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ESCOLA SEM PARTIDO

07 Julho 2018 11:17:00


Polêmico o Projeto de Lei que tramita pela Câmara dos Deputados que objetiva disciplinar a atuação do professor em sala de aula, sendo-lhe vedada, pelo Projeto, a doutrinação política e ideológica.  

A política deve ser ensinada na Escola, esclarecendo e preparando os alunos para o exercício da cidadania, com toda a liberdade de ideologia. Já a prática de política partidária nesses ambientes prejudica a boa educação e torna-se fonte de discórdias, com riscos de dominação por alguma ideologia em prejuízo da formação educacional de excelência.

Neste contexto, mostra-se pertinente o Projeto de Lei em trâmite no Congresso Nacional que veda ideologias políticas na educação, com restrições da liberdade para algumas pessoas em nome da liberdade maior de toda a comunidade escolar, e que se alinha com a laicidade do Estado e de suas instituições.

Os alunos não precisam e nem devem receber doutrinação política, isso não é educação. Devem ser orientados, em caráter geral, sobre a Administração Pública, o Poder, os modos de sua conquista e etc, com ênfase para as liberdades individuais, para que os aprendizes, a seu tempo, filiem-se a alguma ideologia política, se assim entenderem, com conhecimento de causa.


OS ALUNOS NÃO PRECISAM E NEM DEVEM RECEBER DOUTRINAÇÃO POLÍTICA, ISSO NÃO É EDUCAÇÃO


Há ainda a obsessão de certas autoridades educacionais e de pessoas ligadas ao meio pela ideologia de gênero, golpeando a natureza para, em diversos casos, desconsiderar o sexo conferido pela ordem natural e franquear à pessoa, crianças e adolescentes, escolhas outras, sem que alguém possa insurgir-se contra essa política, pena de ser taxado de homofóbico e antiquado, impondo-lhe calar o "preconceito". 

Quer parecer que o referido Projeto de Lei, como posto, dificilmente terá aprovação, até porque a previsão de fixação de cartaz nas salas de aula com a indicação de restrições ao professor acerca de determinadas questões iria acarretar reação da classe docente.

Inobstante a provável rejeição da proposta, é importante o debate sobre os rumos da educação, havendo um movimento intitulado Escola Sem Partido, que visa preservar a educação de certas tendências, ideologias ou opiniões que nada contribuem para a formação acadêmica e, ao contrário, poderão impactar negativamente na formação pessoal dos estudantes.

Não deverá a escola permanecer manietada em anacronismo, alheia à evolução da sociedade. De outro modo, cumpre-lhe velar pelos valores aceitos e respeitados pelas famílias e pela sociedade, mostrando-se despropositado terem os pais receios da formação que possam seus filhos receber da escola, como vem ocorrendo, situação que ensejou o surgimento do referido movimento Escola Sem Partido.

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