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Reforma ortográfica e o hífen

30 Agosto 2017 08:55:18

Katia Zilio
Foto: Divulgação

 A reforma ortográfica teve o objetivo de unificar a ortografia dos países que falam a Língua Portuguesa: Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau, São Tomé Príncipe, Timor Leste, Brasil e Portugal.

 O acordo ortográfico modificou em torno de 0,45% das palavras, já em Portugal houve mudança em 1,6% das palavras. A modificação ortográfica não é suficiente para unificar a língua desses países. Há diferenças semânticas e sintáticas que transcendem a ortografia.

O uso do hífen, com a reforma ortográfica, apresentou poucas modificações...

Lembremos que com:

Pós, pré e pró (monossílabos tônicos) há sempre hífen.

 Pré-escola, pró-reitor, pós-graduação.

Os demais casos são escritos sem hífen: predeterminar, preexistir, preestabelecer (e derivados).

Além, aquém, ex, recém, sem, soto e vice há sempre hífen.

 Além-túmulo, ex-aluno, recém-nascido, sem-número, vice-prefeito.

Não se usa mais hífen nas palavras compostas que deixam de ser compostas (hoje a regra não dá conta desse item).

Como: mandachuva, parabrisa, paraquedas.

Como saber? Seria bom consultar dicionário.

Há palavras que apresentam uma grafia no Brasil e outra em Portugal. É o que chamamos de dupla grafia. Um exemplo disso:

Fêmur e fémur

Pônei e pónei

Fato e facto

Matinê e matiné

Gênio e génio

A segunda palavra apresentada acima é sempre a possibilidade de Portugal.

Pensando que Armadilha pode ser em qualquer língua, o génio da matiné é facto que se explica em Português (do Brasil ou de Portugal).


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