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OPINIÃO

Coronavírus


(Foto: Divulgação)

Ampliam-se, diariamente, os casos confirmados e suspeitos de  contaminação pelo coronavírus, no Brasil e pelo mundo afora. Surgido na China, ganha rapidamente o mundo, segundo as notícias que chegam à população e que causam certa instabilidade, pelo temor de contágio. 

As autoridades governamentais e de saúde movimentam-se  em todo o mundo em vista desta nova ameaça, que pode levar à morte muitas pessoas, daí as recomendações de adoção de cuidados profiláticos para evitar que o vírus avance. Não se duvida da realidade dessa ocorrência envolvendo a saúde pública mundial, justificando-se as precauções tomadas. O que faz pensar é que, periodicamente, surge uma situação,  de maior ou menor gravidade, que afeta a saúde da população humana ou animal. 

Fácil recordar-se das diversas matanças de suínos, em razão  de uma ameaçadora peste suína, que, de momento para outro, desaparece e nada mais se fala a respeito. Do mesmo modo, inúmeras aves foram sacrificadas para contenção da gripe aviária, igualmente desaparecida sem deixar vestígios. 

"Não se tem informação segura sobre o efetivo diagnóstico".

Para os humanos, frequentes os surgimentos de microorganismos  perigosos, que causam alvoroço e até pânico. Assim foi a pandemia da gripe H1N1, conhecida inicialmente por gripe suína.  A influenza, a gripe russa e outras mais, costumam aparecer periodicamente. Atualmente, é o coronavírus que se apresenta. 

Não se está afirmando, levianamente, que são fantasiosas as  informações divulgadas sobre esses agentes nocivos à saúde, apenas que causa certa estranheza como alguns desses agentes são  erradicados ou, simplesmente, desaparecem. No caso dos animais, um elevado número de suínos foi sacrificado e a peste suína deixou de existir, o mesmo ocorrendo com a gripe aviária, após o extermínio de muitas aves. 

Há informes de que o vírus H1N1, que apareceu inicialmente  em 2009, continua ativo e sendo a causa de morte de diversas pessoas no Brasil. Não se tem a informação segura sobre o efetivo  diagnóstico e nem sobre a efetiva causa da morte, daí que parece temerária a afirmação. 

De qualquer modo, convém adotar todas as precauções, com  a utilização do álcool gel, mesmo com as informações que circulam de que o produto nada serve para esterilização, e todas  as recomendações das autoridades da saúde. Melhor pecar pelo excesso do que pela omissão.  Em relação ao álcool gel, causam perplexidade as afirmações de sua inocuidade na profilaxia viral e de outros organismos, ficando  a população com a sensação de estar sendo enganada, por falsas notícias e, também, por recomendações impróprias para  a prevenção de doenças.

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