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Somos imortais para quem nos ama

03 Março 2018 12:10:00


(Foto: Divulgação)


"Através dos passos alternados de perda e ganho, silêncio e atividade, nascimento e morte, eu trilho o caminho da imortalidade" (Deepak Chopra).

Um amigo tem uma ideia peculiar sobre o que é ser imortal: se você deixou uma obra que irá durar para sempre, será imortal. Você pode ser um escritor, um pintor, um escultor, um cantor... Enfim, um artista que, mesmo depois de morto, será lembrado por suas obras e, portanto, será imortal.

Partindo desse conceito, será que só os artistas são imortais? Penso que não. Afinal, posso deixar meu legado através de exemplos, de ideias, de atitudes. E mesmo não tendo deixado uma obra física para ser lembrada, posso alimentar um ideal, que poderá ser imortal.

Na sociedade em que vivemos, podemos deixar o exemplo da imortalidade pela nossa conduta.

Se nunca passamos no sinal vermelho, se não insultamos as pessoas no dia a dia, se buscamos ser mais justos e corretos, será que não estamos deixando um exemplo para sempre?

Se lutarmos por um ideal que se traduz em nossas ações, não seria esse ideal imortalizado por nós e por todas as pessoas que também o seguem? Se tivermos coragem de rever nossas atitudes, de reformular nossas ideias, de admitir nossos erros e louvar nossos acertos, não seriamos imortais na lembrança de todos que conviveram conosco?

Se da vida nada se leva, posso concluir que deixamos algo. E obviamente não é de matéria que estou falando. Deixamos afeto, carinho, ideias, exemplos, lembranças, valores e uma infinidade de coisas que nos fazem especiais, simplesmente por sermos únicos.

Todos somos substituíveis em nossas funções, mas somos insubstituíveis por sermos nós. Ficar com aquela sensação de inferioridade, sempre se comparando a alguém de nosso convívio, pode ser altamente prejudicial à nossa inteligência emocional. Seja essa pessoa do seu trabalho, algum vizinho, um parente que seja mais bem sucedido que você.

É importante nos conhecermos melhor, para podermos nos amar sempre mais e mais. Aceitar-nos da maneira como somos e a forma como pensamos faz parte do autoconhecimento, do amadurecimento e de sua evolução como ser humano, pois, a partir do momento em que nos conhecemos melhor, somos capazes de compreender melhor quem está ao nosso redor, o que torna todos os tipos de relações que temos com os demais muito mais saudáveis.

Conforme seu autoconhecimento aumenta, sua vida também melhora.

É possível parar de se comparar com as outras pessoas e, com a ausência de comparação diária, nossa vida passa a ter muito respeito próprio, leveza, liberdade, alegria, saúde mental e, consequentemente, a tão sonhada felicidade.

Não há nada mais autodestrutivo do que ficar comparando-se com os outros. Isso é um grande atraso de vida, é algo que pode lhe causar dor e uma angustiante sensação de pequenez diante do próximo, pois, enquanto você se ocupa olhando o que está acontecendo na vida do outro, não dá a devida atenção para a sua própria vida, logo, não coloca seus planos em andamento. Pense nisso!


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