Sainha" que trocara por uma calça jeans quando percebeu que chovia intensamente. Com este fato quis desistir da programação. Mas, a solidariedade entre as amigas fez com que conseguisse participar ativamente.

Seria uma nova modalidade de golpe?

Esta pergunta pairava no ar o tempo todo, mas no sentido de proporcionar humor e, ao mesmo tempo leveza para a passageira ainda transtornada. Este episódio trouxe muitas risadas descontraídas do início ao fim. Pois com a proximidade do Natal, algumas do grupo aproveitaram para comprar os presentes de amigos e familiares. Outras foram para relaxar e conhecer as tendências e aproveitar os bons preços. Teve ainda quem fosse para renovar o guarda-roupa de verão incluindo a moda praia e as confraternizações de fim de ano. Entre elas a amiga da "Sainha" acompanhava os movimentos. Conseguia fazer suas compras à vista.

Pechincha

A parte mais engraçada foi em São João Batista, a terra dos calçados em que pechinchava um desconto que lhe fora negado. Rimos muito, pois o dono mal sabia que ela não tinha nem o valor da proposta. Mas evidentemente se o desconto lhe fosse concedido ela pagaria "no dinheiro".

O cartão

Mas a que se deslumbrou diante da qualidade e das ofertas, e sempre tem alguém a bordo com este perfil, além do seu dinheiro planejado acabou comprando no cartão. Quando em casa, fez suas contas provavelmente desejou também ter esquecido o seu cartão na "Sainha".

Alerta

Economizar sempre para ter um dinheirinho e poder aproveitar os momentos de alegria em grupo. Pensar bem antes de comprar, e constatar se realmente está precisando daquela peça pela qual se sente atraída. Ao mesmo tempo criar o hábito de analisar se é hora certa para "investir"... Pechinchar sempre por sabedoria para administrar sabiamente suas finanças, lembrando que tudo em nossa volta, começando pela gasolina e pelo gás de cozinha aumentam muito mais do que as nossas entradas. E se consumimos sem medidas podemos comprometer nosso final de ano e as tão aguardadas férias. Assim, conhecendo e caindo em nosso próprio golpe!



05 Novembro 2017 23:02:00

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(Foto: Divulgação)

Quando alguém nos conta algo pessoal que exige sigilo e confiança nem sempre somos capazes de armazená-los em um espaço privativo em nossa memória. Mas, ao mesmo tempo, um abraço e um agradecimento pela confiança podem ser um fechamento amistoso, que sela a importância de uma amizade. Até porque determinados segredos apresentam seu tempo e/ou espaço exato serem revelados. Mais dia, menos dia, todos ficarão sabendo, principalmente em se tratando de uma pessoa pública ou de uma celebridade. Ou até mesmo uma pessoa comum em seu contexto de amizade ou profissão.

Segredo... Silêncio

Muitas vezes o silêncio, por exemplo, em uma rede social, em um evento, no mundo dos famosos, ou das pessoas de nosso convívio diário, pode conter uma razão secreta/ um segredo até então despercebido. Uma curiosidade pessoal intransponível capaz de erguer muros de isolamento. O que significa a relevância das intencionalidades em nos sentirmos parte ativa ou passiva de um grupo. Onde nossos motivos, às vezes puras elucubrações, podem distorcer as opiniões a nosso respeito. Assim, um simples motivo pode se transformar em uma bola de neve. E então, talvez uma simples pergunta possa trazer a "introspectiva opinião/segredo" à baila... E as verdades subterrâneas podem emergir como determinantes para permanecermos ou em silêncio absoluto.

Vai Vem

Nem sempre nos flagramos quando determinados pensamentos repetitivos, uma espécie de vai e vem, percorrem nossos pensamentos. Igualmente, nem sempre paramos para analisar a essência do que está ocasionando este tipo de sensação. Pela simples verdade de que é algo secreto/segredo que ainda não detectamos. Ou, pelo contrário, identificamos, porém não permitimos que fosse divulgado.

 Verdade descortinada de John Green

"O autor fenômeno da literatura" dos pré-adolescentes, adolescentes e jovens, tal qual em um de seus maiores sucessos, "A Culpa é das Estrelas", em seu novo romance, Tartarugas até lá embaixo, lançado recentemente, aborda uma questão de saúde. Revela seu segredo aos quarenta anos, através da personagem AZA. Apresenta o medo e a opressão de uma jovem que não consegue controlar sua mente. Green é uma pessoa com TOC- Transtorno Obsessivo Compulsivo, o que apresenta com muita sensibilidade, transmitindo aos seus milhões de leitores o que sente uma pessoa com o pensamento obsessivo e os reflexos em uma pessoa que leva uma vida produtiva. Aza é obcecada por bactéria e infecções, o que a leva a atitudes de periculosidade em relação a sua saúde. Segundo o autor americano, é muito difícil falar sobre o que sente uma pessoa que tem este Transtorno, o que justifica o segredo de muitos casos em nosso entorno.

Segredos descortinados podem contribuir. Repense o seu.

"É muito estranho: sabemos que a nossa cabeça é doida, mas mesmo assim não conseguimos fazer nada em relação a isso, entende? Não é que a gente se iluda achando que comportamentos desse tipo são normais. A gente sabe que tem um problema. Só não consegue descobrir o que fazer para consertá-lo."



30 Outubro 2017 07:39:00
Autor: Sulisia Westphal

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Tive a felicidade de conviver por alguns anos com Eduardo Carreirão, o alegre Dudu, um dos meus alunos na ACIC- Associação Catarinense para Integração do Cego. Hoje, aos 29 anos, participei de seu sepultamento. Momento em que muitos arquivos são acionados a partir das nossas vivências, e, ao mesmo tempo das experiências compartilhadas neste difícil momento de perda. Dudu veio ao mundo com uma doença rara. Através dele, mais precisamente de sua família numa incansável busca, conhecemos as Mucopolissacaridoses (MPS).

Mucopolissacaridoses

São doenças metabólicas hereditárias causadas por erros inatos do metabolismo que levam à falta de funcionamento adequado de determinadas enzimas (substâncias que participam de muitas reações químicas no nosso organismo, mantendo-nos vivos e com saúde). As MPS fazem parte de um grupo chamado Doenças de Depósito Lisossomal. Diante da falha na produção de enzimas - situação determinada geneticamente, substâncias chamadas mucopolissacarídeos ou glicosaminoglicanos se acumulam em vários órgãos e sistemas do organismo, levando a problemas nos ossos, articulações, coração, olhos, ouvidos, sistema nervoso central e outros. As doenças desse grupo são progressivas.

Longevidade/Tratamento

No caso de Dudu, todos que o conheciam acreditam que o amor recebido nestes anos por seus familiares, mais as infusões periódicas, resultou em um tratamento exitoso. Foram anos de busca e de divulgação promovendo diagnósticos precoces. "Existem características clínicas específicas, como o engrossamento das feições e rigidez nas articulações, em geral associadas a outros problemas clínicos. O tratamento envolve várias especialidades médicas e de suporte, visando a prevenção de complicações e manutenção de boas condições clínicas. Já existe tratamento específico disponível para três tipos de MPS, através da terapia de reposição enzimática (TRE). A TRE é um tratamento que envolve infusão, através da veia, de enzima recombinante, que substituiu a enzima deficiente no organismo. O medicamento não reverte certas lesões já existentes, nem atua no sistema nervoso central.

DUDU

(Parte de um texto elaborado em conjunto com a equipe da ACIC). Vários momentos foram marcantes na vida do Dudu dentro do grupo e da ACIC, os quais vêm recheados com as vivências, os valores e os conhecimentos agregados em cada uma destas. Em todas elas o protagonismo e o carisma de Eduardo estão presentes. Mas uma em específico deixou-nos claro que a socialização, a troca de afetos, o conviver com a singularidade humana é algo deveras precioso: foi quando ele interpretou, em nossa tradicional "Tarde de Talentos" a canção do rei Roberto Carlos intitulada As Curvas da Estrada de Santos, onde esteve acompanhado por seus colegas de grupo e de toda a plateia, que fez coro no refrão.

Quem é, portanto, Dudu para nós? Sinônimo de persistência e alguém que desde menino ensina-nos que a luta é constante, que guerreiros nobres avançam e recuam para vencer as batalhas. O homem que ora está frequentando nossas atividades supera limitações a cada resposta e diz-nos que sempre é possível visualizar-se algo, bastando que se tenha o olhar voltado para a capacidade, nos seus graus mais variados.

Sua alegria, seu sorriso e suas gargalhadas ficarão para sempre.

Na foto, um dos momentos de música junto ao lago, com Seu Coca (Valdir Caetano), sentindo a vibração do Pandeiro. Pura alegria! Saudades!



23 Outubro 2017 07:54:00
Autor: Sulisia Westphal

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(Foto: Sulisia Westphal) 

Infância é o chão pelo qual caminharemos o resto de nossas vidas. (Lya Luft). Habituamos-nos a carregar muitas inutilidades, e, sem perceber podemos estar largando preciosidades... Oportunidades, que tal qual a água do rio e o tempo, não se repetem.

Foco! Qual?

O que nos dispersa? No Face encontramos sessenta segundos sobre quem somos através dos registros de imagens. Boas recordações que suscitam reflexões sobre o que e quem está faltando. O que é real. Quem incluir... Pois somos um eterno parêntese em aberto... O que vi, gostei o que havia esquecido. A vida pode até nos distanciar de determinadas pessoas. Mas tirá-las de dentro da gente, jamais! Assim nosso "chão" pessoal vai sendo construído, desconstruído e reconstruído ao longo da vida.

Abordando a infância como uma experiência positiva

Carregamos em nós um desejo em propiciar aos netos tudo que vivemos de melhor e que prossegue enriquecendo nossa história. Talvez, em alguns casos, não conseguimos reproduzi-lo enquanto pais, onde o novo papel e a responsabilidade em amar e educar nossos pequenos faz com que nossos arquivos de infância pairem numa espécie de hibernação. Mentes e vida ocupadas.

Como avó

Permitimos novos movimentos no ser, agir e sentir. Criamos espaços e oportunidades para um viver com qualidade focado em lazer, em prazer nas atividades preferidas, mesmo que ainda estejamos ativas em nossa profissão. Movimentos que desencadeiam sentimentos capazes de "acordar" nossos arquivos de infância, aguçando a vontade de reproduzi-los a nova geração que nos rodeia. Assim, piqueniques com toalha, cestas e similares são uma destas práticas. Igualmente a gastronomia no que se refere a fazer bolachas, biscoitos envolvendo as gerações; As brincadeiras... As histórias.

Caminhada diferente

Uma das atividades prazerosa é a caminhada no final de semana em meu condomínio. Momento de atualizações cerebrais e emocionais. Momento para acionar a gratidão e relembrar episódios da semana que merecem aplausos, outros que ensinam, outros que valem ser "analisados". Momento para ajeitar os sentimentos e reorganizar a semana vindoura. Quando caminhava absorta nesse universo fui parar na horta comunitária. Pela primeira vez acreditei que já era chegada à hora de priorizar espaço\tempo para cultivar "hortaliças acompanhadas". É chegada à hora de reproduzir meus acompanhamentos maternos. Tenho arquivos incríveis de minhas avós e de minha mãe, que perpetuam influenciando o meu presente. Hoje contemplo meus netos carentes de vivências com a terra, "acompanhados". Antes, acreditava não ter tempo e paciência para tal. Hoje, algum tempo depois, acredito que chegou o momento. É que nesta caminhada soube da disponibilidade de um canteiro, que oficialmente já passa a ser de minha família. Compromisso: cuidar do espaço. Já iniciei a enquete para escolher as mudas. Falta a indicação da personalização da família de pequenos "agricultores". Qual crescimento quer acompanhar de perto em um pequeno espaço de terra? Assim, é dado o início de um projeto construído coletivamente. O que de fato queremos? Qual o significado desta aça conjunta?

A ideia do "aproveitamento do pedacinho de chão"

Só obterá sucesso se for planejada, dialogada desenvolvida passo a passo neste grupo articulado pela Avó, filhos e netos. Assim vale refletir:

É uma ideia inovadora em nosso contexto? O objetivo está claro? Quais estratégias existem para envolver a todos?O que personalizará nosso espaço?Que mudas escolheremos? Quando plantaremos? Do que vamos precisar? Quem vai regar?

Mais uma dica para você, que já tenha o desejo de reproduzir arquivos importantes de sua infância entre os seus queridos!



16 Outubro 2017 12:52:00
Autor: Sulisia Westphal

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(Foto: Divulgação)

Vivi recentemente uma situação constrangedora devido a um tipo de intolerância. Assim, descobri muitas outras. Pois estamos cerceados por elas diariamente. Inúmeras possibilidades diante do crescente uso das multitelas, que por sua vez geram pessoas cada vez mais egoístas, ensimesmadas ou desconectadas do mundo presencial.

 Intolerância relacionada ao caráter de uma pessoa

 É bem difícil o convívio diário e a aceitação de pessoas inconvenientes, inadequadas, com características muito distintas daquelas que agregam ao contexto. Em especial ao ambiente do trabalho. O que é perceptível desde a chegada no estacionamento até a saída do expediente. E continua se estendendo por onde determinadas pessoas circulam.

Higiene/organização

Outro aspecto em que a intolerância é desafiadora. Quer seja a higiene e organização dos ambientes profissionais compartilhados, domésticos, pessoais, do ar que respiramos, do trabalho nem sempre colaborativo por e para um ambiente adequado; dos bens comuns, lembrando de propiciar um ambiente acolhedor para o próximo que irá utilizá-los... Irritante! Inacreditável!

Redes Sociais

São tantos os grupos virtuais que estamos conectados, nem sempre por vontade própria, onde a intolerância está relacionada com as pessoas que ainda não conseguem agir com ética capaz de selecionar os tipos de postagens pertinentes a cada um. Onde por respeito e interesse profissionais e aos demais participantes, continuamos fazendo parte.

Crianças mandando nos pais

Outro equívoco intolerante: Ainda temos muitos pais acreditando que a educação vem da escola e preferem continuar educando seus pequenos dando o celular ou tablet com "joguinhos"para se manterem ocupados. Mas o que é certo? O que é errado? Jogando-se no chão quando contrariados e ganhando tudo o que pedem?

Intolerância Alimentar

A intolerância à lactose foi o produto procurado para levar em um pequeno grupo profissional. Em meio a muitos outros biscoitos a seletividade quanto ao sabor, fez com que nem eu, nem a amiga que iria consumi-los percebeu que justo este, encontrado na gôndola dos produtos de intolerância à lactose, era apenas para os intolerantes a glúten... Irreparável.

Fica o alerta

Confira sempre a embalagem antes do consumo. Pois na melhor das intenções podem ocorrer equívocos desta natureza. Considerando que em quase todos os grupos de pertença, já temos pelo menos um amigo ou conhecido com uma destas intolerâncias alimentares.



09 Outubro 2017 08:43:00
Autor: Sulisia Westphal

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Mais uma semana da criança. Mais um convite para revisitarmos nossa infância e reconhecermos as lembranças mais significativas. Aproveite-as para disseminá-las entre os pequenos a sua volta. 

Cubo

O desenho animado com muitas chances de reflexões, de valores, de ouvir os pequenos. E como fechamento, lá está uma linda música dos Beatles. E as crianças não acreditam: "Bitous," neste desenho?

Gibis

Quando as crianças começam a ler, que grande possibilidade está nas histórias em quadrinhos. Recentemente em uma banca, escolhendo gibis a neta de sete anos diz: _ Vó! Olha os "Bitous" disfarçados para a Mônica. E há de oito anos: Vó! A Mônica canta "Bitous! É fã... A banca vendeu dois exemplares. Um para a avó, super fã, e outro para a neta que estava encantada com a coincidência. Busca compreender um pouco mais sobre esta paixão dos "Bitous" da Vó Su e da Mônica através da leitura.

Chapeuzinho Vermelho

História antiga, percorrendo gerações. Ouvida em alemão, contada e recontada pelas minhas avós, pela minha mãe, para meus filhos... Ali, em meu ser permanece impregnada repleta de boas recordações, de muita imaginação e suspense. A importância da obediência sempre enfatizada. Agora em 2017, sou convidada para acompanhar minhas netas para assistir Chapeuzinho Vermelho no Teatro. Um presente de uma Associação para os filhos dos funcionários pelo dia das Crianças. Peça que já havia assistido muitas vezes. Fui surpreendida pela criatividade em torno do enredo. Produção Valdir Dutra, que acompanho há anos merece aplausos. Continua seduzindo a criançada, mesmo com uma plateia tecnológica. Utilizando um cenário apenas, com efeitos especiais, mas com uma super dose de humor, sensibiliza grandes e pequenos. Aplausos... Aplausos para a produção e para os dois caçadores que envolveram a todos animadamente com seus diálogos acessíveis, dinâmicos e contextualizados.

Arte

Vamos incentivar nossos pequenos e aproveitar as oportunidades promovendo a acessibilidade cultural. E assim, enriquecê-los em sua imaginação, cultura e educação através da arte, do lazer, de nossas experiências vividas. Livros a mão! Leitura em ação! Pausa no uso das tecnologias. Pausa para os olhos nas telas. Tempo para as pessoas. Para os olhares e trocas de afetividade.

Parabéns para os nossos antepassados que promoveram uma rica infância que perpetua em nós!



02 Outubro 2017 00:06:00
Autor: Sulisia Westphal

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Uma expressão que não conhecia... Mas que propiciou bons quilômetros de elucubrações...

Colírio

Líquido para os olhos com várias funções. Entre elas lubrificar o olho, anestesiar quando necessário. Ou seja, utilizado no caso de infecções, alergias, ressecamento... Filtro contra bactérias, poeira, areia, poluições em geral.

Metáfora

Colírio diferente. Sem filtro, no sentido de obtermos uma excelente visão capaz de apurar os fatos, a vida, as pessoas, exatamente como elas são. Uma espécie de líquido mágico capaz de promover e fazer vir à tona a mais pura verdade, o flash real, sem filtragem do que não é bom, do que não deva ser visto, dito, ouvido. Ou seja, sem àquelas informações que devam permanecer ocultas, sujeitas a delações...

Possibilidades

Seria possível com o tal colírio detectar os amigos sinceros e verdadeiros dos amigos interesseiros.

A sensibilidade das pessoas por ser percebida conseguiria contagiar as demais em relação aos cuidados com o nosso Planeta e a ordem Reciclar estaria presente em todas as casas.

As tecnologias seriam utilizadas em horários pré-estabelecidos individualmente e as pessoas teriam mais tempo umas com as outras. Os pais com os filhos, os filhos em uma comunicação de qualidade valorizando e respeitando os mais velhos, incluindo os professores.

A família voltaria a ser um espaço onde os pais amorosamente seriam respeitados pelos filhos e assim, receberia a educação necessária para frequentar a Escola.

Esta seria um espaço atraente, prazeroso, pois os profissionais captariam o melhor jeito, a melhor metodologia e recursos para que os estudantes desejassem aprender e consequentemente os professores estariam cada vez mais motivados às inovações no processo ensino aprendizagem.

Os relacionamentos voltariam a ter credibilidade, e o casamento poderia voltar a ser para a vida toda.

Os idosos seriam hipervalorizados pela sua carreira de experiências e teriam oportunidades para ter vez e voz.

Os políticos honestos ocupariam as vagas deixadas espontaneamente pelos corruptos que passariam os próximos anos devolvendo o que havia emprestado indevidamente e orgulhosamente o povo brasileiro entoava Ó Pátria Amada.

A saúde brasileira estaria em alta, pois o tal colírio detectava antecipadamente o que fosse prejudicial.

Detalhes:

As expectativas seriam bastante exitosas. Longe da perfeição, mas com grandes chances de reverter o país atual.

Fica a torcida para que esta ficção seja um dia concretizada. Afinal, as grandes conquistas nasceram do interior das pessoas... Das ideias, das visões ampliadas... Dos filtros... Das tentativas criativas...

Elucubrar às vezes merece espaço... Se tentarmos usar o "colírio imaginário sem filtros", muitas transformações podem começar a partir de nós mesmos...



25 Setembro 2017 08:52:00
Autor: Sulisia Westphal

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Li que um casal encontrou um adesivo surpreendente em um carro. Dizia: NÓS TEMOS TEMPO! Nunca encontrei igual. Nem na internet. Ou seja, é uma frase incomum em 2017. Porém reflexiva...

Por quê?

Quase ninguém em nosso entorno disponibiliza seu tempo para as pessoas em sua volta. O mesmo acontece nas famílias em relação aos filhos. Ou a agenda está cheia por inúmeras atividades, ou, a pessoa está tão cansada que precisa "de um tempo" para descansar. Sentir-se por algumas horas, fazendo nada... Mas o que é nada para cada um? Ou, "o bolo do nada", favorito de meu neto?(Porque tem apenas canela e açúcar, o que para uma criança parece "nada").

Quem?

Veio uma resposta imediata: Devem ser aposentados! Pois podem ser observados transitando lentamente enquanto a maioria dos motoristas apresenta sintomas de apressados correndo contra o tempo. E a escolha do adesivo convida a serem respeitados, pois estão em um segmento de pessoas "com tempo". Ou, podem ser da categoria de pessoas organizadas, que priorizam suas atividades e o seu tempo de tal forma que sempre podem ser vistos calmos e pontuais em qualquer evento.

Para quê?

Ter sensibilidade em perceber as várias barreiras: atividades online, atividades relacionadas ao aperfeiçoamento profissional permanente, compromissos relacionados aos aniversários, às confraternizações, visitas. VONTADE e PRAZER devem ser decisivos no direito de escolher/filtrar o que, como e quando desconstruí-las.

Não tenho tempo...

É o que mais costumamos ouvir. Falta tempo para ver, ouvir, abraçar pessoas. Para dar de nosso tempo fazendo companhia, criando atividades para viver e conviver com qualidade. Falta tempo para registrar nossos bons episódios, para expressar nossa gratidão, para rever pessoas, pra pensar, planejar, para eleger nossas prioridades, para financiar um pacote de viagens ou de programações que nos deem um up. Falta tempo para amenizar ou eliminar a sensação de culpa ou demora em retribuir algo que lhe proporcionaram. Falta tempo para fazer um convite para alguém que assim como você anda sempre sobrecarregado pela FALTA DE TEMPO.

Empurrão...

Por que as pessoas deste carro anunciavam ter tempo? Caso acreditassem que podiam contagiar você, veja esta sugestão: James Heckman, 73 anos, Professor emérito da Universidade de Chicago, ganhador do prêmio Nobel de Economia em 2000, criou métodos para avaliar a eficácia de programas sociais com foco nos estímulos nas crianças de zero a seis anos- cujas vantagens podem repercutir para o resto da vida. Vem para discutir por que o investimento na primeira infância pode ajudar a família inteira através de informações, boas práticas incluindo os valores e a importância dos estudos para a superação das dificuldades como a pobreza e repercutir no desenvolvimento do Brasil.

Como?

Aproveitamento efetivo do tempo de convívio com as crianças e foco no desenvolvimento das habilidades sócio-emocionais como autocontrole, resiliência, trabalho em grupo, oportunizando momentos de leituras. Entre elas, ler para a criança. Também os momentos de jogos onde o aprender a ganhar e a perder, podem suscitar a curiosidade para adquirir conhecimentos. Bem diferente da proteção exagerada, ou do excesso de tecnologias sem a mediação ou interação possíveis.

VOCÊ TEM TEMPO?



18 Setembro 2017 08:56:27
Autor: Sulisia Westphal

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Confirmado:

 A cultura molda as experiências e influencia o desenvolvimento das crianças. É uma verdade fantástica e preocupante. Como é difícil em nossos dias propor uma roda de conversa em família com o intuito de repassar um pouco de nossa história na infância. Tantas coisas para contar.

Registros

Enquanto esta possibilidade não é atraente ou interessante diante das pessoas que o cercam, do tempo nas redes sociais ou nos joguinhos eletrônicos, vale ir anotando os pontos que gostaria que seus filhos, netos ou bisnetos, ou pessoas de seu entorno soubessem sobre quem é você hoje e a relação que existe entre o desenvolvimento das crianças e a cultura vivenciada. Como essas influências se manifestam e se bloqueiam retornando anos depois de maneira inacreditável. Nostalgia? Não! Alegria pelas experiências vividas repercutindo emocionalmente na "melhor idade".

Herança

A cultura não é somente uma herança de família, mas também uma herança da sociedade, da comunidade em que vivemos. Em meu caso nasci e cresci até os nove anos falando e brincando em alemão. Vivendo intensamente com os familiares todas as vivências da cultura alemã. Bailes de Rei e Rainha dos Clubes Caça e Tiro: Bolão, Tiro ao alvo. Desde pequena estava envolvida nos cortejos e festejos que envolviam estes eventos.

Adormecida

Assim fica a cultura quando decidimos encontrar e escolher nosso "Príncipe" de cultura completamente diferente. Idiomas, costumes, gastronomia, eventos, festanças mudam de formato. Igualmente as mudanças de cidade e seus costumes, a mudança dos grupos de convívio. A chegada dos filhos onde nem sempre as culturas se mesclam. Normalmente uma delas, quando muito diferentes fica adormecida. Mas surpreendentemente os arquivos nos acompanham para sempre. O idioma de infância mesmo não praticado fica ali, intacto aguardando a oportunidade.

D'FIEBES, A Banda

Uma banda alemã de Timbó, espetacular, que esteve recentemente na 2ª Lira Bierfest, Floripa, distribuindo alegria e interatividade. Particularmente, resgatou meus arquivos de infância pela diversão propiciada. Durante vários momentos os músicos e seus respectivos instrumentos circulavam pelo salão animando a todos com suas coreografias. Tinha ensaio em algumas das músicas. Em outras, bastavam seguir a serpentina, o túnel, os movimentos dos pés e das mãos, as voltinhas... As músicas alemãs da infância levando alegria às pessoas sozinhas ou acompanhadas que convidavam umas as outras a entrar na animação. Tudo isso, mais os lindos trajes típicos nos remetendo às nossas origens.

Gratidão

Pelo "Sim" diante do convite. Pela infância maravilhosa e seus reflexos para a vida toda. Pelos nossos antepassados e suas heranças vivas. Pelo desejo de compartilhar a importância de hoje reunirmos nosso entorno e propiciar momentos para ouvir-nos e conhecer-nos mais. Pelo compromisso de enriquecer a infância de nossas crianças favorecendo-as com muitas vivências culturais. Pela alegria, pela diversão, pela satisfação de viver a vida com pessoas do bem.



18 Setembro 2017 08:56:00
Autor: Sulisia Westphal

Confirmado:

 A cultura molda as experiências e influencia o desenvolvimento das crianças. É uma verdade fantástica e preocupante. Como é difícil em nossos dias propor uma roda de conversa em família com o intuito de repassar um pouco de nossa história na infância. Tantas coisas para contar.

Registros

Enquanto esta possibilidade não é atraente ou interessante diante das pessoas que o cercam, do tempo nas redes sociais ou nos joguinhos eletrônicos, vale ir anotando os pontos que gostaria que seus filhos, netos ou bisnetos, ou pessoas de seu entorno soubessem sobre quem é você hoje e a relação que existe entre o desenvolvimento das crianças e a cultura vivenciada. Como essas influências se manifestam e se bloqueiam retornando anos depois de maneira inacreditável. Nostalgia? Não! Alegria pelas experiências vividas repercutindo emocionalmente na "melhor idade".

Herança

A cultura não é somente uma herança de família, mas também uma herança da sociedade, da comunidade em que vivemos. Em meu caso nasci e cresci até os nove anos falando e brincando em alemão. Vivendo intensamente com os familiares todas as vivências da cultura alemã. Bailes de Rei e Rainha dos Clubes Caça e Tiro: Bolão, Tiro ao alvo. Desde pequena estava envolvida nos cortejos e festejos que envolviam estes eventos.

Adormecida

Assim fica a cultura quando decidimos encontrar e escolher nosso "Príncipe" de cultura completamente diferente. Idiomas, costumes, gastronomia, eventos, festanças mudam de formato. Igualmente as mudanças de cidade e seus costumes, a mudança dos grupos de convívio. A chegada dos filhos onde nem sempre as culturas se mesclam. Normalmente uma delas, quando muito diferentes fica adormecida. Mas surpreendentemente os arquivos nos acompanham para sempre. O idioma de infância mesmo não praticado fica ali, intacto aguardando a oportunidade.

D'FIEBES, A Banda

Uma banda alemã de Timbó, espetacular, que esteve recentemente na 2ª Lira Bierfest, Floripa, distribuindo alegria e interatividade. Particularmente, resgatou meus arquivos de infância pela diversão propiciada. Durante vários momentos os músicos e seus respectivos instrumentos circulavam pelo salão animando a todos com suas coreografias. Tinha ensaio em algumas das músicas. Em outras, bastavam seguir a serpentina, o túnel, os movimentos dos pés e das mãos, as voltinhas... As músicas alemãs da infância levando alegria às pessoas sozinhas ou acompanhadas que convidavam umas as outras a entrar na animação. Tudo isso, mais os lindos trajes típicos nos remetendo às nossas origens.

Gratidão

Pelo "Sim" diante do convite. Pela infância maravilhosa e seus reflexos para a vida toda. Pelos nossos antepassados e suas heranças vivas. Pelo desejo de compartilhar a importância de hoje reunirmos nosso entorno e propiciar momentos para ouvir-nos e conhecer-nos mais. Pelo compromisso de enriquecer a infância de nossas crianças favorecendo-as com muitas vivências culturais. Pela alegria, pela diversão, pela satisfação de viver a vida com pessoas do bem.



04 Setembro 2017 08:50:00
Autor: Sulisia Westphal

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Contexto

Inclusão em todos os espaços. Como potencializar os espaços escolares? A gente vai aprendendo a cada dia. Afinal, somos todos diferentes? Perceba: Qual é a maneira de estudar em que você aprende mais? Ouvindo, escrevendo, lendo, rabiscando, ... E ali estamos, TODOS em uma mesma sala de aula, onde a maioria dos professores prossegue tentando interagir apresentando as mesmas atividades, como se todos aprendessem da mesma forma. E ali também está um estudante com deficiência, outro com dislexia, outro com dificuldades de aprendizagem... Outro com problemas reincidentes de disciplina, com falta de respeito, com grandes problemas emocionais decorrentes de problemas familiares... Outros...

O que fazer para tornar a aprendizagem significativa e atraente?

Como compreender a importância e conseguir neste modelo atual de Escola, espaço para oportunidades culturais? O que pode contribuir para a formação de nossos estudantes em cidadãos com desejo de querer participar por e para uma "Pátria Amada"? De fazer uso de seu espaço de direito? Utopia? Como um professor pode materializar através de suas aulas os valores nos quais acredita e assim, defender o direito de aprender de seus estudantes?

Não estou preparado x Imobilismo

Em nossos dias um Professor é instigado permanentemente a repensar a sua prática, as novas possibilidades dentro da realidade, capaz de experimentar, criar novas formas, novos estratégias individuais e em grupo, contemplando a diversidade em sala de aula, frente à enxurrada de informações decorrente do acesso às tecnologias. Como Professores, somos co-autores da Escola. Mediadores cujo foco necessita um olhar para as relações construtivas, tão diferentes das que oprimem, e que muitas vezes passam imperceptíveis. Por exemplo, estar atento para os estudantes com dificuldades sentarem com quem sabe. Trocas. Prática da empatia. À medida que estas práticas acontecem, surgem novos elementos, como o Desenho Universal para a Aprendizagem ainda pouco conhecido.

Desenho Universal para a Aprendizagem

"Sabendo que a diversidade não é exceção e sim norma e que os sujeitos aprendem de maneiras diversas, o Desenho Universal para Aprendizagem se apresenta como um conjunto de possibilidades - materiais flexíveis, técnicas e estratégias - que busca ampliar a aprendizagem de alunos com ou sem deficiência. O objetivo é atingir assim, um número maior possível de alunos, universalizando, portanto, a aprendizagem".

Assim, a diversidade deve estar contemplada na maneira como o conteúdo é apresentado e nas múltiplas formas de representá-lo, na ampliação de oportunidades de ação e expressão dos alunos e no desenvolvimento de estratégias que garantam o envolvimento dos atores da aprendizagem.

Estratégias diferenciadas, gerando um ampliar das percepções. Palavras, silêncios, diálogos. Muitas vezes pessoas sem deficiência contribuem para suprir algo que pode estar em falta. Lembrando da importância de propiciar o encontro com o outro, que é bem diferente do que para o outro. Acabamos excluindo na boa intenção de incluir. Experimentar, ouvir e contar mais histórias sobre nossas experiências têm sido relevante. Somos responsáveis por nossas histórias e, ao mesmo tempo pelas histórias de nossa comunidade. "Aprender com" é importante. O que é relevante e irrelevante em um conteúdo a ser abordado? "Escreva o que você" atendeu, pode ser uma boa maneira de obter feedback. Caso não consiga ler e escrever, pode ter como recurso o WhatsApp. Grava o texto e ouve no fone enquanto os outros lêem. Ou emite a resposta com mensagem de voz, por exemplo. Ou fotografa o que usa na vida diária, ou em seu entorno. Nas trocas, no trabalho colaborativo as possibilidades em recursos acessíveis surpreendem a cada dia.

É uma adequação para todos. Adapta o que é para um, e perceberá o quanto é facilitador e interessante para toda a turma.



28 Agosto 2017 08:58:50
Autor: Sulisia Westphal

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Quem já encontrou uma cena parecida?

Em um Shopping, um atrativo assim consegue fazer as pessoas pararem no mínimo para fotografar. Em seguida, analisar o que tal cena tem a nos dizer. Uma máquina capaz de lavar pessoas? Uma máquina para se atirar quando não damos conta da nossa vida amorosa, financeira, emocional... Capaz de lavar todas as peças de roupa incluindo os humanos? O que você pensou? " Encontrei uma saída para o momento?

Quem já teve uma caneta Pilot?

Lembro bem da época da caneta à tinta e da chegada da famosa esferográfica Bic. A gente ficava testando, experimentando para descobrir que novidade era esta que deixava nossa letra ainda mais bonita...

A Pilot chegava todo ano em novas versões. Não era barata e só era encontrada em joalherias. Era como um presente de aniversário muito especial e esperado. Em contrapartida, vinha com o nome gravado, com garantia, e exigia muitos cuidados valorizando o esforço de quem a presenteara.

No tempo em que letra bonita, capricho nos cadernos e nas anotações, bem como nos trabalhos manuscritos entregues valendo nota, fazia muita diferença.

Recentemente, na ocasião do dia dos Pais, milhares de mensagens circularam e eu me questionava: Será que alguma delas fora escrita com uma Pilot? Ou melhor, quem recebeu uma mensagem manuscrita, senão alguns dos pais das crianças em ensino fundamental/anos iniciais?

Vivemos em tempos em que os manuscritos digitalizados, bem como as imagens e fotos estão nas nuvens... A caneta e o papel, a escrita, tão necessária, são tão pouco praticados. Cada vez menos valorizados e substituídos pela tecnologia e suas respectivas simbologias, seus ícones, seus "emotions".

Na publicidade 

Saiba que além da propaganda como a da foto somos atraídos diariamente por mensagens publicitárias. Um exemplo, fui atraída pela manchete: Escreveu, errou, apagou, acertou. Ah! Se fosse tão fácil... Era a chamada para uma nova versão da Pilot FriXion Ball, esferográfica em várias cores. Azul, preta, vermelha, rosa e roxa, que possibilita escrever e desenhar e que depois ao ser virada, ao fricionar a borracha, apaga sem deixar resíduos... A Pilot em cena. Como tantas tendências que vão e voltam. E voltam de cara nova, como se fosse a primeira vez no mercado!

Cuidados

O que nos reporta aos cuidados ao preencher um cheque com a caneta alheia, já no mercado faz muito tempo, a caneta que podia ser apagada. O que significa alteração no valor preenchido, com a sua assinatura. Sempre alerta é o que podemos continuar repetindo.

Atitude

Ainda pensando nos cuidados quando erramos e não temos a caneta com borracha capaz de apagar:

Quando erramos em nossas atitudes, quais os melhores jeitos para apagá-las? Quais as possibilidades para restaurá-las? Como ser reconhecidamente grato pelos ensinamentos que nossos erros podem proporcionar?

Nem sempre, como a nova Pilot, os nossos erros podem ser apagados ou deletados. Basta relembrar os resíduos do lápis de escrever, que mesmo bem apagadinho, sempre deixa marcas.

Assim, vamos tentar acertar ao máximo o que está ao nosso alcance.

Ainda resta tempo para demonstrar que vale a pena ser honesto, sincero, verdadeiro sem precisar ridicularizar com cenas como a de se jogar ou cair em uma máquina de lavar roupas. Ou simplesmente de necessitar de uma borracha anticorrupção.



21 Agosto 2017 00:01:00
Autor: Sulisia Westphal

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Faz muito tempo que não focava estas ações. Na verdade, pela primeira vez amplio meu olhar sobre os "Murmúrios" em nossa bagagem diária. Estamos cada vez mais contornados e contagiados com reclamações, reivindicações, desgostos, decepções, insatisfações, por pessoas que sem se dar conta, tentam nos "puxam para trás"... Têm o poder de confundir, gerar dúvidas, intrigas, desmotivar ou desencorajar pessoas em suas iniciativas. Nunca havia pensado que aquelas palavras pronunciadas em som quase inaudível, mais precisamente as queixas, lamúrias, lamentações, julgamentos improcedentes, pudessem ser uma carga quase imperceptível em nossa rotina. 

Aninha... Cora Coralina

Pseudônimo da poetisa Ana Lins do Guimarães Peixoto Bretas (1889 - 1985), que. hoje estaria comemorando 128 anos. Por ser uma mulher exemplar, antônimo de murmúrios, escolhi respostas com alguns de seus pensamentos, que a faz permanecer tão viva e festejada, para os murmúrios mais freqüentes em nossos dias:

Pra mim deu. Chega! 

"Desistir? Eu já pensei seriamente nisso, mas nunca me levei realmente a sério. É que tem mais chão nos meus olhos do que cansaço nas minhas pernas, mais esperança nos meus passos do que tristeza nos meus ombros, mais estrada no meu coração do que medo na minha cabeça"

Muros, pontes, fontes

Intransponível! Assim não dá.

 "Há muros que só a paciência derruba. E há pontes que só o carinho constrói".

Investi tanto...

Em meu casamento, na educação de meu filho, em meus relacionamentos... Se eu pudesse voltar no tempo, faria muito diferente.

"Coração é terra que ninguém vê/ - diz o ditado./ Plantei, reguei, nada deu, não./ Terra de lajedo, de pedregulho,/- teu coração. Bati na porta de um coração./ Bati. Bati. Nada escutei./ Casa vazia. Porta fechada,/ foi que encontrei..."

Por quê? Por que comigo? Para quê?

Somos o que espalhamos o que semeamos. Se murmuramos os porquês da vida, fechamos qualquer resposta. Mas se nos conectamos-nos para quês, as respostas vêm no tempo e lugar adequado. Precisamos acreditar...

"A estrada da vida pode ser longa e áspera. Faça-a mais longa e suave. Caminhando e cantando com as mãos cheias de sementes..."

Não merecia...

"Fechei os olhos e pedi um favor ao vento: Leve tudo que for desnecessário. Ando cansada de bagagens pesadas. Daqui para frente levo apenas o que couber no bolso e no coração".

Será possível?
Como é que eu não estava sabendo? Por que não fui visada? 

"Se a gente cresce com os golpes duros da vida, também podemos crescer com os toques suaves na alma". "Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina".

O tempo voa...

"Não sei? Se a vida é curta/ Ou longa demais pra nós,/ Mas sei que nada do que vivemos/ Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas./ Muitas vezes basta ser: /Colo que acolhe,/ Braço que envolve,/Palavra que conforta,/ Silêncio que respeita,/ Alegria que contagia,/ Lágrima que corre,/ Olhar que acaricia,/ Desejo que sacia,/ Amor que promove./ E isso não é coisa de outro mundo,/ É o que dá sentido à vida./ É o que faz com que ela/ Não seja nem curta,/ Nem longa demais,/ Mas que seja intensa,/ Verdadeira, pura? Enquanto durar". Poema "Saber Viver"

Não acredito mais em nada. Que mundo é este em que estamos vivendo?

 "Recria tua vida, sempre, sempre. Remove pedras e planta roseiras e faz doce. Recomeça".

De que adianta se já estou muito velha...

Cora Coralina escreveu seu primeiro livro aos 76 anos.

Eu sou aquela mulher a quem o tempo muito ensinou. Ensinou a amar a vida. Não desistir da luta. Recomeçar na derrota. Renunciar a palavras e pensamentos negativos. Acreditar nos valores humanos. Ser otimista".

Não tenho escolha... 

"Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a eu decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir".

Fala sério... O que me resta?

 "A verdadeira coragem é ir atrás de seu sonho mesmo quando todos dizem que ele é impossível".

Seja muito grata pela vida, pelo tempo que você ainda tem para contagiar positivamente as pessoas em sua volta. Espelhe-se em Cora Coralina...



14 Agosto 2017 00:04:00
Autor: Sulisia Westphal

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Um fim de semana intenso em mensagens, afetos e desafetos... Recordações, vivências presenciais, abraços, saudades... Amor e desamor. Muitos brindes à vida, à saúde, à família! Tantos outros sentimentos... Muita criatividade em imagens, palavras, cópias de cartões, milhares de encaminhamentos, vídeos incríveis permeados de valores circularam pelas famílias brasileiras... Ficava difícil escolher "O Mais Mais"!

Com tanta movimentação virtual, algumas conexões:

Reflexões

Você tem consciência de seus valores e está no segmento daqueles em busca do que é compatível com seu merecimento?

Em uma Sociedade questionável pelos valores em alta, você tem conseguido "viver de forma tal que quando seus filhos pensarem em justiça, honestidade, generosidade e integridade eles se lembrem de você?" Seu brinde iria para quê?

Pequenos gestos

De que forma pensou em agradecer as homenagens recebidas? Uma sugestão é selecionar a sua "Mais Mais" mensagem dos últimos dias, agendarem um horário, ou se necessário uma data para sentar em família, promovendo um check-in dos celulares. Todos conectados em você terão a oportunidade de perceber a visibilidade de cada um sobre o mesmo vídeo ou texto apresentado. Oportunidade para conhecer e aprender um pouco mais com quem está ao seu redor, e, ao mesmo tempo, poder enfatizar seu ponto de vista e os respectivos porquês da escolha. Sucesso!

Lembrete por e para qualidade de vida

Saberia dizer quais os tipos de uva com maiores quantidades de compostos benéficos para a saúde? Segundo uma pesquisa da Universidade de São Paulo, que analisou 666 rótulos de vinhos da América do Sul, "em 2013, em ordem decrescente: tannat, malbec, merlot, cabernet sauvignon e syrah". Desde que a pessoa não tenha doenças no fígado ou no estômago e altas taxas de triglicérides, o recomendado para as mulheres é uma taça por dia. Para os homens, duas.

Lembrando sempre da moderação, e assim, poderá ajudar a prevenir: doenças cardíacas e AVC, demências como Alzheimer, osteoporose, entre outros, podendo melhorar o desempenho físico, o humor, a mobilidade e a cognição em algumas pessoas. Valem igualmente os sucos integrais, as frutas! Pois a uva aumenta as defesas do organismo e rejuvenesce células.

Crianças aprendem o tempo todo

Lembrar sempre que essa compreensão pode favorecer intencionalmente a ampliação do universo cognitivo dos pequenos. Evite o excesso de tempo em tecnologias. Doe-se. Doe de seu tempo para brincar com ele, para fazê-lo dormir, utilizando seus personagens favoritos ou criando histórias interativas que o acalmem e o encantem com o seu amor e com o seu poder criativo em manipular os personagens com a vida real. É muito diferente do que adormecer assistindo um vídeo qualquer...

Era uma vez um principezinho/uma princesinha que estava com muito sono e por isso abraça o amiguinho para e se deita para dormir... A criança pode incorporar e imitar a personagem dormindo...

Qual a história "Mais Mais" entre vocês?

Sugestões

http://www.mineiapacheco.com.br/2010/08/o-que-realmente-importa.html





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