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A genialidade mora na simplicidade

20 Janeiro 2018 10:09:00

É na simplicidade das escolhas que mora a magia da vida...


(Foto: Divulgação)

Quantas vezes ouvimos que Albert Einstein, Leonardo da Vinci ou Emmy Noether foram gênios? Ou que o trabalho feito por grandes mulheres e homens da nossa história foram geniais? Qual a fonte da genialidade? De maneira geral, as pessoas que conhecemos como gênios são dedicadas, aplicadas, trabalham com obstinação e tenacidade naquilo que fazem. Portanto, não são apenas pessoas que nasceram com competências prontas. A fonte da genialidade é estar aberto ao novo.

Autoridades, gestores ou lideranças que têm algum tipo de força, poder, riqueza ou comando, muitas vezes, são admiradas pela simplicidade. Elas vivem de forma simples, sem carregar qualquer ostentação inútil.

Os grandes feitos são criados em pequenos passos. Qualquer coisa que vale a pena ser manifestada na vida começa com um pensamento, seguido de uma ação específica, de pouco em pouco. Os trabalhos notáveis não são concebidos e produzidos como que por milagre; todos resultam de determinação, perseverança e paciência.

Todos os trabalhos geniais são criados na simplicidade. Sobrecarregar-nos com a complexidade e com tarefas desnecessárias é a forma mais fácil de cair na estagnação. Qualquer tarefa, seja ela trivial ou não, consiste em passos simples do começo ao fim.

De infinitas senhas e dietas cheias de restrições, passando por formulários, manuais eletrônicos e contas a pagar, encaramos, todos os dias, múltiplos desafios, que muitas vezes nos sobrecarregam.

A vida tende a ficar mais rápida a cada dia que passa. O objetivo mais comum da sociedade é terminar as coisas o mais rápido possível e depois passar para a próxima tarefa, igualmente monótona e sem sentido. Corremos de um lado para o outro fazendo, fazendo e fazendo. A vida não se resume a terminar as coisas o mais rápido possível e riscar itens da nossa interminável lista de coisas para fazer, pois, tudo o que escolhemos fazer gera consequências para nós e abrange as pessoas do nosso convívio. A grande lição do poder da escolha é exatamente isso: o que fazemos não passa despercebido, nos atinge e atinge aos outros. Então, nosso posicionamento adia ou abrevia o caminho para vivermos felizes.

Tudo o que acontece na nossa vida são respostas fiéis às nossas atitudes. Temos que parar para considerar o que realmente queremos da vida. É importante que façamos essa pergunta ao nosso coração e não ao nosso ego. Nosso ego sempre responderá: "Eu quero mais. Eu preciso de mais". Silenciosamente, devemos escutar e absorver a resposta da nossa alma. Dentro de nós, está a capacidade de alcançarmos todos os desejos reais da alma; porém, antes devemos escolher entre tentar fazer o que o nosso ego exige ou realizarmos os desejos da alma.

"Quanto mais simplicidade, melhor o nascer do dia?" (Simplicidade - PatoFu).


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