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Taxa de juros

14 Outubro 2017 18:15:00

A perspectiva é animadora 



O Governo demonstra sua preocupação com a inflação, em razão da elevação de preços apresentada pelo mercado, alimentada ainda por boatos de boa ou de má-fé.

Como instrumento para conter a alta dos preços conta o Governo com a variação da taxa de juros Selic, com repercussão direta sobre o crédito, que se torna mais caro e refreia o consumo, acarretando a estabilização dos preços.

Pela lei da oferta e da procura, em havendo grande demanda, a tendência do mercado é a elevação dos preços, enquanto que a diminuição da procura e a manutenção da oferta propiciam o equilíbrio e até a baixa de preços.

Como remédio contra a inflação a elevação da taxa básica de juros é válida, não se podendo esquecer, contudo, que a alta repercute negativamente em diversos setores da economia, como no financiamento da atividade produtiva, agricultura e indústria, que passam a ter maior custo de produção, além do forte impacto que a taxa de juros provoca nas contas do Governo, pela elevação da dívida pública.

Do mesmo modo a cotação do dólar. Ao tempo em que os exportadores queixam-se da falta de competetividade dos produtos brasileiros no mercado internacional devido à baixa cotação do dólar, que representa um menor ganho em real pelas exportações, a alta dos últimos dias traz também seus inconvenientes.

Com o dólar mais valorizado, há um benefício para a balança comercial, pela maior quantidade de exportações e pela diminuição das importações. Também acarreta uma possibilidade de elevação de preços no mercado interno pelo fato de estar o custo de produção vinculado à moeda americana.

De sorte que a economia é de trato extremamente complexo, requerendo muita perspicácia na tomada de decisões macroeconômicas, que poderão ter um efeito colateral indesejado e mais negativo do que o benefício almejado com a medida.

Para o povo, diretamente afetado com as oscilações de preços, resta a torcida para que nada de mais grave venha a ocorrer, contribuindo cada consumidor através de um consumo inteligente, deixando de lado os produtos que apresentam elevação de preço e evitando o consumo desnecessário.

Positivas são as sucessivas quedas da taxa Selic ao longo dos últimos meses, o que gera credibilidade para a economia brasileira para novos investimentos, além da grande economia nas contas públicas, sabido que juros altos oneram sobremaneira o erário público ante a necessidade de remunerar a dívida do governo.

Com a inflação sob controle e a taxa de juros em queda a perspectiva é animadora, mostrando-se uma nova fase virtuosa de crescimento econômico, geração de empregos e melhoria da qualidade de vida.

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